Teia Digital

Venda de maquinas agrícolas cresce 40% em junho – Por Sílvio Persivo

Coronel, coronel, quem não se comunica se trumbica. “No mundo moderno a qualidade de vida é a qualidade de comunicação” (Tony Robbins). 

VIII ENCONTRO DE DIREITO MÉDICO DE RONDÔNIA

O VIII Encontro de Direito Médico de Rondônia, realizado pelo escritório Cândido Ocampo Advogados Associados, está programado para o dia 16 de agosto (sexta-feira), no auditório do Tribunal de Justiça, e conta com o patrocínio do Hospital Central de Porto Velho, Instituto São Pelegrino, Hospcor e Unimed-Porto Velho; e o apoio do Tribunal de Justiça de Rondônia, da Associação Nacional de Direito Médico e Bioética (Anadem), do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) e da Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional Rondônia. Negligência informacional, acesso ao Judiciário, segurança procedimental, má formação profissional e a perda da intangibilidade do médico. Estes são alguns dos temas que serão debatidos no VIII Encontro de Direito Médico de Rondônia, uma realização do escritório Cândido Ocampo Advogados Associados. A ministra Nanci Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, brindará a comunidade médica e jurídica de Rondônia falando sobre a responsabilidade civil e criminal do cirurgião plástico em procedimentos tanto reparadores quanto exclusivamente estéticos. A programação do evento inclui outras importantes palestras, como a do presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem), jurista Raul Canal, abordando o relevante tema “Judicialização da Medicina e Negligência Informacional”. À noite, a partir das 19 horas, o desembargador do Tribunal de Justiça de Rondônia, Raduan Miguel Filho, aborda “Teoria da Paz: o Acesso ao Judiciário na Nova Ordem Processual”. O tema será abordado no contexto da relação médico-paciente. Encerrando o encontro, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero), Spencer Vaiciunas, falará sobre “Aspectos Éticos e Legais na Publicidade Médica”; um tema atualíssimo.

AEROPORTOS AMAZONENSES NA LISTA DE OBRAS DO GOVERNO FEDERAL 

O anúncio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, sobre novas ofertas de voos, com a entrada de companhias aéreas estrangeiras no mercado regional, refletindo no valor das tarifas das passagens aéreas, a partir de setembro, não trouxe grande otimismo para representantes do setor no Amazonas. Isto porque, bem mais que ofertar valores acessíveis, o setor considera que Manaus necessita que outras empresas realizem voos para a região e que seja dada prioridade à aviação regional. E Manaus só conta com a operação de três companhias Gol, Latam, Azul Linhas Aéreas. É o que avalia a diretora da Paradise Turismo e presidente de emissivo, Claudia Mendonça.  “Além de tarifas reduzidas, a nossa região precisa de novas opções de voos. Nosso destino, muitas vezes é barrado por conta da distância. As pessoas acreditam que a logística tem um custo alto. Várias empresas sobrevoam a capital. O que a gente precisa é mais condições. Um leque maior de destino, a exemplo de empresas, como Peru e Equador. Por que não ir atrás dessas empresas áreas?”, questiona. Cláudia explica que a logística tem que ser seriamente considerada e estudada e quem tiver à frente dessas decisões sobre a malha aérea, contemple o Estado com mais leques de opções. Lá, pelo menos, o governo estadual tem dado prioridade ao tema tanto que incluiu os aeroportos de Manaus, Tabatinga e Tefé na sexta rodada de concessões, prevista para o ano que vem. Também o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, está na lista de terminais aeroportuários que deve ganhar uma nova estrutura aeroportuária. Ele faz parte dos 22 aeroportos qualificados pelo PPI, com investimentos em torno de R$ 5 bilhões. O terminal será concedido em bloco junto com os aeroportos de Goiânia e Curitiba. Enquanto isto, nós, em Rondônia, patinamos em termos de transporte aéreo. 

O MINIMALISMO EM ASCENSÃO

O minimalismo prega que menos é mais. E não se pode negar que é uma boa filosofia para um mundo cada dia mais tecnológico e digital, onde somos bombardeados de informações e interrupções o tempo todo. Se estamos na era digital o tempo é o recurso mais escasso, a atenção, o bem mais preciso. O minimalismo,  ter e viver com aquilo que é suficiente, é uma ferramenta poderosa para enfrentarmos a vida agitada atual, pois, ao abandonarmos o que não precisamos, abrimos espaço para o que realmente é importante e dedicamos atenção, tempo, energia e ideias ao que temos que fazer. Estou procurando, cada vez mais, ser minimalista. 

VENDA DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS CRESCE 40% EM JUNHO

A venda de máquinas agrícolas apresentou um crescimento de 40,4% em junho, último mês do Plano Safra 2018/2019, na comparação com maio. Quando comparado, porém, a junho de 2018, porém, houve uma queda de 11,7%. Foram negociadas 4,4 mil unidades no mês passado. No acumulado do ano, são 19,8 mil máquinas, número praticamente estável em relação ao mesmo período de 2018. Os números foram divulgados, no início de julho pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O segmento teve desempenho negativo nas exportações, com queda de 27,5% em relação a maio e de 17,1% na comparação com junho de 2018. O número registrado no mês passado foi de 900 unidades. A produção de máquinas também caiu, 11,8% ante maio e 15,7% comparado a junho de 2018. A Anfavea projeta que, em 2019, as vendas internas de máquinas agrícolas alcancem um crescimento de 10,9%.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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