Esporte

SEJUS PAGA QUASE R$ 4 MILHÕES PARA EMPRESA PARANAENSE E NÃO TEM TORNOZELEIRAS

Audiência de Custódia do Tribunal de Justiça vai pelo ralo por falta de equipamento. Estado contratou 1.100 equipamentos mas mesmo assim continua sem tornozeleiras

Uma rápida historinha

O ex-deputado estadual Marcos Donadon, quando pleiteava o regime semi-aberto esbarrou em um problema, digamos, técnico. A falta de tornozeleira eletrônica usada para monitorar os presos do semi-aberto. Donadon chegou a propor a compra de 10 equipamentos, em troca de usar um. Ocorre que a fila era grande, e ele não poderia “furar”. Ou seja, mesmo que comprasse 10, teria que aguardar os 100 que estavam à sua frente. A transação não foi aceita e ele amargou mais um longo período atrás das grades.

Essa historinha

É só para ilustrar o caos que vai se transformar a tal “audiência de custódia” que foi lançada pelo ministro Ricardo Lewandoski em Porto Velho na última segunda-feira. Continua faltando tornozeleiras e os criminosos de “baixa periculosidade” devem ficar sujeitos apenas a assinar suas “folhas de frequência”.

Enquanto isso

Na Sejus, a assessoria de comunicação simplesmente se recusa a fornecer o número de telefone do setor responsável pelo monitoramento eletrônico. Caso você, cidadão, que paga a conta de telefone do telefone funcional utilizado pelo gerente do setor de monitoramento (deram o primeiro nome, Alessandro), você não vai saber. Eles solicitaram que fosse enviado “um e-mail” com perguntas a serem respondidas posteriormente. Traduzindo, ninguém sabe de nada por lá.

Mas, a gente sabe

Desde 2013 que o Estado de Rondônia paga, por mês, a empresa Spacecomm, de Curitiba (PR), um contrato no valor de pouco mais de R$ 330 mil/mês, por 1.100 tornozeleiras e/ou braceletes eletrônicos. O contrato foi renovado em 17 de dezembro do ano passado por mais 12 meses. Até ai, nada demais, exceto pelo fato de que o episódio envolvendo o deputado estadual Marcos Donadon aconteceu em abril de 2014, ou, traduzindo, o contrato estava à pleno vapor e em tese, deveriam haver disponíveis 1.100 equipamentos disponíveis. Quer mais? Em abril de 2014, reportagem publicada no portal do governo de Rondônia informava, “Em Rondônia, apenados são monitorados por tornozeleiras eletrônica”. Abaixo, o despacho da juíza da Vara de Execuções Penais informando ter sido avisada, via ofício pela SEJUS, que faltavam tornozeleiras. O portal Tudorondonia chegou a publicar na época reportagem sobre o assunto.

Vara de execuções penais

1º Cartório de Execuções e Contravenções Penais

Proc.: 0011145-65.2013.8.22.0501

Ação:Execução da Pena

Autor:Ministério Público do Estado de Rondônia

Condenado:Marcos Antônio Donadon

Vistos, etc…Mantenho a decisão de f.517/518 por seus próprios fundamentos. Senão vejamos.

A ordem para inclusão no sistema de monitoramento eletrônico deve observar a antiguidade baseada na data de concessão do benefício. Permitir que um ou outro apenado seja beneficiado sem respeitar a referida ordem causaria caos no sistema carcerário, pois aqules que estão há algum tempo aguardando a inclusão no minotoramente sentir-se-iam desfavorecidos.Ademais, conforme a SEJUS informou via ofício há algumas semanas, não há tornozeleiras disponíveis.

Ora, se não há equipamentos disponíveis como poderia ser feita a inclusão do reeducando automaticamente?Não fosse isso, é dever do Estado assegurar a integridade dos reclusos, de modo que tal por si só não é capaz de permitir o avanço na ordem de antiguidade. Noutro diapasão, em que pese a informação de f. 523/524, sequer o Diretor da Unidade indicou de forma precisa quais seriam as ameaças e o mais importante, as providências que adotou para resguardar a integridade do requerente.

Por tais razões, indefiro o pedido, devendo o apenado aguardar a ordem de antiguidade para inclusão no sistema de monitoramente eletrônico.

Vistas ao Ministério Público para manifestar-se a respeito do pedido de trabalho externoI.Porto Velho-RO, terça-feira, 22 de abril de 2014.

Denise Pipino Figueiredo

Juíza de Direito

Mas então

Onde estão esses equipamentos? E agora com as tais “audiências de custódia”, como vai funcionar? Como tudo que a gente vê por essas bandas, pelo jeito, a coisa vai ficar só na propaganda oficial mesmo. Seria minimamente interessante o Ministério Público Federal dar uma olhada nessa situação e conferir esse contrato. Tem dinheiro federal nessa história, chama os homens de preto e olha com lupa. Ou tem gente demais usando tornozeleira, ou tem tornozeleira de menos sendo entregue. Mas os pagamentos estão sendo feitos direitinho. É só olhar no Portal da Transparência.

No RS um preso prendeu uma tornozeleira no pescoço de um galo. Acho que por aqui fizeram o mesmo, porque as nossas sumiram!

Sofrência

Que quem vive em Rondônia e Acre sofre horrores nas mãos (ou asas) das companhias aéreas, não é nenhuma novidade. Além de pagarmos preços exorbitantes nas passagens, se você quiser economizar tem que se sujeitar a dar a volta no Brasil em escalas amalucadas feitas por alguém que parece uma mosca bêbada.. E para abrilhantar essa situação, agora temos cancelamentos de voos que deixam os passageiros sem saber para onde ir nem o que fazer. Um voo que deveria ter saído às 2 horas desta terça-feira, só decolou às 7 da manhã. A aeronave apresentou problemas e foi consertada em solo.

Que crise?

Pela “Escala Mosquini de Prosperidade”, Rondônia deve estar no grau máximo nos últimos tempos, com a população alegre e sorridente pelo excesso de felicidade que reina por essas bandas. Os restaurantes, outrora lotados, o que deixava a todos irritados pela demora, agora estão vazios, o que permite um “atendimento personalizado”. E essa alegria se estende à todos, de restaurantes populares aos mais sofisticados. Até o “Zé”, àquele que funciona na Joaquim Nabuco com Afonso Pena estava deserto nesta terça-feira. Toda equipe (incluindo a de cozinha), estava sorridente no salão, aguardando os prósperos clientes (felizardos) chegarem. Segundo o Zé, “é tanta prosperidade que ele está pensando em só abrir à noite”.

Com salão vazio, fica mais fácil dar um "atendimento preferencial"

Outro exemplo

Alunos da escola estadual Daniel Neri, em Porto Velho realizaram manifestação na tarde desta terça-feira exigindo a instalação de aparelhos de ar-condicionado nas salas de aula. O calor infernal que tem feito nos últimos meses não permite que crianças (ou qualquer adulto) consiga raciocinar trancado em uma sala. Realmente assustador que isso esteja acontecendo. Mas isso não parece ser problema para o pessoal da SEDUC, nem para o governador, já que o CPA parece uma enorme geladeira. Tem servidor que até reclama do frio excessivo em algumas salas. E não estou exagerando.

Já assinou?

Ou mandou para seus amigos o link do abaixo-assinado que pede o impeachment da presidente Dilma Roussef? Se não fez, CLIQUE AQUI para assinar. Até o fechamento da coluna, 902.382 já haviam assinado.

Via Lauro Jardim

Dilma Rousseff e Aloizio Mercadante passaram o fim de semana ligando para líderes dos partidos aliados. Com o impeachment no cangote do governo, resolveram agir. Alguns líderes nunca haviam recebido qualquer telefonema de Dilma, mesmo nos tempos em que ela era chefe da Casa Civil. Pergunta minha, será que ligaram para Lúcio Mosquini? Ele é o mais indicado para ajudar a presidente. Ela terá uma carreira longa e…próspera!

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: Estudo sugere que azeite de oliva diminui riscos desenvolvimento de câncer de mama

Mulheres que consomem uma grande quantidade de azeite de oliva extravirgem, como parte de uma dieta mediterrânea, têm menos chance de desenvolver câncer de mama em cinco anos. O estudo, feito na Espanha e publicado nesta segunda-feira (14) no portal de medicina JAMA Internal Medicine, mulheres com este costume às que estão em uma dieta com baixo consumo de gordura. Pesquisas anteriores já sugeriam uma incidência menor de câncer no Mediterrâneo, mas não era claro como a dieta poderia interferir no risco de manifestação de câncer de mama. Agora, além das vantagens já conhecidas da dieta – como benefícios cardiovasculares, metabólicos e cognitivos -, ela também pode ser associada à prevenção desta doença. O estudo analisou 4.300 mulheres que já passaram pela menopausa. Elas foram instruídas a comer refeições tradicionais mediterrâneas, que geralmente consistem em muitas frutas e vegetais, grãos integrais, peixe, azeite e vinho vermelho. A dieta tem baixo teor de açúcar, pouca comida processada, carne vermelha e derivados do leite. Parte dessas mulheres recebeu um litro a mais de azeite de oliva extravirgem por semana para elas e suas famílias. Enquanto isso, outro grupo recebeu 30 gramas de castanhas diferentes, como amêndoas, avelãs e nozes. Um grupo de controle seguiu uma dieta com baixo teor de gordura no lugar da mediterrânea. Depois de cinco anos, as mulheres das duas dietas foram consideradas com menos chance de serem diagnosticadas com câncer de mama do que as mulheres na dieta de baixa gordura. Aquelas que suplementaram suas refeições com azeite de oliva reduziram em 68% o risco de manifestar a doença. O grupo de pesquisa calculou que a cada 5% de calorias adicionais que vinham do azeite de oliva, mulheres poderiam reduzir suas chances de ter câncer de mama em cerca de 28%. Aquelas que comeram as castanhas mostraram uma redução de 41%, mas isso não foi estaticamente significante – o que significa que pode ter ocorrido apenas por acaso.No entanto, há algumas advertências em relação ao estudo. O maior é que houveram apenas 35 casos de câncer de mama em todo o grupo, o que é pouco. E, apesar dos resultados significativos, pode não ser o suficiente para tirar conclusões finais.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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