Atualidades

34% desaprova Governo Marcos Rocha em Rondônia segundo pesquisa Quaest

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra como está a avaliação do governo de Marcos Rocha (PSD) e os índices de aprovação e desaprovação. O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica.

Aprovação do governo

 

  • Desaprova: 34%
  • Aprova: 46%
  • Não sabe/não respondeu: 20%

 

Avaliação do governo

 

  • Positivo: 32%
  • Regular: 44%
  • Negativo: 17%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

 

Leia também:

Marcos Rocha merece ser reeleito ou merece eleger um sucessor?

 

  • Sim, merece: 38%
  • Não: 45%
  • Não sabe/não respondeu: 17%

 

Rumos do governo estadual

 

  • 17% dos eleitores dizem que o governador a ser eleito deve continuar o trabalho que vem sendo feito.
  • 34% defendem mudar apenas o que não está bom
  • 44% consideram que é necessário mudar totalmente
  • Não sabe/não respondeu: 5%

 

Principal problema do estado

 

A Quaest perguntou aos eleitores qual é o principal problema do estado. Veja os temas mais citados.

  • Saúde: 37%
  • Violência: 13%
  • Infraestrutura: 9%
  • Corrupção: 7%
  • Desemprego: 4%
  • Economia: 4%
  • Educação: 3%
  • Pobreza/Desigualdade: 2%
  • Enchentes: 1%
  • Outros: 9%
  • Nenhum problema/não tem: 1%
  • Não sabe/não respondeu: 10%

 

A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE com os números RO-05711/2026 e BR-00490/2026.

FONTE: G1 RONDÔNIA  –  REDE AMAZÔNICA

FRNEWS TV: TRANSMISSÃO JULGAMENTO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES NO STF

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Norte tem maior inadimplência do país – Por Silvio Persivo

    Ele já sabia que é indispensável tirar o dinheiro do governo. “Não creio que voltaremos a ter um bom dinheiro antes de tirarmos a coisa das mãos do governo. […] Não podemos tirá-lo violentamente; tudo o que podemos fazer é, por meio de algum caminho indireto e astuto, introduzir algo que eles não consigam parar” (Friedrich Hayek). SEMANA COMEÇA […]