Teia Digital

Sobe inflação e crescimento do PIB em 2023 – Por Silvio Persivo

Não se esqueça de que isto não adianta nada se você não conseguir fazer o gol. “É sempre a sua vez de fazer a próxima jogada” (Napoleon Hill).

 

EMPREGOS DE RONDÔNIA FORAM MAIS DO SEXO FEMININO

Rondônia gerou um saldo de 1.094 vagas de emprego com carteira assinada no mês de março. Segundo o Novo Caged o saldo positivo beneficiou mais as trabalhadoras do sexo feminino: foram 558 mulheres e 536 homens. O setor de Serviços foi o que mais contribuiu para os números, com 930 contratações e com destaque para vendedores do comércio em lojas e mercados. Os dados mostram que a faixa etária de 18 a 24 anos e com ensino médio completo foram os mais contratados no mês de março. Em todo o país, o estoque total chegou a 42,97 milhões de vagas formais ativas, o maior já registrado na série histórica que tem início em janeiro de 2002. O mês  fechou com saldo positivo de 98.786 no país. No acumulado do ano, entre janeiro e março, o saldo ficou positivo em 526.173 postos formais. A Região Sudeste foi a que mais se destacou na geração de empregos formais em março. Somados, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo apresentaram um saldo de 113.374 novos postos, com todos os quatro estados tendo registrado saldo positivo no terceiro mês deste ano. Em seguida, aparece a Região Sul, com 37.441 novos postos. A Região Centro-Oeste foi a terceira que mais gerou empregos formais: 22.435 vagas. Depois veio Região Nordeste com o saldo positivo de 14.115 e, por fim, a Região Norte, com 10.077 postos criados no terceiro mês de 2023.

 

REGIÃO NORTE TEM PREVISÃO DE QUEDA EM 2023

Uma estimativa da 4intelligence, startup de soluções para a tomada de decisão, revela que a região Norte foi a que apresentou a maior queda do nível de atividade econômica no quarto trimestre de 2022, exibindo resultado negativo em todas as aberturas do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB). O recuo foi de 2,8%, levando em consideração todo o ano de 2022, a região apresentou um crescimento acumulado de 5%, valor acima do registrado a nível nacional. Para 2023, estima-se que o Norte apresente uma retração de 0,6% do PIB, motivada pelo setor de Serviços, que deve recuar em 1,1%, com destaque para os estados do Tocantins e do Pará. O segmento de Serviços apresentou resultado negativo no último trimestre de 2022, com queda de 2,9%, em contraste com o que vinha sendo observado nos trimestres anteriores. As áreas que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor foram Outros Serviços (-2,2%) e Administração, Saúde e Educação Públicas (-0,4%). O Comércio, por sua vez, expandiu 4% no quarto trimestre, com crescimento disseminado entre todos os estados. No ano, o setor encerra com crescimento expressivo de 9,3%, maior expansão registrada na região entre as aberturas do PIB. Quebrando o cenário de alta observado nos dois últimos trimestres, a Indústria fecha o quarto trimestre de 2022 com queda de 1,1% na região. No que tange à Agropecuária, a região apresentou resultado negativo no último trimestre de 2022, com recuo de 2,1%. No ano, o resultado fechou em 0,8%.

HIDROVIAS DO BRASIL AUMENTA CAPACIDADE NO NORTE

A Hidrovias do Brasil, empresa de soluções logísticas, venceu o processo seletivo simplificado da Companhia Docas do Pará (CDP), para uso e exploração de área disponível em espelho d’água, com mais de 61 mil m², destinado à realização de operação de transbordo de granel sólido vegetal e mineral no Porto organizado de Vila do Conde, Barcarena, Pará. Com este movimento, a companhia passará a ter, partir de 2024, capacidade operacional estimada de cerca de 8 milhões toneladas por ano no Sistema Norte e o volume a ser operado na área deve corresponder a cerca de 700 mil toneladas por ano. Os trabalhos serão iniciados a partir da celebração do contrato de uso temporário entre a Hidrovias do Brasil e a CDP, e após a obtenção de todas as licenças e autorizações necessárias. O contrato tem duração de quatro anos, com possibilidade de renovação pelo mesmo prazo.

OS PRODUTOS DA ARRECADAÇÃO VORAZ E DA INSEGURANÇA JURÍDICA BRASILEIRA

A  sanha arrecadadora dos governos está gerando situações absurdas. Agora mesmo a Abrasorvete, Associação Brasileira do Sorvete e Outros Gelados Comestíveis, divulgou que é a redução da carga tributária o que explica a nova denominação que se dá a um mesmo produto se deve a que é 24% mais baixo o imposto para produtos tributados como bebida láctea e vendidos como sobremesas. Isto, segundo Adriana Benatti, coordenadora da Comissão Tributária da Abrasorvete, sem que o produto em si, sofra qualquer alteração na sua composição. O pior é que o arranjo tributário indevido, compromete um setor inteiro, gerando impactos negativos principalmente para micro e pequenas empresas, de vez que, um sorvete taxado como sobremesa é vendido por cerca de R$3,00 enquanto o produto que segue a classificação fiscal custa R$6,00. É mais um disparate brasileiro.

SOBE INFLAÇÃO E CRESCIMENTO DO PIB DE 2023

No Boletim Focus, esta semana, a previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira  subiu de 0,96% para 1%. Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto -PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país durante o ano, é de um crescimento de 1,41%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta uma expansão do PIB de 1,8% para os dois anos. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, também subiu de 6,04% para 6,05% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação continua em 4,18%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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