Em Linhas Gerais

Marinha Raupp sonha com plano B para voltar a ser deputada federal – Por Gessi Taborda

EDITORIALZIM

Oposição ao governo é normal na democracia, oposição ao país é falta de patriotismo, de visão política e de cidadania. A situação do país é crítica, crises na política e na economia com fortes reflexos negativos na sociedade. Não é apenas uma crise, são várias ao mesmo tempo, inclusive moral e ética, tornando preocupante o cenário. Arrecadação fiscal estagnada, produção em queda, atividades comerciais e de serviços em declínio, desequilíbrio cambial, balança comercial com números desanimadores, desemprego com altos percentuais, inflação crescente, recessão geral.

Porém, há esperança de recuperação, o Brasil enfrentou outros períodos difíceis e sobreviveu. Novamente é o momento de repetir a conclamação de união nacional, pacto pelo país, todos lutando juntos, setores produtivos e a população, que não geraram a crise, mas com ela não podem conviver.

FILOSOFANDO

“Às vezes só precisamos de alguém que nos ouça. Que não nos julgue, que não nos subestime, que não nos analise. Apenas que nos ouça”. Charles Chaplin, imortal ator britânico.

URBANO

A solução definitiva para por um ponto final no monstrengo criado pelo prefeito anterior de Porto Velho, batizado por SIM, virá ainda nesse ultimo semestre do ano. Todos os nós do processo que mantinha esse sistema falido e de péssima prestação de serviço aos usuários foram desatados. Será mais uma grande vitória do atual prefeito e uma libertação para os usuários do transporte urbano da capital dos rondonienses.

PLANO B

Marinha Raupp, mulher do ex-senador Valdir Raupp, tem um plano B para voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados no final do próximo ano. Ela passou vários mandatos em Brasília, até a derrota sofrida na última eleição, juntamente com seu marido. Acostumada ao poder, Marinha fará de tudo para retornar, mesmo se para isso tiver de entrar de corpo e alma (e certamente até com dinheiro) na já anunciada corrida eleitoral de Leo Moraes rumo à prefeitura de Porto Velho. Afinal, a mulher de Raupp é a primeira suplente do atual deputado federal Leo.

Fontes disseram à coluna que Leo Moraes está propenso a aceitar o apoio, achando que o fato de Valdir Raupp ter sodp denunciado pela prática de corrupção não vai colar no seu estilo próprio de fazer política.

CARA DE PAU

A cara de pau dos congressistas brasileiros é tamanha que só nos falta assalto à mão armada. Enquanto o salário mínimo terá um reajuste de apenas R$ 42 em 2020, o governo corta Orçamento para bolsas de estudo e programas sociais, enquanto engordam o fundo partidário para bancar campanhas do próximo ano.

ROTAS AMAZÔNICAS

Não são apenas as queimadas na floresta que preocupam as autoridades do Governo. Há informes de militares da região de que as duas maiores facções criminosas do Brasil entraram em guerra pelas rotas de transporte de drogas nos rios até a foz no mar Atlântico.

DERRUBADA

Desde os tempos em que o PT fez o que bem quis na gestão da prefeitura de Porto Velho, se falou que, quanto ao meio ambiente, plantou milhares de árvores na cidade. Onde estão essas árvores continua um grande mistério. O que não é mistério foi a derrubada de árvores (algumas centenárias) pela gestão anterior, como aconteceu na avenida Tiradentes. A verdade é que a capital rondoniense é uma das cidades menos arborizadas de Rondônia.

DESLEIXO

O sarampo havia sido erradicado, mas por descuido da própria população voltou a infernizar a vida de todos. É preciso mais consciência de todos com as campanhas de vacinação.

BLITZE

Não me surpreendo mais com a imprudência no trânsito de Porto Velho, especialmente praticadas por condutores de motocicletas. São eles quem mais desrespeitam semáforos. E nada acontece pela inexistência de fiscalização. E o que não falar das outras barbaridades rotineiras além de avançar o sinal e pilotar perigosamente com manobras que colocam em risco os próprios motoqueiros e condutores de outros veículos.

Uma cena comum aqui na cidade é o sanduiche entre o piloto da moto, a carona e uma criança de colo no meio. Isso não deveria ser só um exemplo de condutor incauto. Eles colocam a vida desses menores (muitas vezes filhos dos próprios motoqueiros) em risco. Essa prática é admitida como normal por quem fiscaliza (quando se posicionam em algumas esquinas) o trânsito. Tudo sinalizam a falta de blitze para coibir essas loucuras.

DESTROÇADO

O atual presidente da Assembléia Legislativa rondoniense vai conseguindo destroçar o esquema perfeito de corrupção montando naquela Casa ainda nos tempos do foragido Carlão de Oliveira. O presente Laerte Gomes voltou a anunciar a convocação de novos aprovados no concurso público realizado recentemente.

CONDENADO

O ex-presidente, Maurão de Carvalho, ao esquecer-se de esquemas antigos para destinar dinheiro público em benefício de poucos não percebeu o estudo de instituições do judiciário e acabou sofrendo uma condenação. Ainda não está na cadeia graças ao número infindável de recursos existentes na ordem jurídica para quem tem dinheiro bastante para alimentar ótimas bancas de advogados.

EMDUR

Na última sexta-feira, o prefeito Hildon Chaves, de Porto Velho, atendeu uma antiga reivindicação dos servidores municipais, ou mais especificamente dos trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbana (Emdur) com a assinatura do Plano de Cargos e Salários. A decisão da prefeitura será submetida aos vereadores que, presentes ao evento, garantiram uma rápida aprovação da medida.

DENÚNCIAS

Continua pipocando nos gabinetes de autoridades ligadas à defesa do dinheiro público relacionado às verbas de compensação de alguns políticos, como as usadas para sustentar o abastecimento e contratação de dezenas de veículos através de gabinetes de vereadores. Lamentavelmente nem todas as autoridades que deveriam defender interesses dos contribuintes demonstram preocupação com o fato. Umas dessas autoridades ao receber a representação preferiu considerar como normal o fato da edilidade jogar tanto dinheiro do contribuinte pelo ralo.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNISTA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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