Esporte

TJARON REBATE DECISÃO, “JUIZ E PROMOTORA DEVEM VOLTAR PARA O BANCO DA FACULDADE”

Presidente dos Tribunais de Arbitragem alega ter acionado conselhos do Ministério Público e da Justiça pela decisão que ele considera “arbitrária”

teressante

O Rondônia Rural Show, evento privado que o governo da enrolação tenta vender como se dele fosse, terminou no último domingo. Porém, nesta segunda-feira, alguns servidores do DER andaram percorrendo diversas empresas fazendo “cotação” de preços de diversos serviços. Isso demonstra que eles já pagaram e não fizeram licitação, tampouco se organizaram para o evento. Eles andaram atrás de empresas de locação de tendas, venda de água mineral, locação de refletores de iluminação, de palco e sonorização.

Olha essa

Se um correntista tivesse depositado R$ 100 na poupança em qualquer banco, dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta R$ 374. Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100 no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma dívida de R$139.259,00 no mesmo banco. Ou seja: se tivesse usado R$ 100 do Cheque Especial hoje estaria devendo o equivalente a nove carros populares. Já com o valor da poupança conseguiria comprar apenas dois pneus. Não é à toa que os bancos apresentam balanços com lucros astronômicos no Brasil, coisa que não conseguem em lugar nenhum do mundo.

Paternalismo

Essa leniência do poder público com os bancos é uma imoralidade. O dinheiro que o sistema bancário vende é um dos mais caros do mundo, praticam agiotagem e não empréstimos. Sem contar que mesmo extorquindo a clientela, todos nós somos ficamos reféns do sistema bancário. O Congresso nacional não vai mudar isso, afinal, os bancos custeiam campanhas milionárias, mas o poder judiciário bem que poderia começar a aplicar pesadas sentenças contra o descumprimento de normas simples, como tempo de espera na fila, funcionamento de um número mínimo de caixas eletrônicos e recálculo das taxas de juros aviltantes cobradas pelos bancos e operadoras de cartão de crédito. No Brasil banco é igual a cassino, não perde nunca.

Prejuízo

No último domingo o shopping de Vilhena, construído pelo grupo Pato Branco incendiou e os prejuízos ainda estão sendo calculados. O museólogo Ocampo Fernandes fez uma observação pertinente sobre o episódio em seu perfil no Facebook ao questionar a falta de estrutura do Corpo de Bombeiros de Vilhena para lidar com o sinistro, já que segundo ele, “tinha apenas uns carrinhos jogando umas tirinhas de água no imenso incêndio”. E ele tem razão.

Porém

Por mais que eu tente não pegar no pé desse desgoverno, é impossível deixar de fazer algumas observações. O Corpo de Bombeiros de Rondônia é um dos órgãos que mais arrecadam. Qualquer estabelecimento comercial precisa pagar a “taxa do Bombeiro” antes de ter o alvará de funcionamento. Todos, absolutamente todos os veículos (incluindo os zero quilômetro) precisam passar por uma “vistoria” dos bombeiros, e isso também é pago. Mesmo assim, os “heróis do fogo” estão sempre na pindaíba. A estrutura de combate a incêndios em Rondônia é precária, e eles sabem disso.

Opções

Se em Porto Velho, onde a estrutura é um pouco melhor, ocorrerem simultâneamente dois sinistros de proporções grandes, eles vão ter que escolher um para atender. O outro vai queimar até o chão. No interior a situação é exatamente a mesma. O que temos em Rondônia são instituições de fachada. A gente tem bombeiro, mas paliativamente; a gente tem polícia, mas não o suficiente; a gente tem governador, mas não governa.

“Pisaram na bola”

Na última coluna mostramos uma decisão judicial expedida pelo juiz da 4ª Vara Cível, José Robles que determinou a apreensão de bens móveis e imóveis, além de bloqueios nas contas de três juízes arbitrais e das entidades TJARON e TJARON Leste. A entidade se manifestou através do presidente do Tribunal Arbitral, João Miguel do Monte Andrade, que em nota afirmou que “tanto o Juiz José Robles e a promotora de justiça Daniela Nicolai devem voltar para faculdade para aprender mais sobre a arbitragem, porque pisaram na bola”. Miguel Monte afirmou ainda ter acionado os “Conselhos do Ministério Público e da Justiça em Brasília, diante a arbitrariedade dos profissionais do judiciário rondoniense”.

Ainda segundo Monte

“O Juiz Robles foi muito infeliz em sua analise, haja vista, que a lei arbitral é regida por legislação especifica nos termos da Lei 9307/96, e amparada pelos artigos do Código Processo Civil Brasileiro, números 301, IX e 475-N,IV, enquanto que para se firmar uma relação de consumo, dentro do CDC, é necessário que as partes estejam inclusas no artigo 320 do Código Civil, ou seja, na esfera Arbitral se constata o ato jurídico através de Termo de Compromisso Arbitral, enquanto na esfera do Consumidor as partes se conectam através de títulos executivos, dentre eles a Sentença Arbitral”. E completou, “diante de tal arbitrariedade o Tjaron, Tribunal Arbitral, protocolou Habeas Corpus junto ao poder Judiciário rondoniense, que tramita na 2ª Câmara cível com o numero 0004883-79.2015.822.0000, tendo como relator o Desembargador Isaias Fonseca Moraes, objetivando trancar ação que tramita na 4ª Vara Cível, do Juiz José Antonio Robles. Em defesa processual na vara cível, o Tjaron, também pede o arquivamento do processo e a denunciação caluniosa na esfera criminal da promotora de Justiça Daniela Nicolai com fundamento no artigo 339 do código penal brasileiro”. A íntegra da nota pode ser lida no final da coluna.

Moradia

Em Porto Velho explodem as invasões em grandes áreas da cidade e em breve poderemos ter conflitos com sérias consequências, e nesses casos, a corda sempre quebra do lado mais fraco. E essa responsabilidade deve ser atribuída a alguns vereadores que andam nesses locais prometendo infra-estrutura e afirmando que “vão resolver”. Não vão. Vereador não resolve nada nesse tipo de caso. E a população, que acredita, termina pagando a conta. Erguem construções achando que vão sair do aluguel, e terminam, do dia para a noite, ficando sem casa e sem nenhuma indenização.

Ao mesmo tempo

O programa “Minha Casa, Minha Vida” mostrou-se um imenso fracasso porque o custo de construção aumentou consideravelmente e não interessa mais para as construtoras executarem esse tipo de serviço. Para se ter uma idéia, a Odebrecht amarga um prejuízo milionário em Rondônia com a construção do Bairro Novo. Outros conjuntos foram abandonados no meio das obras e centenas de famílias que foram sorteadas querem suas casas, alguns se dispõe inclusive a concluir as obras, mas devido a questões burocráticas isso não é possível. Dia desses, na questão da área denominada “Dilma Roussef”, um haitiano, que mal fala português, já estava dando entrevista dizendo que “quem deu o lote foi a presidente Dilma” e “eles não vai (sic) sair”. Pois é…um País de todos…

Essa área

Deverá ser reintegrada no próximo dia 15. O clima por lá é um misto de revolta com tristeza.

Reconhecimento

O Promotor de Justiça Héverton Alves de Aguiar foi designado pelo Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Procurador-Geral da República Rodrigo Janot, para Membro Auxiliar da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp). A Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (ENASP) foi lançada em fevereiro de 2010 por iniciativa conjunta entre os Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Justiça (MJ). O objetivo é promover articulação dos órgãos que compõem o sistema de justiça e de segurança pública, reunindo-os para planejar e coordenar ações de combate à violência, traçar políticas nacionais. Uma convocação justa. Aguiar, foi de longe, o mais combativo Procurador Geral do Ministério Público de Rondônia.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Combinação de drogas em teste reduz tumores agressivos em 60%

Uma combinação de duas drogas conseguiu diminuir tumores em cerca de 60% de pacientes com melanoma em estágio avançado, de acordo com uma nova pesquisa coordenada por médicos britânicos. Um teste internacional com 945 pacientes descobriu que o tratamento com ipilimumab e nivolumab fez com o câncer parasse de avançar por quase um ano em 58% dos casos. Médicos britânicos apresentaram os dados na conferência anual da American Society of Clinical Oncology, em Chicago. A instituição Cancer Research UK disse que as drogas eram um “golpe poderoso” contra uma das formas de câncer mais agressivas. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil (25% dos casos), o melanoma – que é mais grave, devido à possibilidade de metástase – representa 4% dos tumores malignos de pele. As duas drogas estão ligadas ao campo da medicina que tenta aproveitar o próprio sistema imunológico para combater o câncer – um campo que está se desenvolvendo rapidamente. Como o câncer é uma versão modificada de um tecido saudável, ele se beneficia desses “freios” e não é alvejado pelo sistema imunológico. Mas o ipilimumab e nivolumab desativam esses mecanismos. Muitas farmacêuticas estão desenvolvendo medicamentos semelhantes para ter os mesmo efeitos no sistema imunológico. Outro líder na área é o Pembrolizumab, da Merck. Mas a grande esperança é que essas imunoterapias se mostrem efetivas para outros tipos de câncer.

TJARON E TJARON LESTE CONTESTAM DECISÃO DO JUIZ JOSÉ ROBLES

Juristas brasileiros que defendem a Justiça privada, através da arbitragem, ficaram perplexo ao serem alertados quanto a ignorância de magistrados rondonienses frente a lei 9307/96 que rege a Justiça Arbitral, da qual, confundem tal Justiça Privada com código de defesa do consumidor: “Minha nossa senhora, temos que ir ao CNJ urgente”, esbravejou Antônio Firmino da Federação de Tribunais Arbitrais brasileiros, diante a decisão do Juiz de Direito José Antônio Robles que em decisão arbitrária sentenciou o Tjaron – Tribunal de Justiça Arbitral de Rondônia a diversas obrigações inerentes ao Código de Defesa do Consumidor, segundo o Jornalista Alan Alex do site “Painel político” que divulgou informações em um processo que seria de segredo de Justiça.

Segundo consta na coluna o Juiz José Robles, da 4ª Vara Civel de Porto Velho, em Rondônia, entendeu que a lei 9307/96 pode ser atingida pela lei 8078/90 que rege o código de defesa do consumidor; por outro lado, o Presidente do Tribunal Arbitral, Jornalista e Juiz João Miguel afirmou que o Juiz Robles foi “muito infeliz em sua analise”, haja vista, que a lei arbitral é regida por legislação especifica nos termos da Lei 9307/96, e amparada pelos artigos do Código Processo Civil Brasileiro, números 301, IX e 475-N,IV, enquanto que para se firmar uma relação de consumo, dentro do CDC, é necessário que as partes estejam inclusas no artigo 320 do Código Civil, ou seja, na esfera Arbitral se constata o ato jurídico através de Termo de Compromisso Arbitral, enquanto na esfera do Consumidor as partes se conectam através de títulos executivos, dentre eles a Sentença Arbitral; Alertou o Juiz Arbitral João Miguel.

Diante de tal arbitrariedade o Tjaron, Tribunal Arbitral, protocolou Habeas Corpus junto ao poder Judiciário rondoniense, que tramita na 2ª Câmara cível com o numero 0004883-79.2015.822.0000, tendo como relator o Desembargador Isaias Fonseca Moraes, objetivando trancar ação que tramita na 4ª Vara Cível, do Juiz José Antonio Robles. Isaias Fonseca é o desembargador com inúmeros livros lançados na esfera cível e é professor em cursos de pós-graduação e cursos de especialização em Direito, o que segundo os Árbitros, deixa a sociedade mais tranquila.

Em defesa processual na vara cível, o Tjaron, também pede o arquivamento do processo e a denunciação caluniosa na esfera criminal da promotora de Justiça Daniela Nicolai com fundamento no artigo 339 do código penal brasileiro. Acredito que tanto o Juiz “Zé Robles” e Daniela devem voltar para faculdade para aprender mais sobre a arbitragem, porque pisaram na bola, diz o Juiz-Arbitral Dr. João Miguel, que já acionou os Conselhos do Ministério Público e da Justiça em Brasília, diante a arbitrariedade dos profissionais do judiciário rondoniense.

TJARON e TJARON Leste

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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