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Rondônia tem mais de um milhão de eleitores aptos a votar nas próximas eleições

As estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, em 2018, houve um aumento de mais de 40 mil eleitores aptos a votar em relação às eleições gerais realizadas em Rondônia no ano de 2014. Naquele ano, 1.127.154 eleitores rondonienses estavam em condição de votar no pleito.

O número de cidadãos que são identificados por biometria também cresceu nestas eleições. Em 2018, eles somaram 967.396 eleitores (82,28% do total). Em 2014, o quantitativo de eleitores com identificação digital em municípios com reconhecimento biométrico totalizava 541.566 pessoas, o que correspondia a 48,05% do eleitorado naquele pleito.

A evolução do cadastro biométrico em Rondônia é resultado de ações da Justiça Eleitoral para identificar 100% os eleitores por meio das impressões digitais e fotografia até o ano de 2022. A medida visa prevenir fraudes eleitorais e tornar as eleições informatizadas no Brasil ainda mais seguras, impedindo que um eleitor tente se passar por outro no momento do voto.

Sexo e faixa etária

De acordo com as estatísticas da Justiça Eleitoral, a faixa etária com o maior quantitativo de eleitores em Rondônia é a que reúne cidadãos entre 30 e 34 anos de idade. Eles somam 136.055, o que corresponde a 11,57% do eleitorado no estado. Em seguida, estão os eleitores de 25 a 29 anos, que reúnem 135.469 cidadãos – 11,52 % do total de eleitores.

No que corresponde ao sexo do eleitorado, as mulheres estão à frente dos homens, com 597.684 eleitoras em Rondônia. Já os homens somam 578.048, aptos a votar.

Voto facultativo

Os jovens de 16 e 17 anos representam 1,45% do eleitorado em 2018, num total de 17.028 cidadãos. Os dados apontam uma pequena redução no número de jovens eleitores, uma vez que, em 2014, foram registrados 18.104 eleitores aptos a votar nessa faixa etária.

Já os eleitores acima de 70 anos, que também têm voto facultativo, são mais numerosos que há quatro anos.  Em 2018, 64.382 eleitores nessa idade puderam exercer o direito de voto, representando um total de 5,48% do eleitorado no estado. Já nas eleições de 2014, o somatório chegou 40.016 eleitores idosos que podiam votar.

Eleitorado por município

Sendo o município com a maior população do estado, Porto Velho continua a ser o maior colégio eleitoral rondoniense, com 334.529 eleitores.

O segundo maior eleitorado está em Ji-Paraná (RO), que soma 85.978 votantes, seguido por Ariquemes (RO), com 66.945 cidadãos aptos a votar, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira na tabela abaixo:

ABRANGÊNCIA

ABRANGÊNCIACOM BIOMETRIASEM BIOMETRIATOTAL
Alta Floresta D’oeste23718.55218.789
Alto Alegre dos Parecis8.09168.097
Alto Paraíso11.9281411.942
Alvorada do Oeste19711.94712.144
Ariquemes66.84410166.945
Buritis23.0333223.065
Cabixi4.59874.605
Cacaulândia3.93033.933
Cacoal60.77413160.905
Campo Novo de Rondônia7.97467.980
Candeias do Jamari17.5998417.683
Castanheiras3.05693.065
Cerejeiras12.2073112.238
Chupinguaia6.46666.472
Colorado do Oeste13.7082613.734
Corumbiara5.60255.607
Costa Marques1858.6438.828
Cujubim10.6801410.694
Espigão do Oeste23.2474623.293
Governador Jorge Teixeira1557.2477.402
Guajará-Mirim28.38812128.509
Itapuã do Oeste6.500206.520
Jaru98639.15140.137
Ji-Paraná85.85112785.978
Machadinho D’oeste23.0603123.091
Ministro Andreazza5.713145.727
Mirante da Serra1428.6428.784
Monte Negro9.874159.889
Nova Brasilândia D’oeste24513.81414.059
Nova Mamoré16.9663817.044
Nova União935.5545.647
Novo Horizonte do Oeste6.599116.610
Ouro Preto do Oeste61428.85529.469
Parecis3.042313.073
Pimenta Bueno26.2155426.269
Pimenteiras do Oeste1.74611.747
Porto Velho333.4151.114334.529
Presidente Médici14.7882514.813
Primavera de Rondônia2.76852.773
Rio Crespo3.04033.043
Rolim de Moura38.2015738.258
Santa Luzia D’oeste6.43676.443
São Felipe D’oeste4.36934.372
São Francisco do Guaporé26010.82511.085
São Miguel do Guaporé33016.14816.478
Seringueiras1249.0149.138
Teixeirópolis844.0804.164
Theobroma2148.0898.303
Urupá1789.1159.293
Vale do Anari6.21876.225
Vale do Paraíso646.3546.418
Vilhena60.36210260.464

FONTE:  ASSESSORIA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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