Teia Digital

7ª Rondônia Rural Show encerra com sucesso – Por Sílvio Persivo

Entendeu aí, papudo! “O que diferencia a regra da exceção é a frequência” (Dirceu Azevedo).

GOVERNO ANUNCIA QUE SÓ FARÁ O ESSENCIAL COM MENOS RECURSOS

O governador Daniel Pereira, nesta segunda-feira (28), em reunião no Palácio Rio Madeira, afirmou que as desonerações concedidas pelo governo federal em atendimento as demandas do transporte de cargas afetará fortemente as contas estaduais. O secretário de finanças, Franco Ono, complementou que, de tão grave o quadro que se desenha, não se trata mais de fazer mais com menos, o mote do governo para manter as contas sob controle. Para ele, “Agora, temos que fazer o essencial com menos”. Daniel Pereira disse aos secretários que todos terão que participar dos esforços para que o estado se adeque à nova realidade econômica que se impõe, com cortes nos gastos. “Viagens para fora do estado, só se for para trazer resultados concretos, trazer mais recursos”, anunciou o governador, que pretende fazer uma série de reuniões com a bancada estadual, federações, prefeitos e sindicatos de servidores para tratar da gravidade do momento. Os secretários estaduais presentes à reunião com o governador foram orientados a preparar breve explanação para mostrar quais os cortes de gastos que farão e o que realização com os recursos restantes.

7ª RONDÕNIA RURAL SHOW ENCERRA COM SUCESSO

A 7ª Rondônia Rural Show foi encerrada no sábado (26), em Ji-Paraná, com a realização de R$ 533.417.650,34 em negócios, valor considerado muito bom considerando a interferência do movimento nacional dos caminhoneiros. O governador Daniel Pereira disse que “Fizemos o melhor. Nem esse contexto de proporção histórica causada pela crise que promoveu o desabastecimento de combustível impediu a realização da feira”. Em quatro dias 52.852 visitantes passaram pela feira que disponibilizou 93 intervenções educativas e pedagógicas em palestras voltadas ao agronegócio. O evento teve a participação de 458 expositores. No pavilhão da agroindústria e do artesanato as vendas diretas superaram R$ 235 mil. Na cerimônia de encerramento, o governador pediu aos chefes das pastas governamentais da Sedam, Emater, Idaron e Seagri que trabalhem mais alinhados no sentido de oferecer serviços mais rápidos, especialmente aos assuntos ligados ao agronegócio, como licenças ambientais e manejo da

sanidade animal, por exemplo.

PROGRAMA ECOS DE SUSTENTABILIDADE OFERTA KITS PARA A ASPROVEL

Na manhã da próxima quarta-feira (30), os colaboradores do Senac Rondônia, por meio do Programa ECOS de Sustentabilidade CNC-Sesc-Senac, estarão disponibilizando kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para 22 catadores da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Porto Velho (Asprovel). São vários equipamentos compondo os kits, entre eles, botas de couro, luvas emborrachadas, coletes, óculos de proteção para o ambiente interno e externo, máscaras, cintas lombares e protetores auriculares. A aquisição dos kits ocorreu mediante à realização de um Bazar Sustentável, promovido pelo Programa ECOS no final do ano passado. O Programa ECOS de Sustentabilidade tem transformado hábitos comuns em oportunidades de inovação sustentável, incentivando a aplicação dessas medidas no cotidiano das pessoas no ambiente em que vivem.

O CUSTO ALTO DA GREVE DOS CAMINHONEIROS

A situação difícil criada pela greve dos caminhoneiros está gerando insatisfações por toda parte. Imagine, então, em Manaus, onde o isolamento por estradas é quase total. Assim não é de estranhar que o presidente do CIEAM, Wilson Périco, ao analisar a greve, tenha dito que “Diante da situação dramática que o país atravessa, com os protestos e seus estragos na vida do país, escassez de produtos e desespero crescente, o Centro da Industria do Estado do Amazonas-CIEAM volta a se manifestar a respeito do caos implantado dessa vez com a greve dos caminhoneiros. Não há como não concordar que a sociedade brasileira se sente sufocada e não suporta mais tantas mazelas e mal-feitos na gestão pública, fonte de tantos danos ao país e a vida do cidadão que trabalha, que investe e recolhe as taxas entre as mais abusivas do planeta. É grande nossa preocupação com os impactos causados na indústria brasileira, os sérios prejuízos decorrentes da quebra de um cronograma que desconstrói agendas de entrega de produtos, muitos deles de extrema ou urgente necessidade, o risco e os danos de escassez de material que impedem a operação do processo fabril.” E o pior é que, qualquer que seja o resultado, a conta, no futuro, vai chegar mesmo é para a população que sofre seus efeitos. E muitos batem palmas…

CAI A TAXA DE DESOCUPAÇÃO NO 1º TRIMESTRE

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,9% no trimestre encerrado em abril, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, o resultado representa 13,4 milhões de desocupados. O resultado está dentro das expectativas coletadas pelo levantamento do mercado, que previam de 12,00% a 13,70%. Para os economistas, no entanto, as condições do mercado de trabalho brasileiro devem continuar frágeis, refletindo a recuperação da atividade mais lenta que a prevista.

INTENÇÃO DE CONSUMO DOS BRASILEIROS SOBE EM MAIO

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 87,1 pontos em maio de 2018, um crescimento de 0,2% em relação ao mês passado. Já na comparação anual, a alta foi de 12,1%. Apesar da melhora, a ICF se apresenta abaixo de 100 pontos desde maio de 2015, mostrando a permanência da insatisfação das famílias com a crise econômica. Para o economista da CNC, Antônio Everton Chaves Junior, “O desequilíbrio das finanças públicas, a baixa capacidade de recuperação econômico-financeira de alguns estados, a burocracia e o nível de juros reais continuam afetando investimentos e consumo privados”.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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