Noticias

Sistema de capitalização pode ser retomado no Senado

Novo regime pode voltar em uma proposta de emenda à Constituição paralela, sinalizou presidente da Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou nesta terça-feira, 6, que a capitalização pode ser retomada no Senado em uma proposta de emenda à Constituição paralela, que também deve incluir os servidores de Estados e municípios nas mudanças previdenciárias.

A capitalização é uma espécie de poupança que o próprio trabalhador faz para assegurar a aposentadoria no futuro. O regime atual é o de repartição, pelo qual o trabalhador ativo paga os benefícios de quem está aposentado.

Maia afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu a ele na segunda-feira que avaliasse a possibilidade de incluir a capitalização no texto, que ainda será escrito pelos senadores. “Acho que tem textos da capitalização que agregam, inclusive, partidos de esquerda, como o próprio PDT, sob a liderança do secretário Mauro Benevides. Acho que temos condição de dar uma grande contribuição trazendo os Estados e a capitalização”, disse Maia na terça-feira a jornalistas. Benevides é secretário de Planejamento e Gestão do Ceará.

Na proposta original do governo estava prevista a instauração do novo regime, mas sem entrar em detalhes. Os servidores estaduais e municipais também seriam atingidos pelas novas regras. Esses dois pontos, porém, foram retirados pelos deputados. Para Maia, o ambiente na Câmara estará “bem melhor” quando a proposta chegar para análise dos parlamentares.

A estratégia é que esses dois pontos sejam votados num texto paralelo para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que já foi aprovada no primeiro turno na Câmara e cuja votação em segundo turno ficou para esta semana, não seja modificada pelos senadores – o que obrigaria o texto a voltar para uma nova análise na Câmara. Dessa forma, os senadores aprovariam o texto que deve receber aval dos deputados, que já seria promulgado. As novas regras, então, passariam a valer.

Reunidos em Brasília, governadores fecharam um apoio formal em relação ao tema. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), afirmou que é possível aprovar a PEC paralela em agosto no Senado e em setembro na Câmara. A maior dificuldade, avalia, será convencer os deputados federais. “Nos esforçaremos ao máximo para sensibilizar deputados federais”, declarou.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), comentou que a extensão das novas regras para servidores estaduais e municipais será difícil no Congresso. O governo gaúcho tentará aprovar uma proposta própria na Assembleia Legislativa. “Não vamos jogar a toalha, vamos trabalhar para que haja inclusão de Estados e municípios no Senado, mas não vamos viver na expectativa de isso acontecer.”

FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]