Esporte

CASO DE DILMA NO TSE DEIXA GOVERNO CONFÚCIO EM ALERTA

Ministro Gilmar Mendes dá o tom de condução dos processos que tramitam na Corte

Influente

Podem falar o que quiser dele, mas Raupp continua sendo o político rondoniense mais importante que temos no Estado. Sua capacidade de articulação é notória, tanto que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) o colocou pela oitava vez entre os 100 mais influentes do Congresso. Pela classificação do DIAP, “articuladores são protagonistas do processo legislativo e se destacam pela capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidades, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e principalmente facilidades para conceber ideias”.

Pois é

Mesmo assim, aqui em Rondônia muita gente discorda dessa avaliação do DIAP. Na inauguração de um supermercado na capital, Raupp foi fortemente vaiado pelo público presente ao ter seu nome anunciado. Mas isso não diminui sua presença no Congresso. Prova disso é sua inclusão na lista do DIAP. Parece pouco, mas não é. Essa é uma lista cobiçada por 10 entre 10 políticos. A outra lista que Raupp está é a de Janot, e essa, segundo ele, “não tem ilegalidades”. Sua participação, até o momento, na Lava-Jato, está restrita a essa doação de campanha no valor de R$ 500 mil. Essa inclusão na “lista do Janot”, para alguns, também comprova sua influência, para outros “faltam acusações”.

Vale observar

Porém, que entre os 11 congressistas de Rondônia, Raupp é de longe o mais articulado e com trânsito qualificado em Brasília. E por isso a cobrança sobre ele é maior, “poderia usar esse cacife para fazer mais por Rondônia”, dizem uns. De fato, o problema é que na Capital Federal uma andorinha só, literalmente não faz verão. E até um dia desses o “líder da bancada” de Rondônia era Nilton Capixaba (PTB). É, aquele das ambulâncias. Sem articulação e sem uma coordenação, de fato, fica difícil conseguir, por exemplo, a duplicação da BR 364, a conclusão dos viadutos, equipar hospitais e ampliar vagas na Unir, e por ai vai. Essa falta de articulação efetiva da bancada, prejudica, e muito a conquista de melhorias para o Estado. Às vezes, a impressão que dá, é que está cada um por si e nenhum por nós.

Raupp entre os 100 do DIAP pela 8ª vez....já pode pedir música no Fantástico

R$ 35 milhões

Esse é o valor do recurso do PDSEAI que Rondônia pode perder porque alguém na SEDAM resolveu passear de Hilux importada. Para quem não está acompanhando, vou resumir, a SEDAM comprou entre os dias 30 e 31 de dezembro (isso mesmo, véspera de ano novo), 17 camionetes modelo Hilux com recursos do BNDES, que não podem ser usados para adquirir produtos importados se os mesmos tiverem similares nacionais. A compra, feita no apagar das luzes de 2014 está causando um pandemônio nas bandas da SEDAM. Mas por enquanto, explicação mesmo, nenhuma.

Interessante

Observar com são as coisas aqui em Rondônia. O DER, que é responsável pelos aeroportos do Estado, criou uma tal “Coordenadoria de Operações Aéreas” e aboletou por lá a maioria dos “amigos do rei”. Agora vai fazer um “processo simplificado” para contratar 13 “servidores em regime emergencial” que vão atuar no aeroporto de Ji-Paraná. Mas, espera, porque o DER não contrata esses 13 servidores com funções específicas como coordenador de infraestrutura aeroportuária, operador aeroportuário, gerente de segurança aeroportuário, supervisor de segurança aeroportuária, operador de raios-X, agente de proteção de aviação civil/operador de raios-X e agente aeroportuário, no lugar dos “amigos do rei”? Então a gente tem que pagar duas vezes? Se existe a tal coordenadoria, nada mais lógico que essas funções sejam ocupadas por pessoas qualificadas para o trabalho. Ô Emerson Castro, o que acontece nesse governo aí? Já ouviram falar em otimização de recursos? Acho que o DER precisa comprar um desses aviões de bolso como o modelo abaixo:

Sugestão de compra para o DER, aviões transformers

Continua foragida

A prefeita piriguete que está foragida agora é internacional. As redes e jornais internacionais como CNN, BBC, The Telegraph e The Independent, falam sobre o escandaloso caso da pequena cidade de Bom Jardim, no Maranhão, de onde Lidiane Rocha roubava dinheiro da merenda escolar para aplicar em botox, jóias e roupas caras. Depois ela fotografava tudo e ostentava nas redes sociais. Interessante são as forças de segurança desse país ainda não terem conseguido localizar a deslumbrada.

Chegou setembro

E com ele a necessidade de acordar cedo. Quem anda aprontando, pode começar a programar os despertadores. O nono mês do ano promete….

Duas perdas

A prefeita de Jaru Sônia Cordeiro precisa se benzer. Agosto lhe trouxe um afastamento pela Câmara dos Vereadores e o Tribunal de Justiça a reconduziu. Porém, no último dia do mês ela foi informada da morte de um primo. Enquanto seguia para o velório, foi notificada do assassinato de outro primo. Luto em dobro…

Ármico?

A assembleia legislativa encaminhou release sobre a instalação de tubos “Armco Staco” na cidade de Nova Brasilândia, mas informou como “tubos ármicos”. A assessoria da empresa, que fica no Rio de Janeiro, rapidamente contactou PAINEL POLÍTICO para fazer a correção. Sinal que o povo anda olhando a gente até por lá.

566.924

Esse foi o número de visualizações de páginas em PAINEL POLÍTICO no mês de agosto. Já agradeci a turma que está em meu Facebook, e agora agradeço a vocês, leitores da coluna e do site pela audiência, colaboração e pelo carinho que vocês tem com a gente. Evidente que ninguém é perfeito, trabalhamos com uma equipe reduzida (a crise obrigou a reduzir ainda mais), mas a gente vai dando conta do recado. Um agradecimento especial também a todos os empresários e advogados que acreditaram em nosso trabalho. Não dá pra nominar por uma questão de justiça, posso esquecer alguém, mas cada um de vocês sabe como são importantes nessa jornada. E é claro, os nossos quase 1 mil membros dos grupos de WhatsApp do PAINEL POLÍTICO.

Vamos ver setembro, como será!

Deu ruim

A condução do processo contra Dilma Roussef no Tribunal Superior Eleitoral e a firme posição de Gilmar Mendes em relação as investigações sobre doações de campanha para o PT, acenderam a luz vermelha no CPA (sede do governo de Rondônia). O motivo é o julgamento da ação por abuso de poder político e econômico, além de um suposto caixa 2, durante a campanha eleitoral de 2014 por essas bandas. O governador teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral e está sob liminar do TSE. O problema é que o rega-bofe distribuído pelo PMDB e PDT na convenção, não entrou na prestação de contas de nenhum partido, isso quer dizer que a jeripoca vai chiar no TSE. E parece que isso acontece ainda este ano.

Na berlinda

O senador Ivo Cassol já recolheu o chapéu e apenas aguarda a publicação de sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que deve acontecer nos próximos 40 dias. O italiano, evidente, não se conformou, mas já está ciente. Com a saída de Ivo, que assume o cargo é seu pai, Reditário Cassol, que já foi deputado federal. O segundo suplente, Odacir Soares ainda andou tentando dar o bote, mas não colou. Reditário continua firme, e vai sentar na cadeira. Já o raposão, que anda sonhando com a prefeitura, bem…deve continuar nas terras de Orfeu.

Falando em raposão

Ele declarou que o asfaltamento da BR 425, que liga a BR 364 a Guajará-Mirim está parado por falta de pagamento. “Faltam poucos quilômetros, mas sem dinheiro a obra não pode ser finalizada”, disse Odacir Soares. Para ele a bancada federal deveria exigir do DNIT a liberação desse pagamento, pois as obras são vitais para Guajara e para todos que demandam aquele município. Bem, na “Escala Mosquini de Prosperidade (EMP)”, que vai de 0 a 5, sendo 0 = muito ruim e 5 = prosperidade total, isso deve receber uma nota 1, já que a obra está sob responsabilidade do DNIT.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: Suplemento de ômega-3 não beneficia a memória

Suplementos feitos com óleo de peixe rico em ácidos graxos ômega-3 não evitam nem adiam o surgimento do declínio da atividade mental. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico JAMA. A ligação entre o ômega-3, encontrado em grande quantidade em peixes, como salmão e atum, e a função cerebral surgiu de estudos mostrando que pessoas que ingeriam grande quantidade desta substância (seja por alimentos ou suplementos), tinham melhor desempenho em testes de memória e raciocínio. No entanto, este novo estudo, com duração total de cinco anos (um dos maiores já realizados na área), não encontrou evidências de proteção cognitiva em pacientes que tomavam suplementos de ômega-3. A pesquisa foi realizada com 3.073 idosos com risco de desenvolver doenças associadas mentais associadas ao envelhecimento. Um grupo consumiu placebo. Outro, outro pílulas com ômega-3, ao longo de cinco anos. Durante este período, os voluntários foram submetidos a testes cognitivos e de memória diversas vezes: no começo do estudo, após dois anos e quatro anos. Os resultados mostraram que os níveis cognitivos de cada grupo decaíram de forma similar. De acordo com os autores, isso indica que a combinação de suplementos nutricionais não fez diferença. “Ao contrário da crença popular, nós não encontramos nenhum benefício no uso de suplementos de ômega-3 no declínio cognitivo”, afirmou Emily Chew, principal autora do estudo e diretora clínica no Instituto Nacional do Olho. Emily lembra que ácidos graxos podem levar anos ou décadas para exercer um efeito protetor no cérebro — assim como o declínio mental associado com a demência ocorre ao longo de um período de tempo. “O grande aprendizado é que suplementos não são a cura rápida. Você é o que você come, e você tem que comer bem”, disse Emily à revista americana Time.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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