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CAOS NA FUNASA: Prédio em Rondônia lembra o Castelo do Drácula, denuncia economista Gomes de Oliveira

A situação da Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Rondônia tem provocado preocupação e críticas de pessoas que passaram recentemente pelo local. Após receber denúncias sobre as condições da unidade, o economista e jornalista Gomes de Oliveira, que também é conselheiro do Conselho Regional de Economia de Rondônia, esteve nas proximidades da sede e afirmou ter constatado um cenário de completo abandono da estrutura física do órgão federal.

Segundo Gomes de Oliveira, a parte interna do prédio apresenta sinais evidentes de deterioração. Corredores sem iluminação adequada, banheiros com problemas estruturais, falhas na rede hidráulica, instalações elétricas necessitando de manutenção e uma estrutura envelhecida que, segundo ele, permanece praticamente sem reformas significativas desde sua construção, há várias décadas, compõem um quadro que exige providências imediatas.

Na área externa, a situação, conforme o economista, também chama a atenção negativamente. Mato alto, acúmulo de lixo, materiais de construção expostos às intempéries e diversos veículos oficiais parados, aparentemente sem manutenção, ocupam o pátio da superintendência.

 Para Gomes de Oliveira, o conjunto da obra transmite uma imagem de abandono incompatível com a importância histórica da Funasa para Rondônia.

“O cenário é de completo descaso. A impressão é de que a sede foi esquecida pelo poder público. Em alguns momentos, parece o castelo do Conde Drácula, tamanha é a sensação de abandono e deterioração. Uma instituição que durante tantos anos prestou relevantes serviços à população não pode permanecer nessas condições”, criticou.

Diante da situação, Gomes defende que o presidente nacional da Fundação Nacional de Saúde, Lenildo Moraes, intervenha imediatamente para reverter o quadro. Na avaliação do economista, cabe à direção nacional cobrar providências urgentes do superintendente regional da Funasa em Rondônia, Clovis Alberto, para que sejam adotadas medidas de recuperação da estrutura física da unidade antes que os problemas se agravem ainda mais.

Ainda segundo Gomes de Oliveira, Lenildo Moraes, na condição de presidente nacional da instituição, possui a responsabilidade administrativa de acompanhar as condições das superintendências estaduais e exigir ações efetivas da direção regional. Para ele, a recuperação da sede da Funasa em Rondônia é fundamental não apenas para oferecer melhores condições de trabalho aos servidores, mas também para restaurar a imagem institucional da fundação perante a sociedade rondoniense.

O economista informou ainda que tentou contato telefônico com o superintendente regional, Clovis Alberto, para obter esclarecimentos sobre as denúncias e saber se existe algum planejamento para recuperação da unidade. Entretanto, até o fechamento desta matéria, não houve retorno às ligações.

Enquanto isso, permanece a expectativa de que a direção nacional da Funasa determine uma avaliação técnica da estrutura da superintendência e adote medidas concretas para interromper o processo de deterioração do patrimônio público, evitando que o abandono avance ainda mais e comprometa definitivamente uma das mais importantes representações da instituição em Rondônia.

DA redação Folha Rondoniense.

FONTE: FOLHA RONDONIENSE

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