Teia Digital

Só o aumento dos investimentos e a valorização dos professores pode melhorar educação no país – por Silvio Persivo

TUDO PODE, MUITAS VEZES, SER NADA. “Qualquer palavra que abranja tudo perde o seu valor e degenera em um som vazio” (T. Eagleton).

 MAIO AMARELO

O Movimento Maio Amarelo nasceu com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. E pretende que se coordene a ação entre o Poder Público e a sociedade civil para  colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade para, efetivamente, discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas. Ontem aconteceu a solenidade de abertura da campanha em Porto Velho. E, aqui, mais do que em qualquer lugar, com a quantidade de acidentes de trânsito, em especial de motos, é preciso mais do que nunca engajamento numa campanha que pode significar a salvação de muitas pessoas e a redução do enorme prejuízo que os acidentes representam. Maiores informações podem ser obtidas no site www.maioamarelo.com.br.

 MEMÓRIAS DO JORNALISMO

Hoje, 7 de abril, comemora-se o Dia do Jornalista e o Porto Velho Shopping realiza uma exposição de acervos de quatro veículos de comunicação em homenagem a eles com o nome de “Memórias do Jornalismo”, iniciada nesta data e vai até o final do mês de abril. São cerca de 20 peças expostas para mostrar os equipamentos que foram utilizados desde a década de 70, quando os primeiros veículos de rádio, tv e impresso chegaram à região.  Com o apoio dos veículos de comunicação Rondônia ao Vivo, Diário da Amazônia, SIC TV, Rádio Parecis FM e Rede Amazônica, a mostra busca também contar a história do Estado sob a ótica do jornalismo.

 RÁDIO FALANTE DA ORLANDO SENA FAZ SETE ANOS

A Rádio Falante da escola Orlando Freire está para completar 7 anos no ar. Para comemorar no próximo dia 10 de abril fará uma exposição no pátio da escola contando suas ações e o êxito do projeto “Leitura na Rádio Falante”. A exposição será de 08:00 às 12:00 e aberta ao público, a quem se solicita a participação e doação de um livro.

CAERD TEM IMUNIDADE TRIBUTÁRIA RECONHECIDA

A Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia – Caerd foi considerada imune a cobrança de IPTU, assim como de outros tributos, em razão de desempenhar atividade obrigatória e exclusiva ao Estado de Rondônia. Segundo decisão da 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, que anulou a sentença do Juízo da 1ª Vara Cível da comarca de Ji-Paraná.  O Serviço de distribuição de água e saneamento realizado pela Caerd ao estado preenche os requisitos da imunidade tributária recíproca prevista no art. 150, § 2º, da Constituição Federal. A decisão foi conforme o voto do relator, desembargador Walter Waltenberg Júnior, que entendeu que a jurisprudência evoluiu no sentido ser possível que a isenção seja estendida às sociedades de economia mista, desde que preste serviço indisponível e de caráter exclusivo. A Caerd havia recorrido contra uma sentença do Juízo de 1º grau, que a obrigava a pagar ao município de Ji-Paraná o valor de 20 mil, 56 reais e 99 centavos, relativo a uma ação de execução fiscal pertinente a IPTU, Taxa de Coleta de Lixo, Emolumentos e Taxa de Expediente. Em face desse débito tributário, o juízo de origem, sob o fundamento de que a imunidade recíproca não se aplica às sociedades de economia mista, havia determinado a consulta no sistema Bacenjud, assim como o bloqueio de quantia suficiente para a quitação da dívida.

TENDÊNCIA DE VERÃO

Os especialistas em moda apontam que, neste verão de 2017, a moda são os  sapatos mules, abertos na parte de trás que revelam os calcanhares. Na verdade, é uma volta, pois, mas, uma boa volta, pois, os mules sem salto, tipo chinelinho de casa, são, além de muito confortáveis, charmosos e ideais para o dia a dia. Atualmente, marcas como Arezzo, Cris Barros e C&A vendem mules nas suas lojas.

O USO DAS REDES SOCIAIS

As redes sociais são excelentes ferramentas de comunicação e até facilitam a vida e os negócios, mas, é preciso cuidado no seu uso porque também tem seus aspectos negativos. Especialmente os jovens gastam muito tempo no Twitter, Facebook, Youtube, Google+ e Instagram, as mídias sociais mais usadas pelos brasileiros. Se, por um lado, eliminam distâncias, ajudam a manter relacionamentos, e, por meio de grupos, dão a sensação de pertencimento de contexto ou relação também podem dificultar, para os muitos tímidos, a socialização. É fato que servem também, e muito, para a fofoca, para a viralização de notícias infundadas e até mesmo servem para muitos descarregarem sua inveja. De qualquer forma são quase uma imposição dos tempos modernos, porém, como tudo no mundo, precisa ter um uso equilibrado.

HOUVE DEFLAÇÃO EM MARÇO

A inflação, medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), fechou março com uma forte desaceleração. Houve deflação de 0,38%, resultado 0,44% inferior ao de fevereiro: uma alta de 0,06%. Em março de 2016, a variação atingiu 0,43%. Os dados relativos ao IGP-DI foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). E indicam que a alta acumulada, nos três primeiros meses do ano, foi de 0,12%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 4,41%.

EDUCAÇÃO SEM HORIZONTES

Só o aumento dos investimentos e a valorização maior dos professores pode melhorar a qualidade da educação no país, afirmam os especialistas em educação, que, segundo aponta o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), caiu nos últimos anos. No final do ano passado, nas três disciplinas avaliadas (Ciência, Leitura e Matemática) entre alunos de 15 anos de 70 países, o desempenho do Brasil piorou se comparado ao levantamento anterior, realizado em 2012. O país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática. Andamos para trás e o investimento brasileiro é apenas de 42% da média do valor que os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) investem por aluno.  A desvalorização profissional e a baixa remuneração dos professores tornam as coisas pior ainda, de vez que muitos  não conseguem se capacitar nem dar atenção à formação porque precisam lecionar em várias escolas para compor sua renda.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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