Policial

‘BBB 19’: acusação de estupro contra Vanderson é arquivada e, em depoimento na delegacia, ele se defende

De volta ao Acre, o ex-participante do Big Brother Brasil Vanderson Brito foi ouvido na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), em Rio Branco, nesta quinta-feira (24), sobre as denúncias feitas por três mulheres.

“Foi uma surpresa extrema. Não fazia noção do que estava acontecendo. Fui acordado com a notícia de que teria que sair do programa, mas fui ter noção hoje (quinta,24) pela manhã, quando me contaram quais eram as acusações. Tudo era muito superficial e agressivo, principalmente nas redes sociais”, relatou ele, em entrevista ao G1.

Vanderson foi denunciado na Deam por estupro, agressão física e importunação sexual. As denúncias foram feitas um dia antes do acreano entrar na casa do BBB.

“Não sou agressivo. Fui criado por quatro mulheres (três irmãs e minha mãe). A vivência com mulher é desde quando nasci. Trago isso para as relações, sejam de amizade ou amorosas. Isso é extremamente desconfortável porque tenho um histórico de vida, mas alguém pontua uma coisa e cria-se uma situação ou fragilidade emocional ou ego ferido e isso acaba ferindo a integridade do outro”, reclamou, ainda em entrevista ao site.

Denúncias

Além das denúncias na delegacia, o biólogo foi acusado nas redes sociais de ser agressivo e abusivo nos relacionamentos amorosos. Uma dessas acusações partiu da ex-namorada Maíra Menezes, destaca o portal de notícias, que afirmou ter sido agredida pelo professor. Os dois terminaram o relacionamento em 2011.

“Após três meses (do início do namoro), um familiar dela teve que viajar e fazer um transplante e o pai dela pediu para que eu ficasse ajudando ela e o irmão dela, que era menor de idade. Fiquei acompanhando esse processo por mais de dez meses. Acabou que criou-se mais um relacionamento fraternal do que casal mesmo. Nunca houve agressividade em ambas das partes. Sempre foi muito tranquilo”, detalhou o ex-BBB.

Ainda segundo o professor, em entrevista ao G1, os problemas surgiram após o fim do relacionamento. Segundo ele, a ex-namorada tentou reatar o namoro após ele viajar para o interior do Acre para um trabalho como professor. Ele acusa a jovem de ofendê-lo nas redes sociais e falar mal dele para amigas após se recursar a voltar.

Segundo o G1, a equipe do portal tentou contato com Maíra, mas as ligações não foram atendidas, e a jovem falou por mensagem que não quer se pronunciar.

“Estava tudo bem. Pouco tempo depois (do fim do relacionamento), ela engatou um namoro com um amigo meu, e ele veio falar comigo. Eu disse que achava o máximo. Ela começou a mandar mensagem e falou em reatar o namoro comigo. Falei não porque o que tínhamos vivido tinha passado. Ela continuou a mandar mensagem, e falei que iria mostrar para o meu amigo, caso ela não parasse. Ela respondeu: ‘Ah é, então tá bom'”, relatou o biólogo.

Segundo ele, as acusações surgiram naquela época, após a conversa. O professor alegou ainda ao site que sempre tentou manter distância da ex-namorada, mas não tomou providências sobre as primeiras acusações e o fato veio à tona novamente após entrar no programa.

“Nunca encontrei com no mesmo ambiente. Se tivesse noção de que estávamos na mesma festa, já me afastava. Ela continua influenciando amigas próximas para situações como essas. Os relacionamentos que tive, longos ou curtos, são com pessoas que estão próximas a mim, três foram me receber em casa. Temos uma relação boa. Para mim, mesmo depois de terminar um relacionamento, tem carinho e respeito”, afirmou.

Caso de estupro arquivado

A acusação de estupro foi arquivada pela Polícia Civil do Acre, segundo o G1. De acordo a delegada responsável pelo caso, Juliana d’Angelis, a denúncia foi arquivada por decadência, ou seja, o caso ocorreu em 2016, quando a lei exigia que a vítima denunciasse o agressor em um prazo de seis meses.

“Nos casos de estupro, a ação penal dependia de representação criminal da vítima, que tinha que ocorrer em seis meses. A partir do momento que ultrapassa esse prazo, não tem como desenrolar o inquérito. Foi meramente questão de prazo. Atualmente, não depende da vontade da vítima, a polícia deve proceder a qualquer momento, mas o fato dela foi anterior a essa mudança”, explicou a delegada.

Sobre o arquivamento, o acreano disse que vai trabalhar para provar a inocência sobre as outras duas acusações. Ele argumentou ainda que as acusações só surgiram após a entrada dele no programa, o que pode, de alguma forma, ter causado inveja ou até mesmo ciúmes nas pessoas. Segundo ele, não há um motivo específico para as acusações.

“Não consigo visualizar um motivo lógico. Consigo ver pontualidades, um ego ferido, ciúme de alguma coisa ou até mesmo inveja. A gente vive em uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo. Não sei nem porque ter inveja, sou um professor”, acrescentou ele, em entrevista ao portal.

Assédio alunas

Ao G1, Vanderson falou também sobre as postagens em redes sociais de supostas alunas afirmando que foram assediadas pelo biólogo. Ele destacou que sempre tratou os alunos de forma igual e nunca houve problemas nas escolas onde lecionou.

“Sou carinhoso por natureza, abraço homens, mulheres, não tenho problemas com isso. Agora, há uma questão que hoje tudo é sexualizado. Sexualiza um abraço, homem não pode beijar homem no rosto. Nunca tive problemas com alunos, ou na escola, nunca fui chamado a atenção. Ontem, uma diretora, da primeira escola em que trabalhei, foi me receber”, destacou.

De volta para casa

Ao sair da casa do “BBB”, Vanderson foi acompanhado por um segurança até o Acre. No trajeto do Rio de Janeiro para o estado acreano, ele diz que foi abordado por diversas pessoas que torciam por ele e demonstraram carinho.

“Não fui para o Vanderson Brito aparecer, mas para a causa indígena ter visibilidade, mas, infelizmente, criou-se essa situação e pesou, mas não é um problema para mim. É chato, choca, você perde a oportunidade de R$ 1,5 milhão e quem junta esse dinheiro do nada? Em compensação, a gente vê que não é só o dinheiro, só o prêmio. O carinho que as pessoas têm é incrível. Isso vai passar, a verdade está surgindo”, justificou.

Vídeo fake

Um dos advogados que compõem a defesa do acreano, Roberto Almeida, revelou ao site que, além de provar a inocência, a defesa vai pedir reparação de danos para o biólogo. Isso porque um site de notícias compartilhou um vídeo de uma mulher sendo agredida e afirmou que o agressor era Vanderson.

“Vamos entrar no cível e criminal. Um site utilizou um vídeo e alegou que era ele, depois retirou e se desculpou, mas, depois de causar um dano. Mesmo se a delegada não tivesse ido lá (na casa do BBB), a divulgação do vídeo iria atrapalhar muito nas votações. A pessoa que olhasse o vídeo teria ele como um monstro e a votação ia cair”, alegou ao portal.

FONTE:  EXTRA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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