Teia Digital

Safra de 2018 tem nova estimativa – Por Sílvio Persivo

Faça logo, enquanto é tempo. “Agarre-se a seus sonhos, pois, se eles morrerem a vida será como um pássaro de asa quebrada, incapaz de voar” (Langston Hughes).

MP DA TRANSPOSIÇÃO DEVE SER VOTADA NO SENADO

O Senado divulgando que a comissão mista da Medida Provisória (MP) 817/2018, nesta terça-feira (10, deve votar o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre a matéria, que estabelece regras para incorporação de servidores de ex-territórios aos quadros da União. A MP 817/2018 contempla servidores que trabalharam nos ex-territórios de Rondônia, Roraima e Amapá. A proposta regulamenta as Emendas Constitucionais 60, 79 e 98, que dispõem sobre as tabelas de salários, vencimentos, soldos e demais vantagens aplicáveis aos servidores civis, aos militares e aos empregados oriundos dos ex-territórios para reintegrar esses trabalhadores aos quadros da União. Apresentado no último dia 3, o relatório acatou 67 emendas das 125 que foram apresentadas. A votação da matéria não foi concluída por causa de um pedido de vista coletiva e um questionamento dos cálculos de impacto financeiro. O relator da medida provisória disse que o texto contempla diversas categorias.

GASOLINA AUMENTOU EM PORTO VELHO NO MÊS DE MARÇO

Pesquisa feita pelo Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia – UNIR revela que o preço do combustível da cidade de Porto Velho teve um aumento de até 4,64% em março O litro da gasolina comum, com preço médio de R$4,25 teve um aumento de 0,14% no mês de março em comparação com o mês de fevereiro. Já, no comparativo com o mês de março de 2017, o preço da gasolina comum aumentou em 10,51%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro já aumentou 10,34%. A diferença no preço da gasolina entre os postos de combustíveis chegou a 13,59%, em termos monetários, a diferença entre os preços chegou a R$0,56 por litro, variando entre R$4,13 e R$4,69. Já o litro do diesel, com preço médio de R$3,48, teve uma queda de 4,91% no mês de março em comparação com o mês de fevereiro. Já, no comparativo com o mês de março de 2017, o preço do diesel teve um aumento de 1,46%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro teve um aumento de 1,79%. A diferença no preço do diesel

entre os postos de combustíveis chegou a 15,12%, em termos monetários, a diferença entre os preços chegou a R$0,50 por litro, variando entre R$3,30 e R$3,80. O litro do etanol, com preço médio de R$3,63, teve um aumento de 4,64% no mês de março em comparação com o mês de fevereiro. No comparativo com o mês de março de 2017, o preço do etanol teve um aumento de 6,01%. No acumulado dos últimos doze meses o preço do litro teve um aumento de 6,16%. A diferença no preço do etanol entre os postos de combustíveis chegou a 18,47%, em termos monetários, a diferença entre os preços chegou a R$0,59 por litro, variando entre R$3,20 e R$3,79. O cálculo de custo-benefício entre os combustíveis demonstra que, pelos preços médios, o preço do etanol corresponde a 85% do preço da gasolina comum. Neste caso, o uso do etanol não é recomendado. A análise foi baseada nos dados da Agência Nacional do Petróleo – ANP, que faz a pesquisa nos postos da cidade de Porto Velho.

UM PROBLEMA NACIONAL

Aqui, em Porto Velho, principalmente, reclamamos da falta de esgoto sanitário, e a liquidação da Caerd é o assunto do momento, mas, a questão afeta o Brasil inteiro. É o que revela o levantamento do Panorama da Iniciativa Privada no Saneamento, da associação e do sindicato das empresas particulares do setor (Abcon e Sindcon) que, constata, ter a participação dos prestadores privados de saneamento nos municípios brasileiros permanecido no mesmo patamar há dois anos. Em 2016, eram 322 cidades atendidas parcial ou totalmente com seus serviços de água e esgoto e no Brasil, o que corresponde a 5,78% de participação. O número permaneceu o mesmo até março de 2018. Ou seja, em questão de serviços de água e esgotos a situação continua a mesma: muito blá-blá-blá e ação, que é bom, nada.

EXPORTAÇÕES DO AMAZONAS CRESCEM EM 2018

O MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) informando que, de janeiro a março, foram vendidos ao exterior, pelo Amazonas, o equivalente a US$ 44,2 milhões em preparações para a elaboração de bebidas, um aumento de 7,38% frente a igual período do ano passado, o que faz dos concentrados para a elaboração de bebidas continuar sendo o principal item de exportação do Amazonas. Na Balança Comercial amazonense, o produto foi o grande responsável pela alta de quase 50% nas exportações no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo

período de 2017. Segundo o MDIC, em segundo lugar, surgem as motocicletas comercializaram US$ 40,3 milhões, alta de 71,22% na comparação com trimestre do ano anterior, quando exportou apenas US$ 23,5 milhões. Em terceiro aparecem os aparelhos de barbear com uma alta de 120,68% no período, ao contabilizar US$ 15,2 milhões exportados do setor industrial de Manaus. No total, a Balança Comercial amazonense registrou no primeiro trimestre do ano um saldo de US$ 193,4 milhões, na comparação com o trimestre de 2017, segundo os números do MDIC. As exportações no período registraram alta de 46,44% na mesma comparação, quando atingiu a marca de US$ 132 milhões arrecadados. Uma diferença de US$ 61,3 milhões entre os trimestres.

SAFRA DE 2018 TEM NOVA ESTIMATIVA

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), prevê uma safra de cereais, leguminosas e oleaginosas de 229,3 milhões de toneladas este ano. A estimativa é 0,9% maior do que a de fevereiro, o equivalente a 2 milhões de toneladas a mais. Ainda assim, a safra será 4,7% inferior à registrada no ano passado, com 11,3 milhões de toneladas a menos. As três principais lavouras de grãos deverão ter queda na produção de 2017 para 2018: soja (-0,4%), arroz (-5,5%) e milho (-12,4%).

INFLAÇÃO É A MENOR PARA O MÊS DE MARÇO

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação no país, foi de 0,09% em março. O número veio bem abaixo dos 0,32% de fevereiro e da expectativa de 0,12% dos economistas. Também foi o menor IPCA para o mês de março desde a implantação do Plano Real. Em março de 2017, a inflação foi de 0,25%. Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado nos últimos 12 meses ficou em 2,68%, uma queda em relação aos 2,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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