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TCE E MP AINDA NÃO SE MANIFESTARAM SOBRE GRUPOS DE TRABALHO

Denúncia foi protocolada em março deste ano por cidadão e governo continua favorecendo secretários e apadrinhados

Complicando

O governo federal agora acordou para o problema da entrada desenfreada de imigrantes haitianos no país. Mas não se iluda, isso só aconteceu porque eles começaram a ser transportados para São Paulo e Porto Alegre em comboios de ônibus. Como por lá a exposição é maior, resolveram que agora precisam criar uma agência para tratar da imigração no país, já que a Polícia Federal, que vem “quebrando o galho” há anos, está sobrecarregada. A questão é séria e vinhamos chamando a atenção para isso desde que chegou a primeira leva que foi alojada no ginásio Cláudio Coutinho em 2011.

O problema

É que os haitianos estão entrando como “refugiados” o que não é o caso. Nada contra a pessoa buscar melhorar sua vida em outras regiões e países, mas não podemos permitir a imigração desenfreada que vem acontecendo no Brasil. Por aqui, as porteiras estão abertas e não existe nenhum tipo de controle, o que termina gerando o problema social enorme. O governo acreano só não pega pesado nesse tema porque Tião Viana, governador, é do mesmo partido da presidente Dilma. Do contrário, ele berraria para o país inteiro que está sufocado, o Acre não tem condições de manter asa centenas que chegam todas as semanas.

O Brasil

Precisa rever sua política migratória com seriedade, sem xenofobia, mas com responsabilidade. Atualmente o país atravessa uma grave crise financeira e sabemos que são nessas condições que o terreno fica fértil para pensamentos idiotas, do tipo, “eles estão tomando nossos empregos”. Não se trata disso, se trata de adotar alguns cuidados. O continente europeu está tendo problemas sérios em função da migração de refugiados sírios. Só que por lá o “sapato aperta”.

Grupos de trabalho

Em fevereiro deste ano a coluna PAINEL POLÍTICO denunciou uma prática que se tornou comum no governo Confúcio, os chamados “grupos de trabalho”. Em 11 de março, o cidadão Luiz Carlos de Souza fez uma denúncia formal ao Ministério Público Estadual e ao Tribunal de Contas em relação a proliferação desses grupos, como forma de “dar uma forcinha” no salário de servidores e secretários, entre eles o de planejamento George Alessandro Gonçalves Braga, que desde o começo da primeira gestão de Confúcio participa de “grupos de trabalho”. Em fevereiro desse ano, ele ingressou no “Grupo Especial de Trabalho Multidisciplinar” de sua própria secretaria.

A manobra

Além de afrontar o artigo 63 da Lei Complementar 224/2000, que limita o máximo de dois Grupos de Trabalho concomitantes, a prática também constitui burla ao princípio do subsídio, previsto no Art. 39, § 4º, da Constituição Estadual, que veda o acréscimo ao subsídio (parcela única de qualquer espécie estipêndio) . A prática também constitui burla ao fisco federal (Imposto de Renda), pois os valores são consignados como “caráter indenizatório. Apesar disso, até hoje (já estamos no mês 5) nem Tribunal de Contas, nem Ministério Público se manifestaram sobre o assunto. E a farra continua.

Mas o silêncio continua

O PT emitiu na tarde desta quinta-feira, uma nota pública onde anuncia algumas medidas a serem adotadas em relação ao diretório de Cacoal, entre elas a dissolução, suspensão dos filiados e julgamento pelo comitê de ética estadual dos envolvidos na lambança. Porém, o presidente da legenda, Padre Ton ainda não deu as caras, nem em seu perfil no Facebook para falara sobre o assunto. Tudo bem que é constrangedor, ainda mais porque envolve um colega de batina, por assim dizer. Mas Ton precisa dar satisfações e não repetir o erro cometido em passado recente, quando inocentou, de uma tacada só, Epifânia Barbosa e Roberto Sobrinho.

Ainda o PT

O vereador preso no final da tarde de quarta-feira, em Jaru, estaria, segundo informações da polícia, “recebendo propina para não dar início ao processo de afastamento da prefeita de Jaru, Sônia Cordeiro”.

Mas então

Deixa eu ver se entendi direito. A prefeita preferiu não ceder a chantagem e combinou de pagar o que o vereador queria, ok, corrupto tem mesmo que ir pra cadeia. Mas, quais as cartas na manga que o vereador tinha para dar início a esse processo de afastamento? Então quer dizer que com a manobra, a prefeita se salvou de um afastamento e ainda se livrou de um credor? Seja lá o que for que o presidente da Câmara, Valdeci Orlandini (PSB) tenha contra a prefeita, deve ser apurado. Sônia escapou por um triz de ser afastada em passado recente.

Estrutura parada

O teatro estadual continua parado por falta de habite-se e alvará, mas as contas não param. Só para manter a estrutura sem que ela deteriore ainda mais, é necessário ter gente por lá o tempo todo, isso representa gastos com energia elétrica, salários, água, material de limpeza, enfim, o mostrengo está parado mas rendendo despesas que são pagas, é claro, pelos cofres públicos.

Enquanto não funcionar

Vai ficar dando prejuízo. É interessante observar que as pessoas envolvidas com cultura em Porto Velho não estão dando muita bola para o tal “Palácio das Artes”. Não percebo nenhuma movimentação no sentido de reivindicar a abertura e o funcionamento do espaço. Vamos ver quando, e se, um dia funcionar, como serão feitos os procedimentos para locação e uso do local. Pelo que eu conheço da turma, vai ser uma burocracia daqueles, e principalmente, só vão liberar para os “chegados”.

Maquinário

O servidor do DER José Soares de Carvalho esteve na Assembleia Legislativa prestando alguns esclarecimentos sobre o furto de máquinas pesadas do órgão. Segundo ele, foram roubadas quatro pás carregadeiras. Uma em 2013, em Nova Mamoré, e localizada por ele na beira do rio, pronta para ser levada para a Bolívia. As outras três foram furtadas em Joana D’Arc, São Carlos e Triunfo, todas em 2014. A de Joana D’Arc também foi recuperada e as outras duas continuam sumidas.

Eu só queria saber

Onde estava o tal sistema de monitoramento em tempo real que o então diretor Lúcio Mosquini havia contratado. Porque o Ministério Público e a polícia não perguntam isso a ele?

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Atacar a geladeira na madrugada faz perder dentes

Atacar a geladeira ou comer na cama e não escovar os dentes depois pode causar cárie, gengivite e até queda dos dentes. Só porque, sempre que comemos, forma-se sobre o dente uma placa incolor cheia de bactérias, que se alimentam, entre outras coisas, dos restos da comida que ficam por ali. A higienização bucal serve justamente para remover essa película evitando assim, que ela cause problemas bucais. A permanência desta placa também produz toxinas que podem levar à instalação de um processo inflamatório das gengivas. A saliva é uma forte aliada contra a placa bacteriana, funciona como um detergente natural para a boca. No entanto, durante a noite há uma redução do fluxo salivar, que cria um ambiente favorável para o acúmulo de bactérias e o surgimento da cárie. Assim, a combinação dos alimentos consumidos à noite, a falta de uma boa escovação antes de dormir e a saliva com a sua atividade reduzida, torna a boca um lugar ideal para as bactérias fazerem a festa durante madrugada. Segundo um estudo realizado no Laboratório de Bioquímica Oral da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da UNICAMP, o uso de creme dental com flúor a noite reduz a progressão da cárie em comparação com a escovação matinal.

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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