Resenha Politica

TALIÃO LÍNGUA DE FOGO: Governador Marcos Rocha usa palavra de Deus para atacar a bancada federal de Rondônia e o Prefeito de Porto Velho – Por Róbson Oliveira

LIBERAÇÃO

Embora boa parte dos empresários e empregadores não esteja atenta aos reflexos jurídicos da abertura geral das atividades laborais em razão do coronavírus – os empresários pressionam para abrir tudo -, a Suprema Corte reconheceu que a Covid é uma doença ocupacional. Significa firmar que alguém contaminado no ambiente de trabalho e, dependendo da extensão do dano, pode requerer indenização. Um garçom, hipoteticamente, contaminado no exercício profissional pode ser indenizado.

 

PREVENÇÃO

Aquele estabelecimento que relaxa com os protocolos sanitários instituídos para seu retorno ao funcionamento e não segue fielmente, as consequências de não agir preventivamente podem ser onerosas, inclusive para empregadores pessoa física. Portanto, a própria pressão utilizada pelo empresário em geral, com manifestações públicas pelo retorno das atividades, mesmo com recomendações contrárias dos especialistas da saúde, pode servir de prova numa ação de indenização de danos morais e materiais.

 

INVERSÃO

Na posição firmada pelo STF, interpretando o artigo 29 da Medida Provisória 927/20, na realidade, alterou o ônus de comprovar o nexo causalidade entre a enfermidade adquirida e o exercício da atividade laboral. Antes, conforme artigo da professora Gabriella Medeiros, considerava-se que o empregado acometido pela Covid-19 não portava doença ocupacional, exceto se ele comprovasse que adquiriu em razão da atividade laboral. Agora, como o novo entendimento, o encargo probatório não é mais do empregado.

 

ÔNUS

A modificação de interpretação dispõe pelo ônus probatório invertido ao empregador, e se considera que o empregado infectado porta doença ocupacional. Caberá ao empregador provar que a contaminação não fora contraída no ambiente do trabalho. Pressionar as autoridades políticas é algo muito fácil, particularmente em momento de dificuldades e histeria para todos, queremos ver daqui em diante o comportamento dos empresários com eventuais pressões dos sindicatos dos trabalhadores na defesa da saúde dos filiados.

TALIÃO

É marca do governador Marcos Rocha em suas perorações citar a palavra de Deus. Usa e abusa das exaltações éticas religiosas, mas quando contrariado em seu trono governamental, reage duro com a mesma língua dos provérbios para atacar os desafetos. Ao que parece a lei sagrada com melhor sonoridade para o governador é a de Talião.

 

LÍNGUA DE FOGO

Primeiro, Rocha atacou o ex-aliado de campanha, deputado federal Coronel Crisóstomo, depois o deputado federal Leó Moraes, e, em seguida, o prefeito Hildon Chaves. Agora foi a vez de abrir o verbo contra o senador Marcos Rogério. Como diria o apóstolo Tiago: “a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é fogo; é um mundo de iniquidade”. Portanto, não basta citar a palavra sagrada quando na verdade o íntimo é belicoso.

 

MENTIRA

A coluna tem sido crítica em relação ao atual mandato do senador Marcos Rogério, principalmente em razão da falta de mais empenho com pautas dos interesses rondonienses, a exemplo da transposição, das posições políticas adotadas em votações de temas controversos, enfim, de um mandato senatorial pouco operoso. Contudo, a troca de farpas entre ele e o governador, sejamos corretos, o senador comprovou que Marcos Rocha mentiu ao afirmar que ele, Marcos Rogério,  não teria destinado nenhuma emenda para o combate à Covid.

 

INERTES

Os recursos federais de bancada, da lavra do senador, não foram alocados para o estado porque o secretário de saúde e o chefe da Casa Civil, instados a se posicionar quanto aos recursos oferecidos, optaram em ficar inertes. O que obrigou o senador Marcos Rogério a destiná-los para os municípios. Aliás, não há um membro da atual bancada federal que lance uma única palavra elogiosa ao governador e a inércia que assola as inações dos seus auxiliares. Nem por reza forte este governo decola.

 

CANADÁ

Uma curiosidade tem tomado conta das rodas (virtuais) políticas da capital, conforme a boca miúda. Embora estejamos a léguas de distância do território canadense, uma bela fazenda com tais digitais fora comercializada com preços acima dos padrões usuais. Em razão dos gastos perdulários, é que despertou tanta curiosidade em tempos de crise. Há quem diga que o Canadá é ali, bem perto de um rio em que as garças voam livres dos olhos curiosos. Intrigante!

REGISTRO

A coluna abre parênteses para se solidarizar com o ex-governador Daniel Pereira pela passagem do genitor para o andar de cima. As desavenças entre este cabeça chata e o ex-governador não afetam os sentimentos humanos e civilizatórios que devem permear o respeito entre as pessoas. Portanto, fazemos o registro da passagem de um cidadão que tanto dignificou com bons exemplos os seus familiares.

PONTE

Depois de dezesseis anos e muito empenho político concluíram a ponte sobre o reservatório da Usina de Samuel, no Rio Jamari, em Itapuã do Oeste. Uma obra conclusa a passos de tartaruga, mas resgata uma demanda enorme com a população daquele município que utilizava de uma balsa para cruzar o rio. Na ocasião da inauguração, o esforço do casal Raupp para alocação dos recursos foi lembrado por autoridades. Podem falar o que quiserem de ambos, menos dizer que não foram operosos com as demandas municipais, apesar do final político conturbado.
INCOERÊNCIA
Não se justificam os memes nas redes sociais com alusão a morte do presidente Jair Bolsonaro, embora ele mesmo tenha desejado a morte de uma ex-presidente. Nem as sandices da família Bolsonaro ( que são enormes) e a irresponsabilidade com que trata a pandemia do coronavírus justificam torcer para que ele sucumba à doença.  É uma incoerência chamar o presidente de fascistode quando a mesma pessoa que critica faz apologia a sua morte. Vivemos uma crise civilizatória com manifestações cada vez mais agressivas de intolerância. Bolsonaro é responsável em boa parte por todas estas crises, mas nem assim, e apesar dele, devemos torcer pelo seu infortúnio. Teremos em breve as urnas para abreviarmos sua vida política. Isto na hipótese de ele sobreviver politicamente no cargo até as próximas eleições presidenciais. O que a coluna duvida muito! Vida longa ao Jair, é o que deseja a coluna.
AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENA POLITICA –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by