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Técnicos e coordenadores da política de proteção à mulher participam de mais uma capacitação promovida pelo Governo de Rondônia

Entre as medidas da atual gestão para a garantia dos direitos humanos das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar tem-se o “Mulher Protegida”

Profissionais da assistência social e da saúde, que atuam na Rede de Atendimento à Mulher em Rondônia, participam nesta quinta-feira (10) e sexta-feira (11) da 2ª Capacitação do Programa Mulher Protegida, que será realizada pelo Governo Estadual, por meio da Secretaria da Assistência e do Desenvolvimento Social – Seas, no L’Acordes Hotel, em Porto Velho. O público-alvo do evento inclui técnicos do programa Mulher Protegida e coordenadores das Unidades Básica, Média e de Alta Complexidade da Saúde.

A Capacitação será aberta às 9h com a presença de autoridades convidadas e seguirá durante a manhã com a palestra magna: “O Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio no Fortalecimento da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência Doméstica”, ministrada por Geraldine Grace da Fonseca da Justa, diretora do Departamento de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – SNPM/MMFDH. Ela também falará, no período da tarde, sobre “Articulação na Rede de Atendimento de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, incluindo no Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio”.

Entre as medidas criadas pelo Governo de Rondônia para o fortalecimento da garantia dos direitos humanos das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em Rondônia, resguardando-as de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, por meio da assistência socioeconômica, está o programa Mulher Protegida, criado pela Lei Estadual n° 5.165/2021 e regulamentado pelo Decreto Estadual n° 26.608/2021.

Com base neste programa, a mulher em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com medida protetiva expedida pela Justiça, recebe assistência psicossocial da rede de apoio ou equipe de referência técnica, juntamente aos seus filhos dependentes, caso os tenha, e auxílio financeiro no valor de R$ 400, pelo período de seis meses, totalizando R$ 2.400; e são incentivadas a participarem de cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional para que possam se tornar independentes financeiramente dos companheiros. Esta política específica da Seas será tema de palestra da gerente estadual de Política para Mulher da Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos, Adriana Maia.

PROGRAMAÇÃO

O evento também terá a participação da  titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Velho, Amanda Ferreira Levy, que abordará o tema “Protocolos de Atendimento”; da Delegada de Atendimento à Mulher de Vilhena, Solângela Guimarães, com o tema “Experiências de Articulação da Rede de Proteção à Mulher em Situação de Violência em Vilhena”; da equipe da Gerência Estadual de Proteção Social Especial, Gláucia Prado, Amanda dos Santos, Diego Aram e Weidila Dias, com o “Papel da Assistência Social no Funcionamento da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência”; enquanto a coordenadora regional da Atenção Primária à Saúde e Referência Técnica Estadual do projeto PlanificaSUS na região Madeira-Mamoré da Sesau, Clenilda Aparecida dos Santos, falará sobre o papel da Sesau no funcionamento desta rede; e Itaci Alves, coordenadora da Vigilância das Violências na Secretaria Municipal de Saúde – Semusa de Porto Velho, colocará em pauta o papel da secretaria no Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes, Notificação, Fluxograma e Trabalho da Rede.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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