Resenha Politica

Ataque contra a Capital: . Quem perde não é o prefeito, nem os asseclas ocultos do governador, quem perde é o povo – por Robson Oliveira

PRETERIDO 

O MDB decidiu lançar Williames Pimentel como seu candidato a prefeito da capital, preterindo o desembargador aposentado Walter Waltemberg, embora ao convidar o desembargador para se filar ao partido, ele (Walter) seria o candidato. Mas, com as proximidades das convenções, a cúpula dirigente da legenda optou por Pimentel mesmo sabendo dos problemas judiciais que o candidato enfrentaria no decorrer da campanha eleitoral. Aliás, esta coluna alertou que o candidato teria a vida jurídica vasculhada e não deu outra.

RÉU

Não vai ser fácil a campanha do emedebista com os adversários fustigando os motivos pelos quais Pimentel virou réu numa ação de improbidade pela 1ª Vara Cível de Cacoal num caso que envolve um suposto malfeito na contratação irregular de serviços de lavanderia para o Hospital Regional de Cacoal.

LISTA 

Para piorar a situação do candidato emedebista da capital, o nome de Williames Pimentel consta também no Portal Transparência com contas julgadas irregulares no processo 00951/10, do Tribunal de Constas do Estado, transitado em julgado em 28 de fevereiro de 2019, na decisão APL/TC 00056/19. A coluna não conseguiu apurar se a condenação tem condão de obstar a pretensão do candidato. No entanto, uma irregularidade nas contas de um gestor por um órgão colegiado põe em dúvida a elegibilidade. Além do compromisso assumido na OAB.

IMPUGNAÇÃO

Perscrutando o site do Tribunal Regional Eleitoral, a coluna não encontrou nenhum pedido de impugnação feito pelos adversários de Pimentel e nem pelo Ministério Público Eleitoral em razão deste julgamento, o que em tese pode ocorrer a qualquer momento. Não significa que os problemas impeçam a candidatura. Para dizer que nada conspira favorável ao candidato, justiça seja feita, foi o mais operoso secretário da Sesau, bem melhor que o atual falante.

OPORTUNIDADE 

O MDB da capital perdeu uma ótima oportunidade para se renovar ao ignorar a postulação de Walter Waltemberg a candidato do partido a prefeito. Contudo, o eleitor ganhou um ótimo candidato à edilidade municipal, o que enobrece um legislativo mirim que outrora provocou muita vergonha aos munícipes da capital.

OAB

Repetindo as eleições anteriores, a Ordem dos Advogados do Brasil convidou os candidatos a prefeitos para aderirem a uma carta princípios da instituição pela ética na política e contra os malfeitos nas campanhas. Todos os candidatos da capital rondoniense estiveram na sede da Seccional e assinaram a bendita carta. O que intriga é que horas depois da assinatura seguidores dos candidatos caíram de pau nos adversários, revelando que ações para coibir o vale tudo são assinadas por todos sem o menor pejo. Numa campanha atípica em meio à pandemia as redes sociais vão dominar a eleição o que exigirá dos comitês reforço jurídico para conter as Fake News e os excessos dos comitês eleitorais mais atirados.

VEXAME

Pelos discursos que os candidatos fizeram na OAB-RO, dissonantes com o tema central contra corrupção eleitoral e malfeitos, o que ouvimos foi um circo de horrores. Apenas dois, da lista enorme de candidatos a prefeito de Porto Velho, tocaram no tema do evento. Os demais sequer souberam ler a cola que a assessoria aprontou sobre plano de governo. Lindomar Garçon, que se notabilizou em aparecer nas fotografias de “bicão” (uma espécie de papagaio de pirata), talvez prevendo um vexame, não compareceu e optou em enviar a candidata a vice para assinar a carta. O formato do evento que a OAB mantém é obsoleto e não tem a mesma força de quando foi idealizado.

LOROTA

O pedido de impugnação feito pelo comitê eleitoral de Breno Mendes contra a coligação do PDT com a candidatura de Vinicius Miguel do Cidadania não passa de lorota. A coligação está hígida e sem vícios, diferente do que alega Mendes. Houve renúncia da chapa homologada pela convenção pedetista e coube à direção do partido decidir por se coligar com o Cidadania, nos prazos absolutamente normais. Ademais, caso assistisse razão à parte autora, o que não é o caso, o máximo que poderia acontecer seria a dissolução da coligação, sem que o registro da candidatura de Vini sofresse qualquer impugnação. Todos têm direito a pleitear na justiça os seus interesses, mesmo que seja apenas uma lorota.

FACÍNORAS

É inconcebível num estado democrático de direito atos violentos praticados por grupos extremistas sob a bandeira de lutar por reforma agrária. Os movimentos sociais são absolutamente essenciais à democracia e na reivindicação por uma vida mais igual para todos, mas utilizar de técnicas de emboscada para ceifar a vida de qualquer pessoa é conduta de facínora. A morte de dois policiais ocorrida no final de semana tem que ser repudiada por todos e levada ao julgamento conforme prescreve a legislação penal, com todo o rigor que a lei descreve.

TEMPERANÇA

Embora parte da corporação militar tenha protestado pela possível parcimônia do governador coronel Marcos Rocha, ex-colega dos militares tombados, como chefe do Executivo Estadual o governador agiu com denodo e temperança. Não há na coletiva dada por Marcos Rocha e seus auxiliares qualquer leniência em relação aos facínoras. As palavras do governador foram absolutamente adequadas num momento de tensão como este, e não poderia ser diferente. Um verbo instigando os comandados a agir fora dos ditames legais seria uma senha para que uma nova Corumbiara se repetisse em solo rondoniense. O cargo de governador exige, entre outros predicados, muita temperança. Rocha demonstrou que na crise sabe lidar com responsabilidade e inteligência. Merece elogios e, em relação aos facínoras, todos querem que justiça seja feita conforme a lei.

TRÉPLICA 

Uma nota dada pela coluna passada intitulada empulhação – abordando a inocuidade da exigência de um relatório supostamente para identificar pacientes com covid que desembarcavam em Porto Velho – rendeu uma reação áspera de um cidadão anônimo de nome Fipile Jeferson, autointitulado idealizador do sistema. Na réplica o indigitado apresenta as justificativas e chega a ironizar as fontes consultadas pela coluna para concluir que a ação no aeroporto Jorge Teixeira, única em todo Brasil, era uma empulhação. Na mesma entoada o cabra se gaba das ações de combate ao covid empreendidas pela Sesau ao afirmar (sem abordar as ações policiais que ocorreram na secretaria) que é uma das quatro melhores do país. A coluna estava preparada para a tréplica ao genioso rapaz, mas ao desembarcar no aeroporto da capital, sexta-feira passada, percebeu que a empulhação havia acabado. Coincidência, ou não, a empulhação acabou após a coluna denunciar a ineficácia da ação e ao ouvir especialistas da área, inclusive o Dr. Hiram Gallo, Diretor do Conselho Federal de Medicina. Há um adágio popular que o genioso deveria seguir: quem fala muito dá bom dia a cavalo.

SORRATEIRO

Não é justificativa plausível um governo mandar sorrateiramente o DER rebocar num domingo uma máquina que estava prestando serviço à população porque a execução da obra estava a cargo de uma administração municipal não aliada. Nada, absolutamente nada, justifica o guincho sorrateiro. Quem perde não é o prefeito, nem os asseclas ocultos do governador, quem perde é o povo destinatário real das ações públicas. Querer ajudar um aliado retaliando adversário de forma tão vil, é coisa de cabeça de bagre. Marcos Rocha errou feio e o fato ainda vai dar muita dor de cabeça. Ainda bem que a do escriba é chata.

PIMPOLHO

Pelos movimentos políticos do coronel Marcos Rocha, o candidato oficial a prefeito do governo na capital é Breno Mendes, ex-chefe de gabinete do atual prefeito. Já é possível sentir os movimentos do governo para anabolizar o novo pimpolho. Já o ex-líder do governo Rocha na Assembleia Legislativa, Eyder Brasil, igualmente postulante ao paço municipal, está sendo ignorado e esnobado pelos auxiliares do governo do ex-aliado, a exemplo da primeira dama que é a mais entusiasmada com a campanha do pimpolho.

PESQUISA

Já começam a aparecer os primeiros números de pesquisa eleitoral na capital. Independente dos números, quem possui um mínimo de experiência em eleição sabe que historicamente na capital o eleitorado decide o voto nos últimos três dias que antecedem a eleição. Portanto, os números são reflexos do momento, ainda assim quando são apurados, digamos, de forma mais real. Uma boa pesquisa não é barata e sai mais cara para o candidato quando é anabolizada para atender a própria vaidade.

RECUPERAÇÃO

É com muita alegria que este cabeça chata recebe a notícia da recuperação do Dr Heverton Aguiar, um amigo dileto que venceu o covid depois de muita luta. Pela corrente de pessoas torcendo por sua recuperação revela o apreço que todos têm a figura humana que é Dr Heverton. O total restabelecimento ainda demora em razão das sequelas, mas não corre mais perigo de vida. Aleluia!

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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