Teia Digital

22% dos brasileiros já tem o hábito de comprar em sites e aplicativos de descontos – por Silvio Persivo

Também amo muito a próxima. “Hoje aprendi sobre o amor ao próximo… Não me ama? Ok. Então, próóóóóóximo!”  (Tati Bernardi).

NA FIERO ALUNOS DO ALTO COMANDO TIVERAM UMA EXPOSIÇÃO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE RONDÔNIA

Aspectos da expressão econômica de Rondônia, assim como uma visão da atual situação econômica, os principais projetos em andamento, as expectativas de desenvolvimento e o potencial da indústria rondoniense foram os temas abordados na palestra do presidente da Fiero, Marcelo Thomé, na terça-feira, 15, no salão de convenções do Sistema Fiero, para oficiais instrutores e 23 alunos do curso de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército – Eceme.  Thomé citou que “Sobre desenvolvimento, lembramos que Rondônia é a nova fronteira das oportunidades de negócios. Estamos no centro da Amazônia, no coração da América do Sul. Somos a esquina do melhor hub logístico para se alcançar os mercados Andino, o Caribe, os Estados Unidos, a Europa e a Ásia”. Lembrando que o Governo do Estado, em parceria com a Fiero, iniciaram os estudos para o Plano de Desenvolvimento Industrial do Estado de Rondônia, também citou obras estruturantes para a infraestrutura logística do país, entre elas, conclusão da Ponte no rio Madeira, em Abunã; construção da hidrelétrica binacional de Ribeirão, no rio Madeira (fronteira com a Bolívia); construção da ponte binacional em Guajará-Mirim (Ligando Brasil e Bolívia); reabertura da BR-319 (Porto Velho-Manaus); dragagem e balizamento da hidrovia do Madeira (Porto Velho-Itacoatiara); restauração e duplicação da BR-364;  perspectiva de construção de uma ferrovia de Porto Velho a Vilhena, ligando a região que mais produz soja no mundo, o noroeste do Mato Grosso e Sul de Rondônia aos portos do Madeira, na capital.

EVENTO DE SUCESSO

O presidente do Conselho Regional de Economia da 24ª Região, o Corecon de Rondônia, João Batista Almeida, comemorando o sucesso da palestra do Dia do Economista, na Faculdade Porto FGV, onde com brilhantismo a palestra o historiador e vereador Aleks Palitot fez um apanhado histórico da formação de Rondônia destacando suas virtudes e potencialidades, em especial, a diversificação cultural e a economia criativa que, infelizmente, ainda não tem a atenção que merece em nosso Estado. Estiveram presentes também o prefeito de Guajará-Mirim, Cícero Noronha, o superintendente de Desenvolvimento, Basílio Leandro da Silva, a Prof. Dra. Gleimiria Batista da Costa, chefe do Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas-NUCSA representando o reitor da UNIR, Ari Ott e o representante da Secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Jorge Cesar Ugalde. Não tive como agradecer, mas, o faço afora, por escrito, as palavras elogiosas do vereador Aleks, na ocasião,  à minha pessoa. Foi uma verdadeira festa com o auditório completamente lotado.

SAQUE DO FGTS AJUDA A AQUECER ECONOMIA DO AMAZONAS

A Caixa Econômica Federal divulgando que, no Amazonas, os saques das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)  somaram, até agora, R$ 318,2 milhões. O valor corresponde a 89,93% dos R$ 353,8 milhões tornados disponíveis pela Medida Provisória nº 763. De acordo com a Caixa, 341,2 mil trabalhadores amazonenses têm direito ao saque do benefício. Neste mês, o banco antecipou o calendário da 4ª fase e os trabalhadores nascidos em setembro, outubro e novembro já estão aptos a sacar os recursos das contas inativas. No Estado, 88,3 mil trabalhadores tem direito ao saque de R$ 91,14 milhões. O prazo final termina no dia 31 de julho. Segundo a Caixa, das 341 mil pessoas com direito ao benefício, mais de 66 mil nascidas entre janeiro a novembro ainda não sacaram, informou o banco.

EXPORTAÇÃO DE SOJA JÁ SUPERA O ANO PASSADO

As exportações de soja, pelo Brasil, maior exportador global da oleaginosa, este ano já superou os embarques de todo o ano passado, de acordo com dados de agosto da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).  Até a 2ª semana de agosto, o Brasil havia exportado 53,37 milhões de toneladas de soja, ante 51,58 milhões de toneladas de janeiro a dezembro de 2016.  As exportações maiores ocorrem após a colheita de uma safra recorde no país, de 114 milhões de toneladas em 2016/17, ante 95,4 milhões na temporada anterior, atingida pela seca. As exportações, pelos dados do governo, estão perto de superar o recorde histórico de 54,3 milhões de toneladas, registrado em 2015.  A Abiove, que representa a indústria de soja, estima as exportações do produto em 64 milhões de toneladas.

GOVERNO REVIU META FISCAL

O governo federal anunciou a revisão da meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões em 2017 e de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões em 2018. O déficit primário é o resultado negativo nas contas do governo, a diferença entre arrecadação e despesas, desconsiderando os juros da dívida pública. A nova previsão precisa ser enviada até 31 de agosto ao Congresso, que precisa aprová-la. Em 2016, o déficit registrado foi de R$ 154,2 bilhões, abaixo da meta de R$ 170,5 bilhões. O governo revisou ainda os números dos próximos anos. Para 2019, o déficit passou de R$ 65 bilhões para R$ 139 bilhões. Para 2020, um superávit de R$ 10 bilhões foi revisto para déficit de R$ 65 bilhões. O ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciaram a mudança frisando que, para 2017 e 2018, isto acontece em grande parte pela revisão da receita esperada, já que a Lei de Diretrizes Orçamentárias atualmente em vigor havia sido feita com base numa inflação mais alta (5,4%) do que a atualmente prevista (3,5%).

ENTRE OS CONSUMIDORES BRASILEIROS 22% JÁ TEM O HÁBITO DE COMPRAR EM SITES E APLICATIVOS DE DESCONTOS

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 22% dos consumidores brasileiros realizaram alguma compra pela internet no último ano, utilizando sites e aplicativos de descontos. Pelo levantamento, pratos em bares e restaurantes (48%), comidas delivery (39%) e itens de vestuário, calçados e acessórios (33%) são os produtos mais comprados em sites ou aplicativos exclusivos de oferta de descontos. Em média, o valor das compras realizadas nestes sites é de R$ 246,00.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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