Teia Digital

Temer sanciona lei da Transposição com vetos – Por Sílvio Persivo

Humilha não, seu James! “A vida de cada homem é um diário em que ele pretende escrever uma história, e escreve outra; e sua hora mais humilde é quando compara o volume como está com aquilo que ele jurou fazer” (James Matthew Barrie).

VIDEOMONITORAMENTO REDUZ A CRIMINALIDADE

O sistema de videomonitoramento, em Rondônia, já colabora, e muito, com a elucidação crimes de várias naturezas, é o que garante Marink de Miranda, gerente de tecnologia da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). Segundo ela, os movimentos filmados pelas câmeras de segurança instaladas em espaços públicos de cidades, como Porto Velho, já possui resultados positivos. O sistema é um trabalho de vigilância minucioso, que conta com várias equipes que trabalham em três turnos. Atualmente 222 câmeras são distribuídas em 15 municípios rondonienses, em locais estratégicos, que ajudam a reforçar a segurança e contribuem com o trabalho das polícias Civil, Militar e órgãos da Justiça do Estado. “O trabalho de prevenção costuma ser difícil de metrificar”, explica Marink de Miranda. Ele destaca a redução da criminalidade em áreas que foram instaladas as câmeras. “Em Cacoal, por exemplo, foi registrada redução de 90% de criminalidade nos locais monitorados”. E garante que o sistema de videomonitoramento cumpre o caráter preventivo. “Tem a ver com o comportamento humano, que muda quando a pessoa percebe que está sendo filmada. O indivíduo não quer cometer nenhuma ação constrangedora frente às câmeras, muito menos cometer ato ilícito”. Um exemplo da atuação do videomonitoramento é o Espaço Alternativo de Porto Velho, que possui sete câmeras instaladas, viabilizadas por meio de convênio com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER).

TEMER SANCIONA LEI DA TRANSPOSIÇÃO COM VETOS

Parece que, por fim, o presidente Michel Temer ao sancionar, com vetos, a lei que permite a inclusão de servidores dos ex-territórios federais de Rondônia, Roraima e Amapá, em quadros em extinção da União, acaba com uma interminável novela. A Lei 13.681 foi publicada na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União. A lei regulamenta as Emendas Constitucionais 19, 60 e 98, que tratam do tema e resulta da conversão da Medida Provisória 817/2018. Aqueles que satisfizerem os requisitos de enquadramento detalhados na lei e optarem pela inclusão farão parte de um quadro em extinção, cujas vagas terão fim depois de sua aposentadoria. Estes

servidores e empregados poderão ser cedidos pelo governo federal aos governos estaduais e municipais dos ex-territórios.

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA

Pode não servir de consolo, mas, não deixa de ser uma boa notícia para nosso estado. No ranking das 100 cidades mais violentas do Brasil entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, formulado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com dados de 2016, não figura nenhuma cidade de Rondônia. Considerando as cidades que têm mais de 100 mil moradores, a taxa nacional de mortes violentas chegou a 38,6 a cada grupo de cem mil em 2016 — o equivalente a 375,8 mil assassinatos. O conceito de mortes violentas envolve a soma de agressões, intervenções legais e homicídios violentos com causa indeterminada, tomando como referência a cidade de residência da vítima. O destaque negativo, no Norte, é o Pará, com o maior número de municípios violentos, embora o maior crescimento da violência tenha sido no Tocantins (119%). Pela primeira vez na história do país, a taxa de homicídio ultrapassou o patamar de trinta mortes por 100 mil habitantes. Entre 2006 e 2016, mais de 553 mil pessoas perderam suas vidas devido à violência intencional. Entre as capitais do Norte, Belém aparece em 22º lugar com uma taxa de 77 mortes por 100 mil habitantes e Rio Branco, com 63,4 ocupa o 49º lugar.

SOS GUAJARÁ-MIRIM

Anunciado pelo diretor do Departamento de Estradas e Rodovias (DER), Eduardo Damião, que uma força-tarefa do Governo do Estado vai efetuar a operação-limpeza nas vias públicas de Guajará-Mirim. A limpeza da cidade é o mínimo que se pode pedir para melhorar a Pérola do Mamoré. A verdade é que, apesar das boas expectativas que cercavam o prefeito Cícero Alves, até agora os resultados de sua gestão são pequenos e Guajará-Mirim passa por uma fase muito difícil. É preciso maior atenção para a nossa cidade mais tradicional.

CORECON CONVIDA ECONOMISTAS PARA ESCOLHA DE HOMENAGEADOS

O Conselho Regional de Economia de Rondônia convida todos os economistas registrados no Regional para participarem da escolha do Prêmio “Personalidades do Ano 2018”, homenagem que a entidade presta

aos profissionais de economia que se destacaram no período ou que engrandeceram a profissão de Economista. São premiados nos segmentos Público e Privado e com o “Prêmio Tucumã de Desenvolvimento”, que tem como objetivo valorizar uma personalidade não economista, que tenha se destacado em função dos serviços prestados à sociedade. Os nomes dos contemplados serão divulgados até o dia 06 de agosto e a outorga do prêmio será realizada no dia 21 de setembro de 2018, durante o evento Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia, em Porto Velho/RO (local a ser divulgado, posteriormente). A indicação vai até o dia 20 de julho do corrente ano, nos seguintes e-mails: [email protected] / [email protected].

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO  –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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