Teia Digital

Terremoto político afeta economia do Amazonas – por Silvio Persivo

O inesperado é sempre o que nos espera. “Seja lá o que esteja procurando, não virá da forma que você está esperando” (Haruki Murakami).

REVISTA RE-UNIR COM CHAMADA ABERTA

A quarta edição da Revista RE-UNIR, que deve ser publicada em agosto de 2017, encontra-se com sua chamada aberta, no período de 02 de maio a 15 de junho de 2017, para receber as contribuições dos interessados em publicar seus textos. A Revista RE-UNIR é uma publicação do Centro de Estudos da Linguagem (CEL),  vinculado ao Departamento de Línguas Vernáculas (DLV) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus de Porto Velho. A revista contou com três números na década de 90 e está sendo agora reativada com o objetivo de fortalecer as publicações científicas da Região Norte e colaborar com a divulgação do conhecimento científico da área de Letras (Literatura e Linguística). A revista divulgará textos acadêmicos apresentados na forma de artigos originais e inéditos, resultantes de pesquisa individual ou coletiva, resenhas críticas de interesse das áreas de Letras e entrevistas com pesquisadores, professores e escritores. Serão aceitos prioritariamente trabalhos de pesquisadores nacionais ou internacionais e estudantes de pós-graduação. Os artigos submetidos devem seguir estritamente as regras disponíveis no portal da Revista RE-UNIR, link http://www.periodicos.unir.br/index.php/REUNIR/about/submissions#onlineSubmissions. Neste sentido, o(s) autor(es) são orientados a seguir(em) rigorosamente o meta-artigo que se encontra no portal da Revista RE-UNIR. A submissão deve ser feita exclusivamente pelo site. Caso haja algum problema com a submissão, envie um e-mail para [email protected].

 

MINISTRO DO TURISMO EM PORTO VELHO

Em visita oficial ao Estado o ministro do Turismo, Marx Beltrão, foi recebido na manhã de ontem, sexta-feira (05), em Porto Velho, pelo vice-governador Daniel Pereira, pelo senador Valdir Raupp, a deputada federal Marinha Raupp, o secretário de turismo, Júlio Olivar, e o general da 17º BIS, General Leal, bem como membros do Conselho Empresarial do Turismo de Rondônia (Conetur). Como parte de suas atividades no fortalecimento do turismo o ministro visitou o Memorial Rondon, no dia do aniversário do marechal e patrono do estado de Rondônia, Cândido Mariano Rondon. Ele participou de lançamento de programa de investimentos no turismo de Rondônia.

 

TERREMOTO POLÍTICO AFETA ECONOMIA DO AMAZONAS

Caiu como um bomba a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de manter a cassação do mandato do governador José Melo (PROS) do Estado do Amazonas e de realizar novas eleições nos próximos meses. Se a situação econômica estadual já não era muito boa, devido a crise nacional e da indústria, foram os empresários do comércio os primeiros a demonstrarem suas preocupações com a drástica mudança. O presidente da Fecomércio-AM (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas), José Roberto Tadros, afirmou que um novo pleito eleitoral, neste momento, com  um novo governador pode transmitir uma sensação de insegurança à classe empresarial. Explicou ainda que, com todas as dificuldades econômicas nos últimos dois anos, com menores vendas em relação ao último ano, os empresários mantinham seus investimentos e as esperanças de recuperação da economia acreditando na programa de investimentos anunciada por José Melo. Para Tadros, a interrupção no ritmo de trabalho do governo estadual deve incidir fortemente na atividade comercial. Para muitos dirigentes e empresários, uma nova gestão, neste momento, pode resultar em dificuldades para reaquecer a economia e maior insegurança para novos investidores e o consumidor. Na avaliação dos empresários industriais, os impactos negativos decorrentes da mudança de gestão, em relação à atividade do PIM (Polo Industrial de Manaus), não estão descartados.

 

NORTE TEM A PIOR REDE DE FIBRA ÓTICA ENTRE AS REGIÕES

Segundo  a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o Paraná é o único Estado do país com redes de fibra óptica em todos os seus municípios. Em seguida, Santa Catarina se destaca com 98% de cobertura. O Brasil tem 3.225 municípios cobertos com redes de fibra ótica, o que corresponde a 57,9% do total de cidades brasileiras. As regiões Sul e Sudeste são as que possuem maior cobertura proporcionalmente, principalmente nas áreas mais populosas, enquanto a região Norte é a mais desassistida. No Norte o Acre se destaca com 86% dos municípios sendo atendido. Em seguida vem o Amapa com 56% e Roraíma com 53%. Rondônia aparece com 46% dos municípios atendidos um pouco acima do Pará com 44% e muito acima do Amazonas onde apenas 35% dos seus municípios possuem rede de fibra ótica.

PROBLEMAS CRÔNICOS RESPONDEM POR 60% DAS DOENÇAS DO MUNDO

Os problemas crônicos continuam crescendo e representam um verdadeiro desafio para a área da saúde. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), são responsáveis por 60% de toda a carga decorrente de doenças do mundo. O número de casos é tão alarmante que a expectativa é que no ano de 2020, 80% das doenças dos países em desenvolvimento serão resultados de problemas crônicos. No Brasil, dados do Ministério da Saúde revelaram que cerca de 40% da população adulta apresenta pelo menos uma doença crônica. Dentro do grupo das doenças crônicas não transmissíveis, estão as enfermidades reumáticas. Estas constituem um grupo de mais de 150 doenças e síndromes clínicas, que apresentam quadro clínico e evolução de curso bastante variáveis. De modo geral, se caracterizam pela presença de dor e/ou inflamação nas estruturas que compõe as articulações ou estruturas próximas a elas, ossos e músculos. No entanto, nem toda doença reumática atinge estas estruturas do sistema músculo-esquelético, sendo possível o acometimento sistêmico em algumas delas, com envolvimento de outros órgãos e sistemas. Segundo Ana Beatriz C. de Azevedo, reumatologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para reduzir o impacto destas doenças é preciso investir em serviços de diagnóstico e tratamento com equipe multiprofissional. “O adequado tratamento das doenças reumáticas exige uma ação integrada de vários profissionais, médicos e não médicos. Além das diferentes opções medicamentosas disponíveis, são extremamente relevantes ações educativas sobre a patologia, orientações sobre a possível adequação de estilo de vida, desde a necessidade de iniciar um processo de reeducação alimentar e atividade física, até medidas para controle de fatores de estresse.”

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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