Esporte

Servidores de todos os poderes até 1991 terão direito a transposição

Decisão da Justiça Federal garante inclusive os do Legislativo e Ministério Público

Fica olhando

Um empresário de Porto Velho que prestou serviços durante a campanha de 2014 para o então candidato Confúcio Moura alega não ter recebido o pagamento no valor de R$ 114.335. Mas além de não ter recebido o pagamento, o comitê financeiro de Confúcio, que deu o calote no empresário, ainda transferiu o débito para o PMDB, cuja executiva aceitou a dívida. A manobra, em tese é legal, e serviu para “fechar as contas” de Confúcio. Ocorre que o empresário não recebeu seu pagamento, e o partido colocou o débito em “restos a pagar” coisa que não existe em uma campanha eleitoral. O caso vai dar uma tremenda dor de cabeça ao governador cassado.

É para rir

E falando em Confúcio, em mais um de seus delírios postados na internet, ele afirmou que “agora vai acelerar” seu governo. Sinceramente, seria cômico se não fosse trágico. Em praticamente 5 anos de gestão o governo não concluiu absolutamente nada e tudo que começou foi largado no meio do caminho. Até uma coisa simples como um alvará para o teatro ele não conseguiu liberar. E não adianta jogar a culpa na prefeitura, nenhuma empresa fica mais de um ano esperando um alvará de funcionamento. Se o do teatro não saiu, é por pura incompetência desse governo. As aceleradas de Confúcio estão iguais a de Rubinho Barrichelo.

Desemprego

E a crise começa a agravar na cidade de Porto Velho, o primeiro reflexo é o desemprego, que está chegando a níveis absurdos. Isso se deve a total falta de planejamento por parte do governo e principalmente, de políticas de capacitação, já que a grande maioria dos desempregados são jovens, na faixa entre 18 a 25 anos, sem experiência alguma. Os cursos oferecidos atualmente são desinteressantes e caros. Entidades que deveriam se preocupar com isso, como  FIERO, também não estão nem aí para o problema.

Porto Velho

Está caótica nesse sentido. Empresas estão demitindo diariamente, as vendas em todos os setores desabaram no primeiro semestre deste ano. O de construção civil nem se fala. As construtoras cancelaram todos os empreendimentos que estavam previstos, nem os da Minha Casa, Minha Vida estão sendo concluídos. Os loteamentos de luxo estão com altos índices de inadimplência, beirando os 45 a 50%. Um cenário desolador, que não encontra uma luz no fim do túnel, já que o governo não consegue apresentar um plano sequer. Está apenas deixando o barco correr.

A coisa

Está tão séria, que quem tem um cargo público comissionado atualmente se sujeita a todo tipo de situação e perseguição. Enquanto isso, fantasmas nadam de braçada lá pela SUGESPE. Só para relembrar, no dia 22 deste mês, publicamos uma relação de servidores que anda por lá, gente que fez parte da primeira gestão de Confúcio, alguns que sequer aparecem para trabalhar. Para relembrar, CLIQUE AQUI.

Temos ainda

O problema daquela moça que estava lotada no DER, recebendo salário de mais de R$ 6 mil, enquanto cursava medicina na Bolívia. Até hoje ninguém foi responsabilizado, não se sabe o que virou. Sabemos com toda a certeza que assinou a nomeação foi o governador. Tá lá, no Diário Oficial do Estado.

Abandono

Passado mais de um ano desde que Porto Velho passou por uma enchente desastrosa, o shopping popular está abandonado. Pior que o local virou ponto de usuários de drogas que transformaram a região em uma verdadeira cracolândia. Toda a zona portuária está tomada pela bandidagem. Os comerciantes do local, vivem um verdadeiro clima de terror, já que os viciados espantam a clientela. Uma pergunta, para que serve mesmo a tal Secretaria da Paz?

E a prefeitura?

Pois é, a prefeitura de Porto Velho oferece aos moradores dos distritos o serviço do Programa Saúde da Família (PSF) e a turma se dedica para valer no trabalho. Porém, a secretaria de saúde do município, sabe-se lá porque, não paga o transporte dos servidores que moram em Porto Velho e se deslocam diariamente aos distritos. Até bem pouco tempo, eles pagavam a ida e a volta. Agora uma van leva o pessoal, mas não trás. Eles voltam em ônibus de linha e gastam em média R$ 250 por mês.

Agora

Eu queria saber onde na legislação está escrito que servidor público (ou privado) precisa pagar para ir ao trabalho. Se um empresário não pagar o vale-transporte, a justiça do trabalho aplica uma multa pesada. Mas porque o secretário municipal de saúde pode fazer isso arbitrariamente?

E no Estado

A confusão arrumada pelo secretário Williamens Pimentel com o Hospital do Câncer, em uma disputa completamente sem sentido, ganhou um aliado, o deputado Maurão de Carvalho se comprometeu com o presidente do Hospital do Câncer de Barretos, médico Henrique Prata, em tentar desatar o nó feito por Pimentel e sua turma no caso do equipamento de radioterapia. O presidente do Tribunal de Justiça, Rowilson Teixeira também se solidarizou com a questão e se comprometeu a dar o apoio necessário à causa.

Transposição

A novela ganhou mais um capítulo e dessa vez, graças a competência da banca Nogueira e Vasconcelos, que tem à frente os advogados Diego Vasconcelos e Márcio Melo Nogueira, os servidores que ingressaram no Estado até o ano de 1991 terão direito a fazer a transposição. Os servidores do Ministério Público serão enquadrados na mesma classe dos servidores do Ministério Público da União e a decisão vale para todos os poderes, incluindo o legislativo.

A decisão

Do juiz federal Dimis da Costa Braga disse em seu despacho, “de outra parte, especificamente quanto aos servidores que passaram a integrar os quadros do Tribunal de Contas, Assembleia, Ministério Público e Poder Judiciário, é de se lhes reconhecer os mesmos direitos e benefícios concedidos aos servidores do Poder Executivo”. E continua, “o texto constitucional não fez distinção entre os poderes. E nem seria legítimo fazer, pois a regulamentação quanto ao patrimônio e pessoal do ex-território e do recém-criado Estado de Rondônia se deu de modo global para toda a integralidade de servidores, que viriam a ser absorvidos, posteriormente, por cessão, aos poderes constituídos do novo Estado”. A decisão, tem efeito de tutela antecipada, com prazo de 120 dias para que a União promova o enquadramento dos servidores, sob pena diária de R$ 500 em favor de cada servidor, além de medidas administrativas, civis e penais cabíveis. Os beneficiados devem apresentar os documentos exigidos para que a sentença seja cumprida. Para ler a íntegra da sentença CLIQUE AQUI!

Eleições

Os corretores de imóveis de Rondonia estão se preparando para eleger uma nova diretoria do CRECI 24ª Região. O órgão é comandado pelo mesno grupo há aproximadamente 25 anos e agora os corretores querem renovação. Estão todos aguardando a publicação do edital de chamamento, que deve ser feito nas próximas semanas. A eleição tem que acontecer este ano. Os mandatos são de três anos. Uma chapa de corretores autônomos está se preparando para a disputa.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Otimismo e satisfação com a vida diminuem risco de morte em até 18%

Para quem leva a vida com mais contentamento, risco de morte cai em 18%; quem é pessimista, no entanto, tem 20% mais risco de morrer precocemente, aponta estudo. O otimismo e a satisfação com a prória existência prolongam a vida. Quem é mais insatisfeito com a vida corre, de fato, mais risco de morrer rápido. É o que diz um estudo da Chapman University of Orange, na Califórnia, Estados Unidos, e publicado no periódico Psychological Science, que mostrou como uma satisfação maior com a própria vida, depois dos 50 anos, seja, de fato, ligada a um menor risco de morte. Em cada um dos nove anos do estudo, foi pedido para 4.500 mulheres e homens responderem a uma pergunta quando estivessem felizes com a própria existência, dando uma nota de 1 a 10. Os pesquisadores avaliaram a satisfação média ao longo da vida e a variabilidade no tempo, além da idade, sexo, instrução, saúde, atividade física, tagabismo e sintomas depressivos.  Quando a satisfação aumentava, o risco de mortalidade se reduzia em 18%. Quando acontecia o contrário, com uma maior variabilidade, o aumento do risco de morte era de 20%. As pessoas com alto nível de contentamento com a vida tendem a ter um menor risco de mortalidade, independentemente das variações do tempo. Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que a variabilidade no nível de satisfação influencia no risco de mortalidade somente quando se é pouco contente.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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