Teia Digital

Abril teve fluxo negativo de capital estrangeiro – Por Silvio Persivo

O pensamento molda a vida. “Da natureza de nossos pensamento, depende a fortaleza, de nosso corpo , o vigor de nossa inteligência, o êxito de nossos negócios” (R. W. Trine).

MANUAL DE PESCA ESPORTIVA DO ESTADO DE RONDÔNIA

A atividade turística de Porto Velho se ressente de eventos e um apoio mais organizado, apesar de começar a existir movimentos mais fortes neste sentido que foram abalroados com a pandemia. Assim não podemos deixar de assinalar a importância da retomada do projeto “Porto Velho Sport Fishing”, criado pelo empresário Claúdio Hikague em parceria com o Conselho Empresarial de Turismo (Conetur), que acontece, na próxima sexta-feira (13), com o lançamento do primeiro Manual de Pesca Esportiva do Estado de Rondônia e a visita da família Nakamura e Fábio Baca, peresonalidades conhecidas no mundo da pesca. A agenda tem o apoio direto da Secretaria da Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur) e da Federação do Comércio do Estado de Rondônia (Fecomércio). Para a titular da Semdestur, Glayce Bezerra, a pandemia prejudicou muito o desenvolvimento e execução das ações, mas agora o projeto terá amplo apoio para melhorar o turismo de pesca local e ter a adesão dos moradores locais e de turistas.

À PROCURA DO BRASIL 

O curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia recebeu convite para participar  do Encontro Nacional dos Estudantes de Economia (ENECO) Rio de Janeiro, durante os dias 21 a 28 de Agosto de 2022, com sede na Universidade Federal do  Rio de Janeiro (UFRJ), no campus Praia Vermelha, no Rio de Janeiro – RJ. O Encontro Nacional dos Estudantes de Economia é um evento para compartilhar ideias e experiências, com estudantes de todo o Brasil, tornando mais plural o debate econômico. O Encontro é também uma forma de integrar perspectivas socioculturais distintas, diante da especificidade de cada região brasileira.  Os estudantes se reunirão para debater o tema: “À procura de uma Nação chamada Brasil”, cujo objetivo será resgatar pensadores econômicos importantes para a contribuição na formação do Estado Brasileiro e das Ciências Econômicas. 

RUA DO LAZER E CIDADANIA

Muito boa a iniciativa, que aconteceu, no último sábado (7), no bairro Nacional e áreas próximas na zona Norte da cidade. Na sua terceira edição este ano, o projeto Rua de Lazer e Cidadania contemplou a comunidade com uma manhã recheada de atividades recreativas, lazer e assistência social.As atividades aconteceram na quadra Poliesportiva João Lima de Souza, com uma programação variada: jogos recreativos para as crianças, esportes, pinturas, cortes de cabelos, maquiagem, manicure. Os moradores também tiveram atendimentos do Cras e CadÚnico. oordenado pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semes), o projeto reúne diversas secretarias municipais, além de parceiros e instituições para levar serviços e ações sociais gratuitamente às comunidades.

INFLAÇÃO ALTA TEMBÉM NA CHINA 

Falam de inflação como se isto fosse uma particularidade brasileira quando não é. Com os problemas de restrições, advindas das medidas do covid-19, a oferta de muitos produtos foi afetada e, com os sucessivos aumentos dos preços do petróleo, de fato, nos Estados Unidos se teve uma inflação anual de 8,5%, a maior dos últimos 40 anos, que levou o Fed a subir a taxa de juros de curto prazo de 0,50% para 0,75%. Esta é a maior alta de juros em uma única reunião dos últimos 22 anos. Na China, a inflação de abril superou as expectativas tanto ao nível dos produtores como dos consumidores. O Índice de Preços ao Produtor (PPI), já divulgado, atingiu  8%, contra 7,8% esperados. Mais ainda ficou um pouco abaixo do índice de março (8,3%). O IPC, por sua vez, foi de 2,1% (1,8% era esperado), acelerando diante de 1,5% em março. Lá, como  aqui, lockdowns, combustíveis e inflação global de alimentos foram os principais fatores para acelerar a inflação no país. 

IMPORTAÇÃO DE PAÍNES SOLARES CRESCE MUITO NO 1º TRIMESTRE

Como resultado das diversas políticas de subsídios dos órgãos públicos, como a redução no imposto de importação, os painéis solares se destacam com compras em alta dos fornecedores no exterior. O Relatório de Importação do 1º Trimestre de 2022, realizado pela Logcomex, empresa que oferece soluções de big data e automação para o comércio exterior, demonstra que o valor de importação do produto subiu no período. Nos três primeiros meses do ano foram importados US$ 1,4 bilhões do produto. Isto o coloca em 4º lugar na lista dos mais importados neste período e representa um aumento de US$ 931,8 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, uma alta de 193,12%. No primeiro trimestre de 2021, ele ocupava a 15ª posição no ranking. Nota feita com informações de Carolina Lara Comunicações. 

ABRIL TEVE FLUXO NEGATIVO DE CAPITAL ESTRANGEIRO 

O mês de abril se caracterizou por ser o primeiro mês com fluxo negativo  de capital estrangeiro na Bolsa brasileira em 2022. Houve uma saída líquida de -R$ 7,7 bilhões, mas mesmo assim o acumulado de 2022  é positivo: R$ 59,1 bilhões. É preciso ver que o mês passado foi marcado por uma performance fraca dos mercados globais- foi o pior desempenho mensal desde março de 2020. Motivos para isto existem: a inflação em níveis recorde, os juros em alta, o conflito da Ucrânia, o choque dos preços das commodities, a política de zero-Covid na China com os riscos crescentes de recessão econômica. No Brasil, em particular, impacta a elevação internacional do preço dos combustíveis e, agora, a volatilidade das commodities impactando os fluxos estrangeiros para o País. Também paira no ar as incertezas sobre o crescimento econômico global, especialmente com os lockdowns na China causando queda  nos preços das commodities e do fluxo de capital estrangeiro.  

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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