Teia Digital

Black Friday aquece as vendas de fim de ano – Por Sílvio Persivo

Tudo que mostra o mundo perde a pureza. “E de tudo os espelhos são a invenção mais impura” (Herberto Helder).

EM VIGOR O DEFESO PARA PRESERVAÇÃO DE DIVERSAS ESPÉCIES DE PEIXES 

Está em vigor, desde dia o 15 último e se estedendo até 15 de março do próximo ano, a proibição da pesca da dourada, filhote, jatuarana e de outras espécies de características reprodutivas semelhantes, segundo informou a mestra zootecnista Lariessa Soares, gerente de Pesca da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). Segundo ela, esta é uma providência fundamental do Governo de Rondônia, que estabelece o período de defeso com a proibição da pesca durante a fase de reprodução natural dos peixes, com períodos distintos para espécies diferentes. A proibição da pesca dessas espécies que incluem também o surubim, caparari, pirapitinga e a pescada atende à norma prevista na Portaria 428/2018/ GAB/Sedam, que regulamenta dispositivo da Constituição Estadual (art. 219) sobre o tema. A zootecnista da Sedam lembrou que esta é apenas uma das fases de proibição da pesca para algumas espécies, visto que para outras como o tambaqui e pirarucu, o período de defeso começou dia 1º de outubro para o primeiro e 1º de novembro para o segundo, indo até o final dos meses de março e abril respectivamente, sempre com proibição e fiscalização exemplar e com apelo à população para que não compre peixe ilegal, e exija o certificado de origem ao comerciante. “Só assim conseguiremos manter o estoque para reprodução”, disse a professora Lariessa Soares, destacando que essas são espécies mais sensíveis e que o Estado faz grande esforço para sua preservação.

DESEMPREGO CRESCE EM OUTUBRO NO ESTADO DE RONDÔNIA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE divulgando que das 27 unidades da federação, 25 apresentaram estabilidade na taxa de desemprego no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o segundo trimestre, de acordo com  a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Segundo o IBGE, considerando o intervalo de confiança (margem de erro) da pesquisa, a taxa de desemprego recuou apenas em São Paulo, para 12% no terceiro trimestre deste ano, de 12,8% nos três meses imediatamente anteriores. A taxa de desemprego cresceu em Rondônia, de 6,7% para 8,2%, por esta mesma base de comparação. No fim de outubro, o IBGE divulgou que a taxa de desemprego nacional recuou para 11,8% no terceiro trimestre, de 12% no segundo trimestre deste ano.

2ª EDIÇÃO DO BAZAR SUSTENTÁVEL PROGRAMA ECOS 

Aconteceu, nos dias 13 e 14 de novembro, na Unidade do Senac Esplanada, a 2ª edição do Bazar Sustentável do Programa ECOS. A ação, pela primeira vez, foi feita de forma integrada reunindo a Fecomércio-RO e as administrações regionais do Sesc e Senac. Os dois dias foram marcados por uma grande movimentação na unidade do Senac da Esplanada. Além de roupas, quem visitou o bazar, encontrou também calçados, acessórios, utensílios domésticos, entre outros produtos, novos e seminovos, com preço máximo de R$ 30,00. Segundo a coordenadora do Programa, Grace dos Santos, as mercadorias foram cuidadosamente selecionadas e colocadas para venda com valores acessíveis a todo público e a  proposta do bazar foi proporcionar a interação dos colaboradores e comunidade ao hábito de dar destinação adequada e renovável a itens que ainda possuem utilização, além de arrecadar fundos para contribuir com instituições sociais.

BLACK FRIDAY AQUECE AS VENDAS DE FIM DE ANO 

A edição da Black Friday este ano, que acontecerá dia 29, já esquenta  o comércio varejista com vistas ao final do ano em Manaus. No ano passado 280 lojas participaram da campanha, e, este ano, a  estimativa é de que 400 lojas devem aderir à campanha, com descontos previstos de até 50% nos produtos. A informação é do presidente da CDL-AM  (Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus), Ralph Assayag. O período de promoções poderá se estender por todo mês e promete trazer produtos de diversos segmentos, oferecidos por pequenos e grandes lojistas tanto online como físicos. Para o assessor econômico da Fecomércio-AM, José Fernando Silva, com o passar dos anos a data vem ganhando mais impulso e já marca o calendário do setor varejista. Segundo Silva, o aumento no número de empresas que devem aderir à campanha é 4% maior que no ano passado.

PIB DO AGRONEGÓCIO VAI PUXAR CRESCIMENTO DA ECONOMIA

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu, para cima, a previsão do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário neste ano e no próximo. A previsão anterior foi de um crescimento de 0,5% em 2019 e a nova é de 1,4%. No caso de 2020, a projeção de crescimento subiu de 3,2% a 3,7%, conforme o projeção da safra. São  percentuais esperados acima do conjunto da economia. Segundo o Ipea, em 2019 o PIB nacional deverá ter uma alta de 1%. Em 2020, o crescimento deve ficar em 2,3%. Historicamente, o agronegócio é responsável por um quinto do PIB nacional. Por esta razão, o presidente do Ipea Carlos von Doellinger afirmou, em um seminário sobre o agronegócio, em Brasília, que “O PIB do agronegócio vai puxar o crescimento do PIB nacional”, ressaltando ainda que “O setor agropecuário está tendo um comportamento com uma perspectiva muito favorável. É uma vocação do Brasil, o país sempre teve vantagem comparativa”.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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