Teia Digital

SETOR PRODUTIVO PEDE MUDANÇAS NA LEI DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL – por Silvio Persivo

Velho viajante “Outrora eu era daqui, e hoje regresso estrangeiro, forasteiro do que vejo e ouço, velho de mim. Já vi tudo, ainda o que nunca vi, nem o que nunca verei. Eu reinei no que nunca fui” (Fernando Pessoa).

REELEITO PRESIDENTE DO TCE/RO

Na sessão de quinta-feira (5), o Pleno do Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) reelegeu, por unanimidade, o conselheiro Edilson de Sousa Silva como presidente para o biênio 2018/19. Também foram eleitos para o biênio 2018/2019, os conselheiros Valdivino Crispim de Souza como vice-presidente; Paulo Curi Neto, corregedor-geral; Benedito Antônio Alves, presidente da 1ª Câmara; José Euler Potyguara Pereira de Mello, presidente da 2ª Câmara; Francisco Carvalho da Silva, ouvidor; e Wilber Carlos dos Santos Coimbra, presidente da Escola Superior de Contas. Disciplinada pela Lei Orgânica e pelo Regimento Interno do TCE, a eleição foi realizada ao fim da sessão plenária da quinta-feira, com os conselheiros votando, em escrutínio secreto, e o exercício dos cargos começa a partir de 1º de janeiro de 2018, prolongando-se até 31 de dezembro de 2019. A posse ocorrerá em dezembro.

UNIR AZUL EDIÇÃO 2017

Nos dias 19 e 20 de outubro, a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis (PROCEA) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) realizará, no auditório Banzeiros, a partir das 13h, a Edição 2017 do evento UNIR AZUL, com a temática: “Cultura Surda e os desafios da Pesquisa”. A meta dos idealizadores do evento “UNIR AZUL” deste ano é promover reflexões, discussões e análises sobre o acesso e a permanência dos surdos na Universidade, bem como tornar sua língua e sua cultura mais conhecidas e também divulgar e valorizar suas conquistas, evidenciando a participação de surdos no contexto cultural e histórico do movimento acadêmico. As inscrições poderão ser realizadas através do link: https://goo.gl/forms/DIhpAjPnIMgpGhle2.

MIKÉLITON EM DESTAQUE

Com apoio da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), o artista plástico Mikéliton Alves apresenta a Exposição Coração Portovelhense, com pinturas e ilustrações em homenagem à capital. A apresentação está sendo  no Porto Velho Shopping, a partir do dia 1º de outubro até o dia 17. As imagens estarão expostas simultaneamente, em dez pontos de ônibus da cidade e serão utilizadas de forma permanente no material de promoção ao turismo divulgado pela Setur. O acervo é composto de peças feitas a óleo e ilustrações digitais que apresentam o cotidiano das ruas, praças e bairros da cidade, instigando os visitantes a perceber a cidade de uma forma mais colorida e lúdica. Aliás, muito bonita a exposição e feliz a idéia de colocar nos pontos de ônibus, apesar do estado deles.

FIM DO FESTIVAL DE LITERATURA DA AMAZÔNIA

Terminou nesta sexta-feira (06), o III Festival de Literatura da Amazônia – FLAMA coordenado pela Secretaria Municipal de Educação – SEMED. O evento foi aberto no dia 2 passado, com o lançamento do livro “Ritual de Judas na Amazônia” do escritor professor e mestre Célio Leandro no teatro Banzeiros. Durante toda semana, várias atividades aconteceram nos mais diversos ambientes. Um dos ambientes mais frequentados pelos apreciadores de literatura foi a “Feira de Livros de Porto Velho”, no Calçadão Manelão em frente ao Mercado Cultural. Segundo o presidente da Academia de Letras de Rondônia – ACLER, poeta Pedro Albino o Flama é muito importante para os escritores que produzem em Rondônia e em especial na capital Porto Velho, pois oferece amplo espaço para a exposição de suas obras. “Nós os escritores, precisamos de eventos como o Flama”, disse.

 FEIRA DE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CACOAL

Começou na quinta-feira (5) e vai até amanhã, sábado (7), a 5ª edição da Feira Industrial e Comércio de Cacoal (FICC 2017) no salão de eventos da Millenium, no setor industrial do município de Cacoal. Serão três dias de intensa programação com Desfile Rondônia Fashion Show, Workshop com Estilista Walério Araújo, Cozinha Show, Turismo de Negócio e Aventura, Palestras e Feirão de Imóveis. O evento é organizado pela Associação Comercial e Industrial de Cacoal (ACIC)  e, de acordo com a  sua presidente, Daniela Bianchini, o objetivo da FICC 2017 não é somente expor os produtos confeccionados no município, mas, também mostrar que Cacoal tem condições de ditar tendências. Serão três dias de feira repletos de novidades e a expectativa dos organizadores é que seja atraído um público superior a 25 mil visitantes aos estandes de aproximadamente 70 expositores de diversos segmentos.

SETOR PRODUTIVO PEDE MUDANÇAS NA LEI DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

A Fecomércio-RO, o Conselho Regional de Contabilidade de Rondônia (CRC-RO), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), SESCAP (Sindicato dos Sindicato das Empresas de Assessoria, Perícias Informação e Pesquisa), e Associação Comercial de Rondônia (ACR) defenderam na tarde de quarta-feira (04), durante audiência na Câmara de Vereadores, a não aprovação da Lei Complementar 40/2017, que institui novas regras (e valores) para a obtenção de licenciamento ambiental a micro e pequenos empresários de Porto Velho. A Lei dispõe sobre o fomento e tratamento especial ao microempreendedor individual e do agricultor familiar, instituindo taxas relativas ao às autorizações ambientais, mas obriga os empresários a pagar alto para a obtenção dos licenciamentos. As taxas possuem valores razoáveis, mas o custo para a contratação dos profissionais é absurdamente alto: em torno de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Segundo a gerente executiva da Fecomércio-RO, Cileide Vitorino, que participou a audiência, os valores praticamente inviabilizam a abertura de qualquer tipo de negócio, por parte dos pequenos empreendedores, que já enfrentam uma carga tributária altíssima, para abrir sua empresa. O projeto, de autoria do Executivo Municipal, deve ir à votação na próxima semana.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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