Olhando o lado positivo. “Morrer é duro. Sempre senti que a recompensa final dos mortos é não morrer nunca mais” (Irving D. Yalom).
FUNCULTURAL DIVULGA EDITAL PARA FESTAS JUNINAS
A Fundação Cultural do Município de Porto Velho (Funcultural) divulgou o Edital de Chamamento Público Simplificado nº 03/2026, que abre as inscrições para o I Concurso Municipal de Quadrilhas Juninas, Arraiá do Bera 2026, na categoria adulta. O evento irá acontecer entre os dias 25 e 28 de junho de 2026. As inscrições estão abertas de 10 a 20 de junho. Para participar os grupos folclóricos de quadrilhas juninas precisam se credenciar junto à Funcultural. O concurso tem como objetivo valorizar as tradições juninas, fortalecer a identidade cultural e premiar os melhores grupos com troféus, medalhas e cachês. A avaliação será feita por uma comissão de jurados, com notas de 9,0 a 10, considerando quesitos como originalidade, animação, coreografia e desempenho de personagens tradicionais, como o Casal de Noivos, o Casal de Velhos, o Padre e os Sacristãos e a Rainha. A presidente da Funcultural, Débora Figueiredo, reforçou o compromisso com a transparência e o incentivo aos grupos culturais. “Esse edital representa a abertura de mais uma grande oportunidade para os grupos juninos da nossa capital. Queremos garantir um processo democrático, organizado e que valorize o esforço de cada quadrilha que mantém viva essa tradição tão importante”.
LANÇAMENTO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO E INTEGRAÇÃO DA FAIXA DE FRONTEIRA DE RONDÔNIA
Nesta segunda-feira (15), no Auditório do Ministério Público de Rondônia, foi realizado o lançamento do documentos-base dos Planos de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFFs) do Arco Norte e de Rondônia elaborado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM). Os planos têm como objetivo promover o desenvolvimento sustentável, reduzir desigualdades regionais e fortalecer a integração territorial nas áreas de fronteira da Amazônia Legal. O objetivo principal do documento foi de reunir e organizar informações e dados secundários sobre a Faixa de Fronteira Amazônica, bem como analisar a realidade local a partir dos grandes temas associados à política de integração da fronteira brasileira. O evento lotou o auditório sendo prestigiado pelas autoridades e o público que assistiu uma exposição sobre a importância e conteúdo do documento base.
ENDIVIDAMENTO DIMINUI NO MÊS DE MAIO
O número de endividados em Porto Velho caiu em maio, em contraposição ao aumento da média nacional. A Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) feita no estado, elaborada pela CNC (Conferência Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) em conjunto com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Rondônia-Fecomércio/RO, mostra que diminuíram o número de inadimplentes, de insolventes e das famílias que não terão condições de pagar suas contas. Os números revelam que 86,9% das famílias, ou 144.994 delas, estavam endividadas. O dado é -0,23% menor que o de abril (87,1% do total ou 149.189) e menor -0,58% que o patamar de um ano atrás (86,4% ou 143.998). A pesquisa mostra que 38,9% das famílias estavam com as contas atrasadas em maio, menor que as marcas de abril de 2026 (39,1%) e de maio do ano passado (14,1%). Também as famílias que não tem condições de pagar suas contas diminuiu de 14,1% em abril para 13,4% em maio. Também em maio do ano passado era maior (16,2%).
ALTA MORTALIDADE ACONTECE TAMBÉM POR FALTA DE BOA ADMINSITRAÇÃO
Segundo a Receita Federal o país tem 11,4 milhões de empresas ativas. Porém existe um alto índice de mortalidade na medida em que seis entre 10 empresas encerram suas atividades antes de completar cinco anos. Embora a maior contribuição para este resultado seja, sem dúvida, o ambiente econômico, a carga tributária muito alta e a burocracia, também contribuem para este resultado fatores que como ausência de planejamento, gestão financeira deficiente e falta de análise de mercado. Isto também se deve muito à falta de qualificação dos empreendedores que, de fato, na grande maioria, fazem o que se denomina de “empreendedorismo forçado”, ou seja, se transformam em empresários por necessidade sem preparação e sem planejamento. Até mesmo quando recebem apoio, recebem recomendações para mudar a forma de administração, não conseguem modificar seu comportamento. Por isto a Receita Federal possui 3,9 milhões de pessoas jurídicas que receberam o grau D, o nível mais baixo, com conformidade inferior a 70%. São empresas com débitos vencidos, declarações atrasadas, inconsistências entre o que declaram e o que escrituram. Na prática, operam no limite, muitas sem saber os problemas que possuem nem como resolvê-los. E, por isto, o diagnóstico imediato, mais fácil, quase sempre é apontar para fora e culpar as condições do ambiente econômico- o que não quer dizer que este não seja hostil ao empreendedorismo.
PEQUENO EMPREENDEDOR AGE COM CAUTELA EM RELAÇÃO À COPA 2026
Ainda que a Copa do Mundo de 2026, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio (CNC). deva movimentar cerca de R$ 4,32 bilhões adicionais no varejo brasileiro, a maioria dos pequenos negócios ainda não se preparou para aproveitar a oportunidade. Foi o que revelou um levantamento da GestãoClick com sua base de clientes. Pelo estudo apenas 15% dos entrevistados afirmam ter um plano em execução para aumentar as vendas durante a Copa. E 59% não pretendem fazer nenhuma ação específica ou não veem sentido em investir esforços voltados ao evento. Para Nena Matos, da GestãoClick, “Existe uma oportunidade relevante de consumo concentrada em um período curto e previsível. Quem se organiza com antecedência, ajusta estoque, prepara campanhas e acompanha seus indicadores tende a disputar um mercado que muitos concorrentes estão deixando passar”, afirmou. Entre as principais conclusões do levantamento está o fato de que a maior oportunidade para os pequenos negócios pode estar justamente na falta de movimentação dos concorrentes. Com quase seis em cada dez empreendedores sem planejamento específico para o evento, empresas que realizarem ações simples, como campanhas temáticas, combos promocionais, reforço de estoque e ampliação de horários de atendimento, podem encontrar um ambiente menos competitivo para conquistar consumidores durante a Copa.
AUTOR: SILVIO PERSIVO – COLUNA TEIA DIGITAL – FOLHA RONDONIENSE
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