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Trump ameaça usar Forças Armadas em protestos contra agentes de imigração em Minnesota

Presidente dos EUA já enviou cerca de 3 mil agentes federais para a região; eles usavam armas, equipamentos de camuflagem e máscaras para ocultar rostos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quinta-feira (15) invocar a Lei da Insurreição para enviar forças militares a Minnesota, após dias de protestos furiosos contra o aumento do número de agentes de imigração nas ruas de Minneápolis.

“Se os políticos corruptos de Minnesota não obedecerem à lei e impedirem que os agitadores e insurrecionistas profissionais ataquem os patriotas da I.C.E., que estão apenas tentando fazer seu trabalho, eu instituirei a LEI DE INSURREIÇÃO”, escreveu Trump nas mídias sociais, usando a sigla em inglês para o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA.

Ele já enviou cerca de 3.000 agentes federais para a área de Minneápolis, que portavam armas pelas ruas geladas da cidade, usando equipamentos de camuflagem em estilo militar e máscaras que escondem seus rostos.

Eles têm sido recebidos com frequência por protestos barulhentos e muitas vezes furiosos dos moradores, alguns soprando apitos ou batendo pandeiros. A raiva aumentou depois que um agente do ICE matou Renee Good, cidadã norte-americana, em um carro há oito dias, e os protestos se espalharam por outras cidades.

A última ameaça de Trump veio poucas horas depois que um agente de imigração atirou em um venezuelano que, segundo eles, estava fugindo de uma parada de trânsito em Minneápolis.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA, que está supervisionando a repressão à imigração de Trump, disse que, durante o incidente de quarta-feira, duas pessoas atacaram o agente federal com um cabo de vassoura e uma pá de neve enquanto ele lutava com o venezuelano, que, segundo o departamento, estava nos EUA ilegalmente.

A Reuters não conseguiu verificar o relato feito pelo Departamento de Segurança Interna.

A Lei da Insurreição de 1807 permite ao presidente enviar militares ou federalizar soldados da Guarda Nacional de um Estado para reprimir uma rebelião, uma exceção às leis que proíbem o uso de soldados na aplicação da lei civil ou criminal.

FONTE: REUTERS

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Gomes

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