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Senador Marcos Rogério assina pedido de CPI contra ministros do STF

No sistema, Rogério formalizou sua participação como “Parlamentar Individual”, somando forças ao movimento que busca investigar possíveis relações entre magistrados da Suprema Corte e o empresário Daniel Vorcaro.

O senador Marcos Rogério (PL-RO) confirmou a adesão ao requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O registro da assinatura eletrônica, datado de 06 de março, valida o apoio do parlamentar rondoniense ao protocolo SF267557353319, conforme o comprovante digital que o site Notícia do Norte obteve com exclusividade. No sistema, Rogério formalizou sua participação como “Parlamentar Individual”, somando forças ao movimento que busca investigar possíveis relações entre magistrados da Suprema Corte e o empresário Daniel Vorcaro.

A adesão de Marcos Rogério ocorre em sintonia com a bancada de Rondônia, posicionando-o ao lado do senador Jaime Bagattoli (PL-RO). Os dois parlamentares alinharam o apoio no mesmo período, consolidando uma frente unificada do estado no Senado. O foco da investigação parlamentar, segundo o texto do pedido, é apurar a natureza de vínculos extrajudiciais e eventuais conflitos de interesse que possam ter impactado a atuação institucional dos magistrados citados.

O documento obtido pela reportagem detalha que a assinatura foi processada via sistema interno de gestão de mandatos. O registro é a prova documental da participação de Rogério no bloco de oposição, que trabalha para garantir o quórum necessário à instalação do colegiado. Diferente de outras comissões, esta proposta foca especificamente na conduta pessoal e nos deveres de probidade, sem o objetivo declarado de revisar decisões judiciais já proferidas.

Processo e prazos

Com as assinaturas formalizadas, os senadores agora pressionam pela leitura do requerimento em Plenário pelo presidente da Casa. O plano de trabalho da comissão, encabeçada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), prevê um colegiado de 11 membros titulares com prazo de 120 dias para conclusão dos trabalhos. O requerimento estabelece ainda um teto de despesas de R$ 50 mil para as diligências necessárias ao esclarecimento dos fatos narrados na justificativa.

FONTE: ASSESSORIA PARLAMENTAR –  SENADO FEDERAL

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