Teia Digital

Vendas de tratores sobem 35,1% em abril – Por Silvio Persivo

Eu também, mas, devo confessar que tenho preguiça. “Devo ter todos os defeitos possíveis, mas faço questão de exercer minhas virtudes” (Tarso de Castro).

SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE JI-PARANÁ EM EXECUÇÃO

A instalação do Sistema de Esgotamento Sanitário – SES, em Ji-Paraná está tendo um desenvolvimento acelerado. Os serviços são realizados em seis frentes com cerca de 150 funcionários. A obra será realizada na rede coletora da cidade, com extensão de 440 quilômetros; 40 mil ligações domiciliares; 16 estações elevatórias e uma Estação de Tratamento de Esgoto – ETE como parte do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, do Governo Federal, com contrapartida do Governo de Rondônia. O SES foi projetado para atender cerca de 90% da população jiparanaense. Nesta primeira fase, os trabalhos estão sendo feitos nas ruas e avenidas principais do 2° distrito do município, nas Avenidas Brasil, Maringá e Ruas Curitiba, Manoel Franco, São Paulo, Goiânia e as Travessas (T17, T18, T19), que constituem a parte central da região. Segundo o o gestor da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos – Seosp, Erasmo Meireles e Sá, “O sistema de esgotamento em implantação, por gravidade, requer que a instalação dos tubos seja executada da montante à jusante (da parte mais elevada para a mais baixa), possibilitando melhor solução quanto às interferências existentes nos trechos”. Desde dezembro de 2021, a Seosp assumiu a gestão do PAC em Rondônia. Segundo ainda Erasmo Meireles, as interferências são, principalmente, em adutoras e elementos do sistema de abastecimento de água, elementos do sistema de drenagem pluvial, subterrâneos do sistema de telefonia, entre outros que, se encontrados, tornam obrigatória a execução de rebaixamento da vala escavada. A execução do SES, em Ji-Paraná é um investimento total de R$ 148.625.629,49 (cento e quarenta e oito milhões, seiscentos e vinte e cinco mil, seiscentos e vinte e nove reais e quarenta e nove centavos), sendo R$ 123.803.760,84 (cento e vinte e três milhões, oitocentos e três mil, setecentos e sessenta reais e oitenta e quatro centavos) do Governo Federal e R$ 24.821.868,65 (vinte e quatro milhões, oitocentos e vinte e um mil, oitocentos e sessenta e oito reais e sessenta e cinco centavos) de contrapartida estadual.

LIMPEZA DO BAIRRO COSTA E SILVA

A Prefeitura iniciou, nesta última terça-feira (7),  serviços de limpeza urbana no bairro Costa Silva, zona Norte de Porto Velho. Entre eles o roço, raspagem, rastelagem, carpina e recolhimento de resíduos. Nesta semana, os trabalhos de limpeza também serão feitos no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), na região central e no espaço que sediou o arraial Flor de Cacto, na zona Sul da cidade. Este tipo de serviço é  importante ação para evitar entupimento de bueiros e bocas de lobo que causam alagamentos e diversos prejuízos. Mas, é preciso que a população também colabore para a manutenção de espaços públicos mais limpos, denunciando quem insiste em jogar lixo nas ruas, pelo e-mail [email protected]. É possível também solicitar a limpeza do bairro ou rua pelo e-mail [email protected]  ou no atendimento presencial na sede da Semusb, localizada na rua Aparício Moraes, 3186, bairro Industrial.

EXPEDIÇÃO DA NELORE DIFUNDIU INFORMAÇOES SOBRE MELHORAMENTO ANIMAL NO ESTADO DO PARÁ

Com mais de 40 anos com a produção de animais melhoradores, a Nelore Grendene visitou por duas semanas o Pará  numa expedição junto aos produtores, difundindo informações sobre produção em larga escala, a importância do uso de reprodutores na busca por resultados e principalmente, como o uso desses animais pode ser convertido em maior produtividade. A equipe composta pelo diretor de pecuária, Ilson Correa, a zootecnista Kamilla Bessa, a Estância Bahia Leilões e o técnico da ABCZ/PMGZ, Fábio Ferreira, buscou entender a necessidade e os objetivos que cada pecuarista tem, atendendo do pequeno ao grande produtor em busca de melhores desempenhos. Com diversos profissionais envolvidos, parcerias com os Sindicatos Rurais e uma equipe extremamente capacitada, a expedição atingiu seu objetivo de difusão da genética, buscando agregar mais valor e melhorar a rentabilidade da produção pecuária local. “A evolução genética aplicada pela Nelore Grendene é fruto da união entre tecnologia, equipe competente e muita dedicação. Quando conseguimos passar toda essa informação aos pecuaristas, clientes ou futuros compradores, nós fazemos com que o melhoramento genético se espalhe, e, consequentemente, a produção de reprodutores melhoradores. Garantindo um desenvolvimento de maior rentabilidade para uma maior quantidade de propriedades rurais”, afirmou o diretor de pecuária da Nelore Grendene, Ilson Correa.

VENDAS DE TRATORES SOBEM 35,1% EM ABRIL

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, cresceram 35,1% em abril na comparadas com o mesmo mês do ano passado, segundo a Fenabrave, associação que, além das concessionárias de automóveis, representa revendedores de equipamentos usados no campo. Foram  6,1 mil unidades entregues a produtores rurais no quarto mês do ano, um crescimento de 24,8% em relação a março. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas de máquinas agrícolas alcaçaram 20,2 mil unidades, uma alta de 36,6% em relação ao mesmo período de 2021. A demanda poderia ser mais aquecida se não houvesse as dificuldades dos fabricantes de tratores em obter peças.

PRODUÇÃO DE AUTOVEÍCULOS CRESCE 10,7% EM MAIO

A produção de veículos, em maio, pela primeira vez no ano superou  200 mil unidades, o que não ocorria desde dezembro passado. Produziram 205,9 mil unidades no mês, 10,7% de crescimento em relação a abril. Também pela primeira vez, em 2022, houve crescimento sobre o mesmo mês do ano anterior, de 6,8%.  Com produção em alta e mais dias úteis, maio também teve bons resultados nas vendas, com crescimento pelo quarto mês consecutivo, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). Os 187,1 mil autoveículos licenciados significaram uma elevação de 27% sobre abril, quase o mesmo resultado de maio de 2021 (aqui houve uma leve redução de 0,9%). A média diária de 8,5 mil unidades foi a maior do ano, crescendo 10% em relação a abril. As exportações de 46,1 mil unidades em maio significaram uma alta de 2,8% sobre o mês anterior e de 24,6% sobre maio de 2021. No acumulado do ano, já se exportou 19,4% a mais em unidades que em 2021, e 27% a mais em valores, para os mercados da Colômbia e Chile, entre outros países da América Latina.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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