Teia Digital

RONDÔNIA, O MAIOR PRODUTOR DE LÁCTEOS DO NORTE – por Silvio Persivo

Você não é tão pequeno, baby. “Se você se acha muito pequeno para fazer a diferença, você nunca esteve na cama com um mosquito” (Betty Reese).

ALTERAÇÃO NA LEI DO MEI PODE GERAR 3 MILHÕES DE NOVOS EMPREGOS

A Associação Nacional dos Sindicatos das Micro e Pequenas Indústrias (Assimpi) deve protocolar esta semana, em Brasília, um documento  que reivindica a contratação de mais um funcionário pelos Microempreendedores Individuais (MEIs), que hoje, de acordo com Lei do MEI 128/08, só podem contratar um empregado.  O vice-presidente da Assimpi e presidente do Simpi de Rondônia, Leonardo Sobral considera que a alteração da Lei 128/08 vai possibilitar a contratação de 3 milhões de trabalhadores no País. “A medida pode amenizar ou mesmo reduzir o desemprego, que hoje penaliza 11 milhões de brasileiros”. Em Rondônia, segundo a mesma fonte, a reivindicação já conta com o apoio do senador Acir Gurgacz (PDT) e dos deputados federais Mariana Carvalho (PSDB) e Marcos Rogério (PDT). “Os parlamentares, inclusive, se prontificaram em fazer um esforço conjunto para atender a esta demanda dos MEIs”, informou Sobral.

RECURSOS PARA INDÚSTRIA EM PAUTA NA VISITA DO MINISTRO

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, lançou na última sexta-feira (12), em Porto Velho, na Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), o  Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e o Programa Brasil Mais Produtivo. Estiveram presentes o governador de Rondônia, Confúcio Moura e o senador Valdir Raupp , que voltou a solicitar apoio para o projeto do Governo do Estado orçado em R$ 30 milhões para a reestruturação do atual Distrito Industrial de Porto Velho, com melhorias na infraestrutura. Outra solicitação importante foi a de recursos para a implantação na capital da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) instituída, recentemente, por decreto presidencial, em atendimento a um projeto apresentado pelo próprio senador Raupp.

RONDÔNIA, O MAIOR PRODUTOR DE LACTEOS DO NORTE

Rondônia, onde mais de 80% dos produtores de leite são pequenos, possui, segundo a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), um efetivo de 3.706.705 de bovinos leiteiros que se caracteriza por apresentar uma baixa tecnologia no manejo do rebanho, o que somado aos problemas de transporte, resultam na qualidade inferior do nosso produto. Mesmo assim Rondônia ocupa o 9º lugar no ranking nacional entre os 12 maiores Estados produtores de leite. Informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), indicam que Rondônia tem uma produção média acima de 2,2 milhões de litros de leite/dia, sendo considerado o maior Estado produtor de lácteos da região Norte, como resultado médio. Os períodos de chuva e seco alternam a produção de leite. Na época das chuvas a produção salta para 2,6 milhões de litros/dia. Na seca caí para 1,9 milhão de litros/dia.

QUEDA DE BARRANCO

No sábado (13), a sensação foi o desbarrancamento das margens do rio Madeira, região do bairro Triângulo, quando, pelo menos, 10 carretas foram soterradas com o desabamento de um barranco. O acidente aconteceu em um trecho da Rua Belizario Pena e não houve vítimas, mas, criou o receio de que o porto pode sofrer novos problemas semelhantes. Como sempre, de início, se culpa a barragem.

CRESCE O VBP DA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA

Segundo a Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o valor bruto da produção agropecuária (VBP) para este ano foi estimado em R$ 516,4 bilhões. Os números levam em conta o faturamento os principais produtos da agropecuária no mês de julho. Do total, as lavouras representam R$ 338 bilhões, e a pecuária, 178,4 bilhões. Entre os produtos com bom desempenho, estão a banana (+33,4%), batata-inglesa (+26,1%), cacau (+13,3 %), café (+13,4%), feijão (+11,2%), trigo (+29,6%), maçã (+11,9 %) e soja (+3%). O crescimento do VBP da soja ocorreu em razão da alta de 3,9% no preço, mesmo com uma diminuição de 0,9% na produção deste ano. Apesar da alta de vários produtos, o VBP total teve uma redução de 2,3% em relação ao ano passado. O principal motivo foi a queda no rendimento das lavouras devido a problemas climáticos (chuva, seca e altas temperaturas). Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os grãos tiveram diminuição média de 9,5% na produção e de 10% na produtividade, em relação a 2015.

TARIFAS EMPERRAM O COMÉRCIO EXTERIOR

Uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), com 847 empresários de todo o país, revela que os custos com transporte são o principal entrave apontado por exportadores brasileiros em relação ao comércio exterior. Além dos já conhecidos problemas, como condições das estradas, preços de pedágios, filas nos portos e ausência de ferrovias e hidrovias, o empresariado apresentou, como segundo principal entrave, as tarifas cobradas por portos e aeroportos.

INFLAÇÃO SUPERA AS EXPECTATIVAS

No primeiro Relatório Focus divulgado depois dos mais recentes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) as previsões para a inflação em 2016 pioraram. Em meio à forte pressão nos preços dos alimentos, os economistas do mercado elevaram de 7,20% para 7,31% a projeção mediana para o IPCA este ano. Quatro semanas atrás, estava em 7 26%.  Para 2017, após uma série de cortes nas projeções, o mercado manteve em 5,14%, nesta semana, a previsão para o IPCA. Um mês antes, estava em 5,30%. Na última quarta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação em julho foi de 0,52% acima da mediana de 0,45% prevista na pesquisa do Projeções Broadcast com as instituições financeiras.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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