Teia Digital

Taxa de juros deve se manter até final do ano – Por Silvio Persivo

É preciso estar atento e forte. “O segredo do êxito na vida de um homem está em preparar-se para aproveitar a ocasião, quando ela se apresenta” (Benjamin Disraeli).

FÓRUM ESTADUAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Acontece nesta quinta-feira (11), o Fórum Estadual de Mudanças Climáticas, que é uma iniciativa do Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental- Sedam, que irá discutir ideias que favoreçam o meio ambiente. Representantes da sociedade civil, secretarias estaduais, indígenas, comunidades extrativistas, setores agrícolas e indústrias buscarão consolidar a representatividade durante o evento, que será realizado na Avenida Sete de Setembro, n° 934 – Centro, em Porto Velho. O Fórum de Mudanças Climáticas foi instituído pelo Decreto n° 24.497, de 27 de novembro de 2019, sendo este, uma instância consultiva do Sistema Estadual de Governança Climática e Serviços Ambientais, previsto no inciso IV do Artigo 10, da Lei Estadual nº 4.437, de 17 de dezembro de 2018, a qual instituiu a Política Estadual de Governança Climática e Serviços Ambientais – PGSA, e criou o Sistema Estadual de Governança Climática e Serviços Ambientais – SGSA, visando debater junto aos órgãos e entidades, sociedade civil, a agenda de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

UM PIONEIRO DO COMÉRCIO DE PORTO VELHO NOS DEIXOU

É com pesar, e de forma tardia, mas não poderia deixar de fazê-lo, que registro a morte do empresário Benedito Ribeiro das Neves, fundador e ex-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Velho e da Associação Comercial de Rondônia (ACR). Ribeirinho, um cearense de Frecheirinha, deixou sua marca no comércio de Porto Velho desde que, nos anos 60, se estabeleceu na cidade. Aliás, a família Ribeiro das Neves, é uma das mais tradicionais do comércio da capital, pois ele foi irmão da presidente da CDL, Joanora Neves e de Antônio Ribeiro, dirigente sindical e conselheiro da Fecomércio/RO, entre outros também comerciantes. Lamento profundamente pela enorme perda e minhas condolências à família.

CONCREAÇO DA AMAZÔNIA PARTICIPA DA RONDÔNIA RURAL SHOW

A Concreaço da Amazônia, empresa rondoniense sediada em Cacoal, é especializada na fabricação de produtos pré-moldados em concreto e se destaca pela construção, nas zonas rurais, de galpões pré-moldados. Este ano, pela primeira vez, a Concreaço da Amazônia participa, entre os dias 22 e 27 de maio,em Ji-Paraná, da Rondônia Rural Show Internacional, já considerada a  maior feira de agronegócio da região Norte. Neste ano,  a empresa irá à feira levando, para o Parque Vandeci Hack.  uma demonstração de toda a sua estrutura e capacidade de produção. A expectativa da Concreaço da Amazônia é dar ainda mais visibilidade ao uso de estrutura pré-moldada em concreto, que garante mais economia, agilidade e versatilidade à obra. Pela utilização de componentes padronizados, feitos previamente e podendo de acordo com projetos específicos, à escolha dos clientes, o método pré-moldado ter a sua aplicação em construções residenciais, industriais, comerciais e também rurais.

O OVO NOSSO DE CADA DIA TEM, AGORA, NOVA CLASSIFICAÇÃO

O ovo, que nos últimos anos, venceu a injusta denominação de vilão e se consolidou entre os alimentos mais completos e disponíveis, estando presente em 97% dos lares brasileiros, desde 1º de março, in casca, passou a ter apenas quatro tipos o: Jumbo, Extra, Grande e Pequeno. Ou seja, está em vigor a nova uniformização da nomenclatura dos ovos em natureza e produtos derivados não submetidos a tratamento térmico. Mas o que isso significa? Significa que, antes de chegar no supermercado, os ovos passam por um processo de seleção, limpeza e retirada de ovos impróprios, para que  cheguem ao consumidor final padronizados e seguros para consumo. Entre essas etapas, a classificação separa os ovos por peso. Além do tamanho, a classificação também se dá por meio do ‘tipo’ do ovo. Apresentam características do tipo A e B, sendo que o tipo B é destinado exclusivamente para industrialização. A cor também será considerada para fins de rotulagem, e este fator está diretamente ligado à linhagem da ave, podendo ser branca, marrom, vermelha, verde e, até mesmo, em tons de azul, dependendo da da galinha.  Segundo Edival Veras, presidente do Instituto Ovos Brasil, a classificação é o processo que garante a integridade e a qualidade externa e interna de cada unidade. “É o que assegura a uniformidade no final do processo produtivo, além de uma excelente aparência, livres de sujeiras e trincas, e maior valorização no mercado”. A nova classificação, publicada na Portaria Nº747, se deu a partir de diversas reuniões com o setor, onde foi definido que a redução de faixas de pesos ajudaria na rotulagem, melhor classificação, redução das violações quanto a ovos em faixas diferentes e maior clareza ao consumidor quanto à categoria de produto. Alinhado às demandas do setor, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) encaminhou o pedido que foi aceito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e culminou com a publicação da nova tabela.

TAXA DE JUROS DEVE SE MANTER ATÉ O FIM DO ANO

A expectativa do mercado é a de que o comitê do BC responsável por definir a taxa de juros, o Copom, manterá a Selic estável na próxima reunião deste mês. Somente se houver um controle maior da inflação, se, de fato, começar a cair, é que se pode esperar uma redução moderada para os próximos meses. Porém, a perspectiva majoritária é de que se encerre 2023 com um patamar de 12,5% a 13%. Tudo, todavia vai depender do governo fazer, ou não, a lição de casa, principalmente melhorar a política fiscal. Se esta tarefa não for feita a crença é de que se pode fechar o ano até mesmo com uma pequena alta em relação à taxa atual.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A Opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoninese

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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