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Brad Pitt é investigado pela polícia e serviço social por incidente com a família, diz ‘TMZ’

O ator Brad Pitt está sendo investigado pela polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, e agentes do serviço social da região, após relatos de que ele supostamente “abusou verbalmente e fisicamente de seus filhos”, informou o site “TMZ”. O caso aconteceu na última quarta-feira, quando o astro estava em um jatinho particular com a família, incluindo sua mulher, a atriz Angelina Jolie, e, bêbado, começou a gritar e teria batido nos filhos. A confusão continuou até a aeronave pousar e seguiu para a pista de pouso, de onde ele, então, tentou fugir em um caminhão de combustíveis. No dia seguinte, irritada com o comportamento do marido, a atriz decidiu se divorciar.

Para a “CNN”, no entanto, um porta-voz da Polícia de Los Angeles negou que haja uma investigação de abuso contra os filhos envolvendo o ator. “A Polícia de Los Angeles não está ligando com nenhuma alegação de abuso infantil do Sr. Brad Pitt”, dusse Jenny Houser, representante da corporação.

Ainda de acordo com o “TMZ”, uma testemunha da confusão – não se sabe se da equipe de bordo ou da pista de pouso – teria denunciado Brad Pitt às autoridades, o que deu início às investigações do caso. A publicação afirma ainda que tanto o ator quanto a mulher já teriam, inclusive, sido ouvidos por agentes do Departamento de Serviço Social de Los Angeles.

Uma fonte do “TMZ”, no entanto, afirmou que Pitt “está levando a situação muito a sério e não cometeu nenhum tipo de abuso contra os filhos” e lamentou ainda que as pessoas “o vejam da pior forma”.

Ator ainda seria apaixonado por Jolie, diz jornal
Ator ainda seria apaixonado por Jolie, diz jornal Foto: Reuters

Pego de supresa

Brad Pitt ainda é apaixonado por Angelina Jolie e foi pego de surpresa pela notícia de que ela queria terminar o casamento, diz a coluna “Page Six”, do jornal americano “New York Post”.

Segundo o veículo, Jolie pediu o divórcio a Pitt um dia antes de dar entrada nos documentos, o que teria ocorrido na última segunda-feira. De acordo com fontes ouvidas pelo “NY Post”, o casal tinha acabado de voltar da Europa e o ator relutou para que o casamento não terminasse. “Brad não queria que isso acontecesse, ele ainda ama Angelina”, revelou uma fonte próxima ao casal.

Pitt, além de precisar lidar com o divórcio, também estaria atordoado pela forma agressiva com que a equipe de assessores da mulher vem tratando o caso, espalhando rumores negativos sobre o galã.

“Seu primeiro instinto foi pensar como proteger as crianças durante o divórcio. Então, histórias começaram a surgir sobre seu suposto vício em maconha e álcool, além dos ataques de fúria”, comentou a fonte ao “NY Post”.

“Ele não tem problemas com drogas ou comportamento agressivo. Sim, ele fuma um pouco de maconha e bebe socialmente, mas nada fora de controle”, teria dito a fonte ao jornal, também pontuando a os distintos momentos nas carreiras do casal.

“Ele ainda é uma das principais estrelas de Hollywood, ama Hollywood e adora atuar. Ela tem tido uma série de fracassos e quer se concentrar em seu trabalho político-humanitário, que é admirável”, analisa a fonte.

Segundo o “NY Post”, Pitt teria se surpreendido tanto com a notícia, que mal teve tempo de procurar um advogado antes dos rumores se tornarem realidade. Por fim, a fonte consultada pelo jornal afirma que o ator fará de tudo para que o divórcio saia da forma mais tranquila possível, mas ressalta que Pitt lutará pela guarda compartilhada dos seis filhos.

Fonte: extra.globo

 

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

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