Cidades

Vereador Zé Paroca: Reforma da praça do bairro Aponiã é concluída e devolve espaço de lazer à comunidade

A Prefeitura de Porto Velho concluiu a aguardada reforma da Praça do Bairro Aponiã, atendendo a um pedido de providências do Vereador Zé Paroca. A revitalização entregou à comunidade um espaço moderno, acessível e completamente reestruturado para o lazer e a convivência familiar.

O pedido do vereador, protocolado na Câmara Municipal, destacava a deterioração do espaço público e a necessidade de um local adequado para as atividades da comunidade. A gestão do Prefeito Leo Moraes acolheu a demanda e incluiu a obra no cronograma de investimentos em infraestrutura urbana, que já contempla ações em diversas áreas da capital.

“Ver essa obra concluída é a realização de um sonho para os moradores do Aponiã. A praça é o ponto de encontro das famílias, onde as crianças brincam e os jovens praticam esportes. Seguimos firmes no compromisso de ampliar as condições de lazer em Porto Velho”, celebrou o Vereador Zé Paroca, que tem se dedicado incansavelmente à melhoria dos espaços públicos da capital.

A nova praça foi equipada com piso em bloco intertravado, que garante durabilidade e permeabilidade, evitando alagamentos. Foram instalados bancos de concreto para descanso, pergolados que oferecem áreas sombreadas e uma infraestrutura completa de lazer, com espaços para atividades físicas e recreação.

A revitalização de praças e espaços públicos tem sido uma das marcas da gestão municipal. O Prefeito Leo Moraes tem empreendido esforços para atender as demandas da população, com investimentos em drenagem, pavimentação e requalificação urbana. “Espaços como este fortalecem os vínculos da comunidade e melhoram a qualidade de vida. Seguimos trabalhando para que Porto Velho tenha cada vez mais áreas de convivência dignas para nossas famílias”, afirmou o prefeito.

A entrega da praça no Bairro Aponiã se soma a outras iniciativas da Prefeitura, como a construção de quadras de grama sintética e a revitalização de áreas esportivas em diversos bairros. O governo municipal tem estruturado um amplo programa de investimentos para transformar a cidade e atender às demandas históricas da população.

A obra, que agora está à disposição da comunidade, representa mais um passo na transformação de Porto Velho em uma cidade mais acolhedora, acessível e preparada para o futuro.

FONTE: PORTAL RONDÔNIA

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Gomes

6 Comments

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  • FAKE NEWS NÃO É JORNALISMO

    Os moradores do bairro Aponiã estão indignados com a reportagem que anuncia a “reforma concluída” da praça e afirma a existência de bancos, pergolados e infraestrutura completa de lazer.
    Segundo a publicação, a obra teria entregue à comunidade um espaço totalmente revitalizado.

    Porém, quem frequenta a praça sabe que a realidade é outra.
    Uma simples pintura fraca não pode ser vendida como reforma completa.
    Se os bancos, pergolados e demais melhorias anunciadas não existem ou não foram executados, estamos diante de uma informação que induz a população ao erro.

    É lamentável que um veículo de comunicação publique conteúdo político sem a devida verificação dos fatos.

    Quando a imprensa reproduz propaganda como notícia, corre o risco de se tornar instrumento de divulgação de fake news, prejudicando sua credibilidade e desrespeitando os moradores que convivem diariamente com a verdadeira situação da praça.

    A população merece respeito, transparência e informações verdadeiras.
    Fotos e vídeos do local valem mais do que qualquer release político.

  • Pintar alguns elementos da praça não é o mesmo que realizar uma reforma.

    Se não há bancos, pergolados e melhorias estruturais como anunciado, a população tem o direito de questionar tanto o vereador quanto o jornal que publicou a informação.

    O papel da imprensa é verificar os fatos antes de divulgar conteúdo político como se fosse notícia.

  • Passar uma demão de tinta não é o mesmo que realizar uma reforma completa.

    Quando informações são divulgadas sem refletir fielmente a situação do local, a população é induzida ao erro e perde a confiança tanto nos agentes públicos quanto nos veículos de comunicação.

    Os moradores pedem transparência, fiscalização e esclarecimentos sobre o que realmente foi executado na praça. A verdade deve prevalecer sobre qualquer tentativa de promoção política.

    A comunidade conhece a praça, acompanha sua situação diariamente e tem o direito de exigir informações verdadeiras.

  • Gente, eu moro no Aponiã há mais de 30 anos e sinceramente fiquei muito triste e indignada com essa reportagem falando que a praça foi toda reformada.

    Eu passo ali quase todo dia e não sei onde tá essa reforma toda que tão falando.

    Disseram que tem banco, pergolado e várias melhorias, mas eu não tô vendo isso não.
    Uma pintura no chão aqui e ali não é reforma, vamos falar a verdade.

    O que mais me revolta é que parece que querem fazer a população acreditar numa coisa que não existe.

    Quem mora no bairro sabe como a praça tá e sabe que ela ainda precisa de muita coisa pra ser um espaço de lazer de verdade pras famílias e pras crianças.

    Nós moradores não somos bobos. A gente vê a realidade todos os dias. Fica muito feio divulgar uma matéria dessas e tentar vender como uma grande obra aquilo que claramente não aconteceu do jeito que estão falando.

    Eu amo meu bairro, moro aqui há décadas, criei meus filhos aqui e só queria que falassem a verdade.
    Não precisa inventar nem aumentar nada.
    Quando fizerem uma reforma de verdade, a própria população vai reconhecer e agradecer.

    Mas do jeito que tá, parece mais uma fake news do que uma notícia.

  • é muita cara de pau mesmo!

    vou esperar ele passar na minha loja pra tomar café e pedir voto, ele vai pegar o dele esse caba mentiroso.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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