Teia Digital

Bloqueio das Rondovias em Rondônia e Mato Grosso preocupa população – Por Silvio Persivo

Quem disse foi o poeta. “Um grão de poesia é suficiente para perfumar um século” (José Martí). 

FESTIVAL CELEBRA 40 ANOS DA UNIR 

Nesta semana, de 21 a 27, a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) está comemorando 40 anos com muita arte e cultura, em Porto Velho e nas sete cidades em que possui campus em Rondônia. Segundo a professor Marília Pimentel, diretora de Cultura da Universidade, a programação foi feita para envolver  a comunidade e celebrar a trajetória da universidade. O tema do Festival UNIR Arte e Cultura 2022 é “Memórias da Gente” e busca resgatar lembranças e  criar novas experiências para a comunidade universitária e para a sociedade. As atividades do Festival UNIR Arte e Cultura começam na segunda-feira, 21, quando acontece também a celebração dos 40 anos da UNIR em um evento no Teatro Palácio das Artes Marcele, em que instituições parceiras e apoiadoras da UNIR, personalidades e pessoas que ajudaram e ajudam na construção da Universidade serão homenageadas. A reitora Marcele Pereira, destaca que todos os esforços foram realizados para fazer todas as atividades de maneira presencial, depois de dois anos de modo remoto em função da pandemia. “A Universidade é estar juntos, trocar experiências e celebrar. Agora estamos celebrando os 40 anos da nossa UNIR e fazer isso ao longo de uma semana com muitas atrações e experiências é muita gratificante e estimulante”, celebra a reitora. Amanhã, 22, haverá a estreia do espetáculo “A Sereníssima República”, do ator Gustavo Ottoni. Trata-se de estreia nacional da peça, que será encenada em homenagem à Universidade no Teatro Guaporé Artes. Trata-se de um conto de Machado de Assis. Para acompanhar a programação do Festival UNIR Arte e Cultura e melhor maneira é acessar o portal da UNIR: https://www.unir.br/homepage. 

CAFÉS DE RONDÔNIA SÃO DESTAQUE NA SIC 

Na sexta-feira (18), o Brasil passou a ter mais dois cafés, um arábica e outro canéfora, na lista de referência internacional em qualidade. A produtora Larissa Sodré de Paula, do Sítio Café da Sophia (Caparaó – MG) e o produtor Licleison Sebastião da Silva, da Chácara Paraná (Matas de Rondônia – RO)  conquistaram os prêmios de melhores cafés nacionais ao vencerem o tradicional concurso Coffee Of the Year (COY). O anúncio foi feito durante a Semana Internacional do Café, realizada no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Vencedores na categoria canéfora, com café fermentado, o casal Licleison e Poliana da Silva destacaram o empenho dos produtores regionais de Rondônia. “Somos agraciados com a genética local, com clima e solo, mas o diferencial tem sido o trabalho dos cafeicultores que estão se dedicando muito e fazendo a diferença nos últimos anos. Nessa edição do evento trouxemos mais produtores interessados em participar. Somos famílias parcerias e buscamos que nossa qualidade seja cada vez mais reconhecida”, disse Poliana, ao final da premiação. As duas regiões angariaram a maioria dos prêmios. Os produtores das Matas de Rondônia conquistaram as cinco primeiras colocações na categoria canéfora. Já os cafeicultores de Caparaó (MG), ocuparam sete posições entre os dez melhores avaliados em arábica. O Coffee Of The Year (COY) é o principal prêmio da cafeicultura nacional e incentiva o aprimoramento da produção nacional, sendo também espaço para a divulgação de novas regiões produtoras de café. O concurso envolve o processo de avaliação e classificação por profissionais Q-Graders e R-Graders licenciados pelo CQI (Coffee Quality Institute).  Para Caio Alonso Fontes, cofundador da Café Editora e um dos realizadores da SIC, o prêmio traz projeções nacional e internacional, ao produto, produtor e à região de cultivo. “Diante da importância que esse prêmio tem para o setor, recebemos nessa edição o recorde de 505 amostras de café de diferentes regiões do país, para serem avaliadas pelos especialistas”. Ao todo, participaram 415 propriedades de café de 9 Estados. Os ganhadores de Canéfora: 1 – Licleison Sebastião da Silva – Chácara Paraná – Matas de Rondônia (RO); 2- João Alves da Luz – Sítio Coração de Mãe – Matas de Rondônia; 3- Edvaldo Sigoli – Sítio Comcafe – Rondônia; 4 – Roniele Hel – Sítio Nova Esperança – Matas de Rondônia; 5 – Altivo Eduardo Berdes Chacara Santo Antonio – Matas de Rondônia. Nota com informações de KB!COM | Comunicação Corporativa, por Kelly Boscarioli. 

BLOQUEIO DAS RODOVIAS EM RONDÔNIA E MATO GROSSO PREOCUPA POPULAÇÃO

Segundo informações divulgadas o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes, para que, requerer o apoio da Força Nacional para o desbloqueio de rodovias que cortam o Estado. A Comissão Permanente de Atuação Coordenada para a Prevenção e Resolução de Crises e Conflitos (Cpac), em Brasília, se reuniu para discutir providências a serem tomadas  nos estados do Pará, Paraná e Rondônia e de Mato Grosso, onde as interdições cresceram nos últimos dias, inclusive com episódios de violência. Em Rondônia carretas dos Supermercados Irmãos Gonçalves foram incendiadas. A solicitação da Força Nacional se faz necessária porque, segundo  o ministro da Justiça, Anderson Torres, o efetivo das demais forças (Polícia Federal, Rodoviária Federal e Militar) não seria suficiente para atender todas as demandas de Mato Grosso. Quanto a Rondônia, a informação é de que ainda existem pontos isolados de manifestações. A diferença é que, nesse caso, o pedido de apoio da Força Nacional já foi apresentado e atendido pelo ministério e o contingente para lidar com a situação está sendo reforçado. Nos demais estados, os relatos são de bloqueios eventuais com a desobstrução em poucas horas pelas forças policiais. Em que pese isto, em algumas cidades, se nota a preocupação das famílias com a possibilidade de desabastecimento, de vez que, com a reação dos empresários e caminhoneiros ao bloqueio de suas contas, há o retardamento e, em alguns setores, até mesmo a paralização do transporte de mercadorias. 

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by