Teia Digital

UHE JIRAU É A TERCEIRA MAIOR GERADORA DE ENERGIA DO PAÍS – Por Silvio Persivo

De qualquer forma tudo é oculto. “Cega, a ciência inútil gleba lavra; louca, a fé vive o sonho do seu oculto. Um novo deus é só uma palavra. Não procures nem creias: tudo é oculto” (Fernando Pessoa).

 UHE JIRAU É A TERCEIRA MAIOR GERADORA DE ENERGIA DO PAÍS

A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau, com autorização para operar comercialmente a sua 45ª turbina, primeira das seis de expansão do projeto, consolida a posição da usina como terceira maior geradora do país ofertando 3.375 MW para consumo. O Diretor de Operação da ESBR, Isac Teixeira, destaca que a empresa não necessitou ampliar o nível do reservatório da Usina ou alterar qualquer dinâmica ambiental e social da região para viabilizar a ampliação do projeto e gerar mais energia para o desenvolvimento do país. Agora com 45 turbinas em funcionamento e 90% de sua capacidade de produção, a UHE Jirau colocará até novembro as suas últimas cinco turbinas em operação. Além de abastecer o Sistema Interligado Nacional, a Usina Jirau também abastece o Sistema Acre-Rondônia através do conjunto back-to-back instalado na Subestação Coletora de Porto Velho. A Usina Hidrelétrica Jirau localizada no Rio Madeira, em Porto Velho, possui no seu projeto 50 turbinas tipo bulbo com capacidade total instalada de 3.750 MW, o que representa 3,7% de toda a energia hidrelétrica disponível no país, suficiente para abastecer mais de 40 milhões de pessoas.

COMPROMISSO INTEGRADO PORTO VELHO DO FUTURO

Com o tema “Compromisso integrado, Porto Velho do futuro”, acontece nesta terça-feira, 20, a partir das 19 horas, no salão de convenções da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), o encontro dos sete candidatos a prefeito para responder questões e temas relacionados ao desenvolvimento da capital, quais propostas para o fortalecimento da indústria e do setor produtivo, entre outros. O encontro com os candidatos a prefeito de Porto Velho é uma iniciativa da Fiero, com apoio e participação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) – CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), Faperon (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia), OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Rondônia), AJE (Associação de Jovens Empreendedores), ACEP (Associação Comercial e Empresarial de Porto Velho), OAB Rondônia e Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia (Glomaron). De acordo com os organizadores, cada instituição terá direito a três perguntas relativas à sua área de atuação e representação. As regras foram estabelecidas pelas entidades durante reuniões com a presença de assessores dos candidatos.

 NÃO DÁ PARA LEVAR A SÉRIO

Quem quiser se enganar que se engane, mas, não dá para ter credibilidade as pesquisas que estão circulando por aí. A grande verdade é que pode dar qualquer coisa. Quando se anda pela cidade e se conversa com as pessoas o que se observa de concreto é uma grande indiferença em relação às eleições. Muitas pessoas, desiludidas, dizem que não votaram em ninguém e a maior parte que está indeciso e só deve decidir mesmo nos últimos dias. A grande e efetiva realidade é que o número de indeciso passa dos 50%, o que pode ocasionar grandes surpresas na eleição considerando ainda a alta taxa de rejeição de alguns candidatos. Pesquisa em relação a vereador, então, é uma brincadeira. Quem entende de pesquisa sabe que, para ter valor, o custo não compensa, logo, as que são feitas são meras enquetes. Só servem para alimentar o ego dos candidatos que aparecem como favoritos e servir de combustível para seus apoiadores.

 POLUIÇÃO CUSTA CARO EM TERMOS MUNDIAIS

A poluição atmosférica é a quarta causa de morte prematura no mundo, respondendo por 2,9 milhões de óbitos em 2013, conforme relatório divulgado pelo Banco Mundial e pelo Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde (IHME, sigla em inglês). O problema, para a economia mundial, representa um custo de US$ 225 bilhões por ano. Somente no Brasil esta despesa chega a US$ 4,9 bilhões. Se for considerada a mortalidade decorrente da poluição nos lares, principalmente do uso de combustíveis sólidos para calefação ou cozinha, o total de vítimas sobe para 5,5 milhões no mundo. Somente no Brasil, 62, 2 mil pessoas perderam a vida em 2013 por problemas provocados pela poluição atmosférica. O país com o maior número de vítimas é a China. Na nação mais populosa do mundo, 1,6 milhão de mortes foram provocadas pela poluição em 2013. Em segundo lugar no ranking de países com mais óbitos aparece à Índia, com 1,4 milhão de casos. Além das mortes, a poluição provoca perdas em termos de bem-estar que totalizam US$ 5,1 trilhões, de acordo com o grupo de métricas e estatísticas.

RELATÓRIO DA EXPERIAN AJUDA A PREVENIR FRAUDES

A Experian oferece gratuitamente seu primeiro relatório global anual sobre estratégias de crescimento e tendências para prevenção a fraudes. O documento, com cinco tendências, foi elaborado como um guia para executivos e profissionais que atuam na área de prevenção a fraudes em geral. Chamado de Global Business Trends: Protecting Growth Ambitions Against Rising Fraud Threats (Tendências Globais de Negócios: Protegendo as Ambições de Crescimento contra a Crescente Ameaça de Fraude), o relatório de 22 páginas, em inglês, pode ser baixado neste link: https://www.serasaexperian.com.br/para-orientar/5-tendencias-de-combate-a-fraudes/. A ideia é fornecer diretrizes para alinhar as estratégias voltadas ao crescimento dos negócios, prevenir fraudes, proporcionar aumento da receita e aprimorar a experiência dos clientes, enquanto administram os riscos em um mundo cada vez mais virtual e dinâmico.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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