Esporte

Torrent desembarca e já segue para o CT do Fla para o 1º coletivo

Treinador chegou no início da manhã ao Galeão e segue para o Ninho do Urubu, onde dará coletiva e já comandará primeiro treinamento. Braz diz: “Opção foi pelo histórico”

Está dada a largada para a era Domènec Torrent no Flamengo. O espanhol desembarcou no Rio de Janeiro no início da manhã e já dará treinamento nesta segunda-feira. O avião pousou por volta das 5h40, como previsto, e cerca de 30 torcedores aguardavam o sucessor de Jorge Jesus no local. Acompanhado dos dirigentes Marcos Braz e Bruno Spindel, e de seus três auxiliares, o novo treinador segue para o Ninho do Urubu para conhecer as instalações, dar entrevista coletiva (às 12h30) e ter o primeiro contato com o elenco.

Ao chegar, Dome, como gosta de ser chamado, afirmou:

– Acho que já posso falar portugês perfeitamente. No Flamengo, a gente tem que ganhar, ganhar e ganhar. Porque o Flamengo é um dos grandes clubes do mundo. Então, acho que estamos preparados, prontos para tentar ganhar títulos e jogar bonito. Estou muito feliz por fazer parte desse grande clube, dessa grande nação. Acho que estou pronto para tentar ganhar títulos com essa grande torcida.

O espanhol afirmou ainda que pretende “respeitar” o trabalho do seu antecessor:

– O mais importante agora é respeitar o trabalho do Jorge Jesus porque é um time ganhador. E aí, pouco a pouco, vou mudar um pouco as coisas. Mas a intenção é ficar no Brasil muitos anos. Quando estou feliz no clube, e o clube está feliz comigo, quero ficar quatro, cinco anos… Quero poder dizer que ganhamos e que o clube está muito feliz comigo.

Sobre o nome, ele brincou:

– É muito mais fácil (me chamar) de Dome (risos). Para os jogadores, para a torcida, para os dirigentes. É mais fácil para todo mundo.

O vice-presidente de futebol, Marcos Braz, foi o primeiro a falar no desembarque. Explicou porque o nome do espanhol foi o escolhido após vários outros terem sido analisados e disse que a viagem foi tranquila.

– Foi tudo tranquilo, viagem boa, um pouco cansado, todo mundo, mas o objetivo foi alcançado e vamos esperar que tudo corra bem nessa nova fase. A opção foi pelo histórico dele em relação ao trabalho que fez em um grupo do Guardiola que participou, passou por esses últimos 10 anos entre os 10 maiores clubes do mundo, então acho que todo esse contexto. Sensibilidade é a palavra. Se vai dar certo ou não é outra situação – disse Braz.

Sobre a personalidade do novo treinador, apesar da ainda breve convivência, Braz afirmou:

– É uma pessoa calma, tranquila, não é muito de se estourar. Acho, não, tenho certeza que é o que a gente está precisando. Vamos torcer que dê tudo certo – disse o dirigente à Fla TV.

Dome, como habitualmente é chamado por seus atletas, pisa no Brasil exatamente duas semanas após a partida de Jorge Jesus para Portugal. Curiosamente, o voo que trouxe os espanhóis partiu de Lisboa, onde mora o Mister. O Flamengo será o segundo trabalho de Torrent como treinador após mais de uma década como auxiliar de Pep Guardiola.

Cerca de 30 torcedores foram ao Galeão esperar a chegada do novo técnico — Foto: Fred Huber

O novo comandante rubro-negro estava livre no mercado desde o fim de 2019, quando deixou o New York City, na Major League Soccecr. Domènec Torrent chega ao Flamengo acompanhado de Jordi Guerrón, auxiliar técnico, Jordi Gris, analista de desempenho e do preparador físico Julián Jimenez. Saíram sete portugueses, chegaram quatro espanhóis.

Domènec Torrent já fez contatos com membros da comissão técnica brasileira para ficar ciente dos trabalhos realizados nos últimos dez dias por Maurício Souza. O técnico do sub-20, inclusive, está de sobreaviso para qualquer necessidade de participação no processo de transição. Debate-se até mesmo a manutenção entre os profissionais.

– Quando se quer, chega perto, pergunta, sempre se aprende. Tenho certeza que alguns profissionais do Flamengo aprenderam com o Jesus, tenho certeza que vão aprender agora também, mesmo se fosse um brasileiro – comentou Braz no desembarque.

Marcos Braz e Domènec Torrent, Flamengo — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

O diretor executivo do futebol, Bruno Spindel, explicou que a principal preocupação foi em manter a filosofia ofensiva.

– O objetivo é sempre continuar ganhando títulos e buscado vitórias. O principal ponto foi manter a filosofia de um futebol ofensivo e agressivo. Temos total confiança no Dome pela história, pelas ideias dele e por tudo que ele já fez na carreira. Também temos total confiança no grupo, que é vencedor, que conquistou títulos. Vamos continuar nesse caminho de vitórias e títulos. O futebol ofensivo e agressivo está no DNA do clube, dos atletas e do Dome.

Spindel falou também sobre a projeção internacional do clube com a chegada de mais um treinador europeu:

– Acho que o nosso futebol acaba indo para o mundo inteiro, o Flamengo tem sido falado nas páginas esportivas de toda a Europa, do mundo inteiro. O que vai fazer isso continuar acontecendo são os títulos, vamos lutar por todos eles. Tenho certeza que o Dome está preparado, ele é uma pessoa muito tranquila. Na própria entrevista ele falou como pensa em traçar o caminho dele e somar com o grupo do Flamengo pouco a pouco.

O Flamengo já deu entrada na documentação e aguarda a regularização de Torrent no BID para que esteja no banco de reservas já na estreia no Brasileiro. Domingo, o clube inicia a defesa do título da competição contra o Atlético-MG, às 16h (de Brasília), no Maracanã.

FONTE: GLOBOESPORTE.COM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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