Teia Digital

Banco do Brasil vai injetar R$ 300 milhões na Agricultura Estadual – Por Silvio Persivo

Talvez também o que as pessoas que te amam pensam a seu respeito. “No final só importa o que você pensa de si mesmo”(Elizabeth Taylor).

BANCO DO BRASIL VAI INJETAR R$ 300 MILHÕES NA AGRICULTURA ESTADUAL

O Banco do Brasil, em Rondônia, anunciou, por meio de seu  superintendente, Ítalo Xavier, que a instituição pretende investir no estado cerca de  R$ 300 milhões, em custeio e investimentos no mês julho, incluídos os recursos do plano safra 2022/2023. Segundo o superintendente, não faltarão recursos para investimentos no agronegócio e para os agricultores  das pequenas propriedades rurais, ou seja, os clientes do PRONAF, agricultores do estrato da agricultura familiar. As taxas do Plano Safra 22/23 foram anunciadas para mini e pequenos, percentuais fixados ao ano para custeio de 7,77%, e para investimentos em 7,58%. Para o médio produtor os preços dos juros são de 8,64% para custeio e de 8,36% para investimento. O grande produtor rural vai arcar juros 9,58% para o custeio e 9,21% para investimentos.

AMAZONAS TEM O MAIOR CRESCIMENTO MENSAL DO PIB DESDE 2014

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) apontou que o PIB-Produto Interno Bruto do Amazonas, todos os produtos e serviços produzidos no Estado, reagiu e voltou a crescer em maio, na contramão da média nacional. De abril para maio houve uma alta de 1% para a economia estadual. O crescimento teve como motor a indústria e os serviços, e superou a estagnação do mês anterior (-0,04%). O Amazonas avançou 3,64% em relação ao quinto mês de 2021 e acumulou uma expansão de 3,69%, de janeiro a maio. A economia amazonense, com 154,19 pontos em maio, apresenta o melhor desempenho desde dezembro de 2014 (155,64 pontos), conforme a série histórica do BC. O PIB do Amazonas subiu 2,48%, na média móvel trimestral, e cresceu 2,14%, no acumulado de 12 meses. Os dados são dessazonalizados e desconsideram diferenças de feriados e de oscilações da atividade econômica, típicas de determinadas épocas do ano.

PERSPECTIVA DE QUEDA DA ATIVIDADE ECONÔMICA NA EUROPA

Segundo informa o FMI, em relatório, se uma estima perda de 1,5% no PIB alemão, se houver um corte total de oferta de gás russo para a Europa. Mas, outros países podem ter uma queda de até 6% na atividade econômica. A União Europeia avisou aos seus membros para que cortem o consumo de gás o mais rápido possível, tendo em vista que não há garantia de estoques para o inverno;

BRASILEIROS DESEJAM MAIOR CONCORRÊNCIA NA ÁREA DE TRANSPORTES

Uma pesquisa da Quaest, encomendada pela Buser, mostrou que mais de 70% das pessoas que usam aplicativos de viagem de ônibus optaram  por esta modalidade por causa do preço mais baixo do que o valor cobrado pelas empresas tradicionais do setor. Entre as pessoas que viajam de ônibus, 86% afirmaram que comprar a passagem por aplicativo facilita a rotina. As entrevistas da pesquisa, feitas pela primeira vez no País, abrangeram 2.060 pessoas, de forma presencial, com o intuito de entender o perfil do viajante de ônibus e a opinião do brasileiro sobre as ofertas do setor. Uma das conclusões é a de que nos tempos de preço alto da gasolina e custo de passagem aérea nas alturas, 71% da população escolhem o ônibus na hora de pegar a estrada, seguido por viagens de automóvel, com 41% das respostas. Também o fretamento de ônibus, que se popularizou e ganhou ares digitais com a plataforma da Buser, foi avaliado como positivo por 83% das pessoas que usam o serviço, percentual bem acima dos 66% que avaliaram positivamente os ônibus de linha das empresas concessionárias. Entre os usuários de renda mais baixa esta diferença de percepção é ainda maior. Para quem ganha até dois salários mínimos, a avaliação positiva deste tipo de serviços foi de 88%, enquanto os transportes regulares ficaram em 66%. Já para a faixa de dois a cinco salários mínimos, 90% avaliam positivamente o fretado, enquanto 69% tem uma boa imagem dos ônibus tradicionais. Ou seja, quanto menor a renda, mais se valoriza o transporte na modalidade de fretamento por aplicativo. A pesquisa destaca também que 96% dos entrevistados consideram o serviço oferecido pela Buser.Entre os que já conhecem a Buser, 82% avaliam os serviços como positivos – indicador que chega a 95% entre os que já viajaram pela plataforma. O que também ficou bastante claro é que a imensa maioria da população gostaria que fossem feitas mudanças na legislação para promover a inovação e ampliar a concorrência no setor de transporte de passageiros. Segundo a pesquisa Quaest, 88% dos brasileiros querem que as leis sejam alteradas para que mais empresas de ônibus disputem a preferência dos viajantes. Nota feita com informações de Lauro Rocha da Novo Selo Comunicação.

CRESCE MUITO FORTEMENTE A VENDA DE CAMINHÕES ELÉTRICOS E A GÁS, NO BRASIL, EM 2022

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou que as vendas de caminhões e ônibus elétricos e a gás cresceram 840,6% no Brasil no 1º semestre de 2022. Também informou que foram emplacadas 602 unidades de janeiro a julho, quando 64 haviam sido em igual período de 2021, o  indica que uma forte tendência de alta está se consolidando. Tanto que o resultado do 1º semestre é 47,5% maior que a soma dos 12 meses do ano passado. Em 2022, foram emplacados 408 veículos elétricos e a gás. Segundo  a Anfavea, dos modelos emplacados no primeiro semestre de 2022, 425 são a gás e 177 são elétricos. Espera-se que o ritmo de crescimento das vendas se acelere. A Scania é a única marca a oferecer caminhões e ônibus a gás no Brasil. Já as chinesas JAC Motors e BYD, bem como a VWCO, têm caminhões leves a eletricidade. A empresa alemã é a única que produz modelos do tipo país. A BYD oferece também um caminhão semipesado elétrico. Além disto, a Iveco se prepara para lançar opções a gás no mercado brasileiro.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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