Cidades

CAPITAL: Prefeitura retoma vacinação de crianças de seis meses a menores de 12 anos na próxima segunda-feira (6)

Dose de reforço será liberada para crianças de 3 e 4 anos vacinadas com Coronavac, além da idade de 5 a menores de 12 anos

A Prefeitura de Porto Velho vai retomar, na próxima segunda-feira (6), a vacinação contra a covid-19 em crianças a partir de seis meses de idade a menores de 12 anos. Durante o mês de fevereiro, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) vai disponibilizar o imunizante em todas as unidades de saúde, das 8h às 18h. Veja aqui onde vacinar.

Na zona rural e distritos a vacinação para o público infantil também será disponibilizada. Nestes locais, o calendário é elaborado de acordo com as especificidades de cada região, inclusive com mutirões nos finais de semana.

A retomada da vacinação contra a covid-19 em bebês e crianças foi possível após a chegada de novas doses em Rondônia, encaminhadas pelo Ministério da Saúde. A vacina Pfizer Baby é específica para crianças de seis meses a menores de 5 anos, e a Pfizer Pediátrica para o público de 5 a menores de 12 anos.

O ciclo vacinal da Pfizer para bebês e crianças é formado por três doses com intervalo de quatro semanas da primeira para a segunda e oito semanas entre a segunda e a terceira dose.

CORONAVAC

Crianças de 3 e 4 anos que ainda não iniciaram a vacinação poderão receber Pfizer BabyCrianças de 3 e 4 anos que ainda não iniciaram a vacinação poderão receber Pfizer BabyCrianças de 3 e 4 anos que ainda não iniciaram a vacinação contra a covid-19 com Coronavac poderão receber o imunizante da Pfizer Baby. A recomendação é do Ministério da Saúde através da Nota Técnica Nº 399/2022.

Aquelas que tomaram a primeira dose da Coronavac devem buscar a segunda dose do mesmo imunizante, cujo intervalo deve ser de 28 dias. Segundo a enfermeira Marina Martellet, da Divisão de Imunização da Semusa, “o município não recebeu doses desse imunizante e em razão da baixa quantidade em estoque, a vacina está disponível em quatro unidades de saúde”.

A segunda dose da Coronavac está disponível nas unidades: USF Agenor de Carvalho (segunda-feira e quinta-feira), USF Maurício Bustani (segunda-feira e quinta-feira), USF José Adelino (terça-feira e sexta-feira), USF Castanheira (quarta-feira e sexta-feira), todas com funcionamento das 8h às 18h.

A secretária-adjunta da Semusa e médica pediatra, Marilene Penati, orienta aos pais que levem os filhos para serem vacinados. “A imunização de rotina é tão importante quanto da covid-19. As aulas serão retomadas na próxima semana e estar com a caderneta de vacina atualizada ajuda evitar que nossos filhos adoeçam”.

REFORÇO

Na última segunda-feira (30), o Ministério da Saúde expediu recomendação, através da Nota Técnica 22/2023, para aplicação da dose de reforço para o público infantil de 3 e 4 anos com esquema completo (1° e 2° dose) de Coronavac, além de crianças de 5 anos a menores de 12 anos. Em ambos imunizantes, a dose de reforço deve ser aplicada 120 dias (quatro meses) após a segunda dose.

POPULAÇÃO EM GERAL

A vacina da Pfizer está disponível para a população acima de 12 anos em todas as unidades de saúde de Porto Velho das 8h às 18h. Pessoas com idade entre 12 e 17 anos precisam receber primeira e segunda dose mais uma dose de reforço. Quem tem mais de 18 anos deve ser vacinado com primeira e segunda dose e mais duas doses de reforço.

VACINAPÚBLICOCICLO VACINAL
Pfizer Babycrianças de 6 meses a menores de 5 anos3 doses recomendadas

2° dose: 30 dias após a 1°

3° dose: 60 dias após a 2°

Pfizer Babycrianças a partir de 5 anos a menores de 12 anos2 doses recomendadas + Reforço

2° dose: 60 dias após a 1°

Reforço: 120 dias após a 2° dose

CoronavacDisponível apenas 2° dose para crianças de 3 e 4 anos que receberam a 1° dose2 doses recomendadas + Reforço

28 dias entre 1° e 2° dose

Reforço: 120 dias após a 2° dose

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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