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5º BEC Comemora 53 anos e seu comandante tenente Coronel Emerson Morais destaca seu papel na História de Rondônia.

Na noite desta segunda feira o Tenente Coronel de Engenharia Emerson da Silva Moraes, comandante do 5º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção) Rondônia, comandou as solenidades alusivas aos  cinquenta e três anos de atividades do Batalhão no Estado.

Em seu pronunciamento o comandante fez questão de destacar a contribuição inestimável do Batalhão para a construção do Estado de Rondônia, bem como daqueles heróis pioneiros que desde o início da unidade contribuíram heroicamente para a consolidação deste estado federativo.

Em seu pronunciamento o Comandante Disse:

“Completa o Batalhão nesta data mais um ano de existência.

O 5º BEC nasceu no dia 30 de julho de 1965 como uma simples idéia, uma ordem quase perdida entre uma  infinidade de outras, com a fragilidade de um sonho, com a missão de transformar a sonoridade do verbo em ações concretas para possibilitar a ligação terrestre entre a Amazônia ao restante do país.

Assim nascia o Pioneiro, primeiro Batalhão de Engenharia na Amazônia.  Não foi sem sacrifício que o Batalhão cumpriu sua missão. Liderado pelo nosso insigne patrono, nosso eterno primeiro  comandante, o Coronel Weber, que comandou o 5º nos seus primeiros cinco anos de história, o Batalhão soube empunhar a bandeira histórica a ele legada por Raposo Tavares, por Plácido de Castro, pelo Marechal Rondon. O Coronel Weber foi considerado o maior bandeirante moderno da segunda metade do século 20, e seus comandados, nossos eternos pioneiros, não hesitaram em sacrificar suas vidas por essa visão de uma Amazônia realmente brasileira. O ruído de nossas máquinas e motores estrondou por todo o sul da Amazônia. Nosso estandarte azul-turquesa com o número 5 tremulou espalhado por mais de 2146 Km de estradas em construção, de Cuiabá a Rio Branco, de Porto Velho a Manaus, em menos de um ano de existência. O ímpeto de nossos civis e soldados fez com que em apenas cinco anos mais de mil quilômetros de estradas fossem construídos em região inóspita, sob as condições mais duras, com uma logística impossível. Muitos pagaram com a sua própria vida o preço por essa vitória. Nosso eterno agradecimento e a certeza de que manteremos sempre a lembrança de nossos mortos na edificação deste sonho.

Dentro deste contexto, não podemos esquecer o nosso eterno símbolo, que carregou garbosamente nosso estandarte azul-turquesa nas nossas formaturas durante quase toda nossa existência, o nosso querido Sargento Áureo. Perdemos recentemente esse baluarte dos nossos mais caros valores, mas temos a certeza de que o Áureo não nos deixou. Ele está vivo em cada pedra, em cada tijolo, em cada parede de nosso Batalhão. Sargento Áureo, a nossa eterna gratidão pelo seu serviço.

Mas, não construímos apenas estradas. Ajudamos a construir Porto Velho e o Estado de Rondônia. Impossível imaginar nosso pujante Estado sem o concurso das obras do nosso Batalhão. Sentimo-nos e somos parte de Rondônia! Tudo isso é, para nós, motivo de justo orgulho e intensa satisfação.

Somos os mais novos sucessores do Coronel Weber, e da Guarda Velha, e pesa sobre nossos ombros a tremenda responsabilidade de continuar a edificação do sonho dos Pioneiros. Também temos nossos próprios sonhos, mas não aquele tipo de sonho que se desvanece ao acordar. Sonhamos acordados, de dia, pois nos empenhamos por nossos sonhos de olhos abertos e lutamos para convertê-los em realidade. Já começamos a escrever na página em branco que a história nos legou. Estamos hoje recuperando mais de 67 Km da BR-364, e nossos motores estrondam na Vila Mariana e no São Francisco, levando o desenvolvimento a estas comunidades carentes de nossa amada Porto Velho. Outras missões estão surgindo, o que é reflexo de nosso trabalho e da crença na capacidade do nosso Batalhão, e tenho certeza que iremos ser bem- sucedidos em qualquer missão que o Sistema de Obras de Cooperação nos designe, pois, além de cumprirmos nossas missões, o 5º BEC, não por acaso, é o criador de grande parte da mística da Arma de Engenharia. Nós somos o batalhão das onças, o batalhão perdido, o batalhão dos maláricos, nós somos o batalhão do chapéu tropical, nós somos o batalhão que não vive em vão, nós somos o batalhão que até a selva tomba, nós somos o batalhão que chora andando, nós somos o batalhão que não pode parar, nós somos, enfim, o 5º BEC.

Nestes desafios, por tudo que nós representamos, pensem bem, meus comandados: NÓS NÃO PODEMOS FALHAR. E não falharemos”

Durante as solenidades alusivas ao aniversário do 5º BEC, foram agraciados com o diploma de Amigos do Batalhão, pelos serviços prestados para o engrandecimento do Batalhão os Senhores: General de Brigada José Eduardo Leal de Oliveira, o Coronel Nilton de Figueiredo Lamperti, o prefeito Municipal Hildon Chaves (que ausente por outros compromissos não compareceu) Helder Hister sub chefe da Casa Civil, o Advogado Devanildo Santana, assessor de políticas governamentais da prefeitura Municipal, Diego Andrade  Lage Secretário municipal de  Infraestrutura e Urbanização da prefeitura Municipal da capital, Renato Campitelli gerente de  manutenção e obras da Eletrobrás Rondônia, Thiago Tezzari Presidente da EMDUR, Emiliano Marinho empresário, Jorge de Souza procurador Geral da Advocacia geral da União e Daniel Ferreira de Souza empresário.

Após o encerramento da solenidade, o comandante Coronel Emerson Moraes recebeu os convidados para um coquetel nas dependências do salão de festas do 5° BEC.

Da Redação Folha.

Autor: Gomes Jornalista Reg. Prof. 1272/RO

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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