Teia Digital

China vai sobretaxar produtos dos EUA – Por Sílvio Persivo

Quem sou eu para pensar o contrário. “Desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal” (Millôr Fernandes).

UNIR REINAUGURA BIBLIOTECA CENTRAL NO CAMPUS JOSÉ RIBEIRO FILHO

A Biblioteca Central Professor Duarte Pires (BC) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), localizada no Campus de Porto Velho, reabriu suas portas para receber o público na manhã de ontem, 7 de agosto de 2018, após um período fechada para reforma. A cerimônia de reinauguração contou com a presença do reitor da UNIR, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott, do vice-reitor, professor doutor Marcelo Vergotti, do pró-reitor da PROPESQ, Leonardo Calderon, da diretora da BC, Eliane Gemaque, além de professores, técnicos e alunos que prestigiaram a solenidade de desenlace de fita, seguida de visita guiada aos presentes. Em continuidade às atividades de reinauguração, na manhã desta quarta-feira, 8, a Biblioteca Central realizou para toda a comunidade acadêmica, em parceria com a EBSCO Brasil, um Treinamento sobre o Uso da Base de Dados EBSCO Host.

PARALISAÇÃO DOS TRANSPORTES COLETIVOS DE PORTO VELHO

O Consórcio SIM, em nota oficial, diz que foi surpreendido pela paralisação geral dos trabalhadores desta quarta-feira (08), uma vez que, desde o início de março deste ano, têm participado de todas as reuniões agendadas e mediadas pelo Ministério do Trabalho para o Acordo Coletivo 2018/2019, inclusive apresentando propostas para a categoria e que não apoia o ato grevista. O fato, porém, é que mais uma vez Porto Velho teve suas atividades prejudicadas pela paralisação dos transportes, inclusive com muitas escolas e empresas tendo que paralisar suas atividades. De qualquer forma é uma situação que não pode voltar a se repetir pelos danos que causa à normalidade das atividades sociais e econômicas.

INTERVENÇÃO MUNICIPAL PIOROU A ATIVIDADE DOS APLICATIVOS

E se o transporte coletivo já é ruim a situação fica pior ainda porque, hoje, até se tornou difícil ter acesso a um Ubber. A Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran) dizendo que tem por objetivo melhorar a prestação de serviço aos usuários, coibir abusos e adequar o

sistema de transporte remunerado privado individual de passageiros por meio aplicativo reforçou a fiscalização desta modalidade de transporte de tal forma que, agora, tem que se esperar de 8 a 10 minutos por um e os motoristas dizem que a intervenção da Prefeitura tornou o negócio inviável, pois, além dos custos mais elevados ainda são obrigados a colocar um adesivo oficial nos seus veículos, prática que só existe aqui e aumenta a insegurança deles, pois, a identificação promoveu o aumento de assaltos que quase não existiam nesta atividade. Eles se sentem perseguidos pela atual administração municipal.

CIEAM FAZ 39 ANOS LUTANDO PELA ZONA FRANCA DE MANAUS

A batalha pela preservação do modelo ZFM (Zona Franca de Manaus) no âmbito nacional, tem sido um dos princípios fundamentais que têm direcionado as atividades do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), que depois de amanhã, comemora 39 anos de luta pelos interesses de seus associados e do estado do Amazonas. O Cieam foi fundado, com o objetivo de representar as indústrias perante os governos federais, estaduais e municipais, em dia 10 de agosto de 1979, por meio de uma assembléia geral entre os empresários, na antiga sede da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), na Avenida Getúlio Vargas, no Centro. Na ocasião, foram votados entre os membros, o estatuto social da entidade, a eleição e posse dos conselhos e os diversos assuntos referentes à sua atuação. E, hoje, é um dos principais defensores da economia do Amazonas. O presidente fundador da entidade, foi o diretor da Brasil Juta S.A Fiação e Tecelagem de Juta, Mário Expedito Neves Guerreiro, que, juntamente com outros associados, deram início às atividades da entidade, visando sempre defender, preservar, desenvolver, fortalecer e consolidar as indústrias em geral e o modelo zona franca no Amazonas. O atual presidente do Cieam, Wilson Périco, afirmou que os principais desafios da entidade são os inúmeros ataques às isenções fiscais que têm beneficiado as empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus). E reforçou, que uma das principais deficiências da política econômica do país, é a falta de um programa de desenvolvimento que estimule o potencial de cada estado, criando uma economia sólida que possibilite a geração de emprego e renda entre eles.

PRIMEIRA EMPRESA AÉREA DE BAIXO CUSTO PASSA A

OPERAR NO BRASIL

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou hoje (8) no Diário Oficial da União a autorização para o funcionamento da empresa aérea Norwegian Air em voos regulares no Brasil. A empresa é terceira maior entre as de baixo custo que operam no continente europeu, conhecidas como low cost. De acordo com o despacho da Anac, a Norwegian vai operar em território nacional como empresa de serviço de transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e mala postal. A autorização tem efeito imediato. Esta é a primeira empresa com este perfil autorizada a operar voos regulares no Brasil. A expectativa é que a empresa comece a operar voos internacionais entre Brasil e Europa a partir de janeiro de 2019. Também há a possibilidade de a empresa pedir a liberação de voos entre Brasil e Argentina, onde a Norwegian já opera atualmente. A nota é uma reprodução da Agência Brasil.

CHINA VAI SOBRETAXAR PRODUTOS DOS EUA

O Ministério do Comércio chinês divulgou que vai impor tarifas adicionais de importação de 25% sobre 16 bilhões de dólares em produtos norte-americanos, que vão de petróleo e produtos siderúrgicos a automóveis e equipamentos médicos, como retaliação as medidas protecionistas norte-americana. “Essa é uma prática muito insensata”, disse o Ministério do Comércio chinês em seu site, respondendo à decisão dos Estados Unidos de impor tarifas de 25% sobre outros 16 bilhões de dólares em produtos chineses a partir de 23 de agosto.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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