Teia Digital

Auxílio Brasil em dezembro comtempla mais de 127 famílias em Rondônia – Por Silvio Persivo

Só o cooperativismo nos salvará. “Pois se uma grande pedra se atravessa no caminho e 20 pessoas querem passar, não o conseguirão se um por um a procuram remover individualmente. Mas se as 20 pessoas se unem e fazem força ao mesmo tempo, sob a orientação de um deles, conseguirão solidariamente afastar a pedra e abrir o caminho para todos” (Theodor Amstad). 

RONDÔNIA TEM MENOR NÚMERO DE MORADORES POR DOMÍCILIO DA REGIÃO NORTE

Os dados preliminares do Censo Demográfico permitem verificar que Rondônia possui o menor número de moradores por domicílio na Região Norte com taxa de 2,86 moradores. Tocantins, a segunda menor taxa, marca 2,98. As maiores médias nortistas estão no Amapá (3,69) e Amazonas (3,68). A taxa brasileira é de 2,83. Em Rondônia, segundo os dados preliminares, os recenseadores já realizaram a entrevistas em 493 mil domicílios rondonienses, correspondendo a 91,9% da estimativa das moradias estaduais. Do total de entrevistas, 99,5% foram na modalidade presencial. Nestes domicílios, foram recenseadas 1.419.594 pessoas, sendo 712 mil mulheres (50,2%) e 707 mil homens (49,8%). Já em todo o Brasil, foram recenseados 175 milhões de brasileiros, sendo 51,5% mulheres (90 milhões) e 48,5% homens (84 milhões). Em Rondônia, dos 52 municípios, 13 concluíram a coleta de informação nos domicílios, mas ainda podem ocorrer trabalhos de supervisão e revisão. São eles: Campo Novo de Rondônia, Cerejeiras, Chupinguaia, Corumbiara, Pimenteiras do Oeste, Primavera de Rondônia, São Felipe d’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Teixeirópolis, Urupá, Vale do Anari e Vale do Paraíso. Os municípios de Guajará-Mirim, São Francisco do Guaporé, Ji-Paraná e Nova Mamoré estão quase concluídos, com porcentagem acima de 97%. Já os municípios de Novo Horizonte do Oeste, Cacaulândia, Governador Jorge Teixeira, Itapuã do Oeste, Alvorada d’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Candeias do Jamari, Espigão d’Oeste e Presidente Médici estão com índice de 93% a 94% de setores censitários conclusos.

AUXÍLIO BRASIL, EM DEZEMBRO, CONTEMPLA MAIS DE 127 MIL FAMÍLIAS EM RONDÔNIA

Em dezembro, o Auxilio Brasil atende mais de 127 mil famílias de Rondônia com recursos do Governo Federal que superam os R$ 76,6 milhões para custear as transferências de renda.  Do total de atendidos em Rondônia, 8.100 famílias receberão ainda o Auxílio Gás, neste mês, cujo valor é de R$ 112,00. Para isto, outros R$ 907 mil serão repassados pelo Governo Federal ao estado.  O Norte é a região com o valor médio mais alto do Auxílio Brasil: R$ 611,44. Entre novembro e dezembro, foram incluídas mais de 30 mil novos beneficiários na base de atendimento do Auxílio Brasil na região. Rondônia contribui com 2 mil destes novos contemplados. Ocupando a terceira colocação no ranking nacional em número de beneficiados, a Região Norte contabiliza 2,6 milhões de famílias atendidas em dezembro. Os repasses federais para toda a região somam R$ 1,5 bilhão. Já o Auxílio Gás contempla, neste mês, 562.307 lares em todo o Norte, com um investimento de R$ 62,9 milhões.

ENCONTRO NACIONAL DOS JORNALISTAS E FORMADORES DE OPINIÃO DO SICREDI

Em comemoração aos 120 anos do cooperativismo o Sidicredi, a primeira instituição financeira cooperativo do Brasil, reuniu cerca de seis dezenas de jornalistas e formadores de opinião, nos dias 15 e 16 últimos, num encontro nacional realizado em Porto Alegre e Nova Petrópolis para promover o conhecimento sobre o cooperativismo de crédito para a imprensa brasileira. O presidente do Conselho de Administração do Sicredi, Fernando Dall’Agnese e depois o diretor Executivo, César Bochi deram boas vindas e apresentaram dados e informações sobre o Sicredi, destacando os valores da cooperativa de crédito. Também o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Desenbrock, ressaltou o vigor do sistema e a necessidade de maior divulgação e desenvolvimento do cooperativismo. Diversas palestras foram realizadas com destaque para a CEO do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, Elissa McCarter LaBorde, sobre o cooperativismo de crédito no mundo, mostrando a relevância de ações coletivas. A tônica das palestras foi a dificuldade de crescimento do sistema cooperativista por falta de conhecimento da população e a contribuição que a imprensa pode fazer para preencher esta lacuna. Também foi enfatizado o fato do Sicredi contar com mais de 6 milhões de associados, 35 mil colaboradoes, mais de 2,4 mil agencias em 1,6 mil cidades brasileiras, ter mais de R$ 250 bilhões em ativos e mais de 300 produtos e serviços financeiros. O grande diferencial do Sicredi, resumido no slogan “Aqui o seu dinheiro rende um mundo melhor” é que contribui, e mantém, os recursos nos locais onde atual, razão pela qual é um fator fundamental para a melhoria da renda, do emprego e do desenvolvimento das comunidades. Para a região Norte a boa notícia divulgada no encontro é de que uma das prioridades é expandir sua atuação nos estados da região. 

MAIS DE 364 OBRAS ENTREGUES PELO MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA 

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 o Ministério da Infraestrutura concluiu 364 empreendimentos no país, mais de R$ 20 bilhões de investimentos, que se somam aos quase R$ 117 bilhões de recursos privados contratados após 100 ativos do setor serem concedidos no período pelo Governo Federal. O maior número de empreendimentos concluidos foi no modal rodoviário: 262 intervenções concluídas no período analisado, com recursos na ordem dos R$ 13,5 bilhões. Foram solucionados gargalos logísticos em vias que, há anos, não recebiam investimentos, como a BR-163/230/MT/PA, que teve a pavimentação totalmente executada em dois anos (2019 e 2020) e o contrato de concessão firmado em abril; e a integração entre Rondônia e Acre, com a construção de ponte sobre o Rio Madeira.. Só neste ano, foram concluídas as travessias urbanas de São José do Rio Preto, na BR 153/SP; de Tianguá, com viaduto de acesso a Viçosa do Ceará, na BR-222/CE; e de Imperatriz, com nova ponte sobre o Rio Cacau, na BR-010/MA; além de entregues os contornos de Pelotas, na BR-392/RS, e de Barra das Garças, na BR-070/MT.  Houve um grande avanço na cobertura contratual dos serviços de manutenção rodoviária e foram contratados R$ 50 bilhões em investimentos privados com as sete concessões rodoviárias na atual gestão federal. Destacam-se os sistemas rodoviários formados pela Nova Dutra com a Rio-Santos, com mais de R$ 14 bilhões em investimentos previstos e Rio-Valadares que teve R$ 11,3 bilhões contratados.

AUTOR: SILVIO PERSIVO  – COLUNA TEIA DIGITAL

* A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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