Rondônia

Rondônia destaca-se na destinação adequada de lixo no Brasil

Diagnóstico aponta que 49 dos 52 municípios do estado encaminham seus resíduos para aterros sanitários

Com o 3° lugar no ranking nacional, Rondônia está em destaque no Brasil na destinação adequada de lixo, conforme levantamento realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), publicado na última terça-feira (29). O resultado vem do esforço integrado entre o governo do estado e municípios. Enquanto no país, muitas cidades permanecem com lixões a céu aberto, em Rondônia 96% dos municípios realizam destinação sustentável dos resíduos.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a ‘‘receita rondoniense’’ para avançar em sustentabilidade ambiental combina integração, planejamento e execução de ações estratégicas. ‘‘A gestão adequada dos resíduos sólidos é um compromisso firmado no Planejamento Estratégico do Estado, e os resultados mostram que estamos seguindo no caminho certo. Rondônia está avançando com cidades mais desenvolvidas, atrativas, e sustentáveis; os lixões a céu aberto foram substituídos na maioria dos municípios por aterros sanitários adequados, e estamos trabalhando firmes e juntos aos municípios para avançar mais’’, ressaltou.

Photo by Centro de Liderança Pública on April 29, 2025. Pode ser uma imagem de mapa, pôster e texto que diz "Ranking dos Estados com destinação mais adequada do lixo Destinaçãoadequad adequada dos residuos sólidos pelos municípios, conforme otipo de resíduo emitido Ha qualidade da unidade de processamento destinatária. 18° 10° 20° 13° 27° UF 190 3° Posiçto 22° Paraba Perambuco Pemambuco Rondónis သာေးကန်သန်း BindaJane 16° 23° る 2° 24° 25° 12° ExpiritoSante 21° 26° SantaCatarina 15° MpoCoeT 7° 8° SaoPauto Golas 14° 6° 5° 9o oGrandedoNorte Norte 11° Sergipe DistritoFederal 25* 26" 27" ตะรงนวี ŽCLP CENTRO LIDERANÇA CENTRODELIDERANÇAPÚBLICA PÚBLICA". 

Este indicador avalia  tipo de resíduo emitido e a qualidade da unidade de processamento destinatária

É na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) que o governo de Rondônia trabalha as políticas públicas que vem transformando a realidade da gestão dos resíduos sólidos no estado. De acordo com o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, entre as medidas adotadas está a criação do Panorama de Resíduos Sólidos Rondônia, e a partir dele ações estratégicas são realizadas voltadas para ampliação da coleta seletiva e o encerramento definitivo dos lixões nos municípios.

ACIMA DA MÉDIA

O Panorama de Resíduos Sólidos Rondônia está disponível no site da Sedam, no link https://www.sedam.ro.gov.br/post/sedam-residuos-solidos. O diagnóstico revela que 49 dos 52 municípios do estado encaminham seus resíduos para aterros sanitários, um avanço em relação à média no Brasil, onde 31,9% dos municípios brasileiros ainda despejam resíduos sólidos em lixões, e também em relação a da Região Norte, onde 73,8% dos municípios utilizam lixões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as medidas adotadas destaca-se:

• Diagnóstico da situação dos resíduos sólidos no estado;

• Formulação de diretrizes para o encerramento dos lixões;

• Orientação dos municípios sobre as diretrizes para desativação dos lixões, promovendo avaliações técnicas e monitorando esse processo.

FALE BEM DE RONDÔNIA

Rondônia avança em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n° 12.305/2010), e vem vencendo um dos principais desafios ambientais do Brasil, o que reforça a crescente valorização do estado. E é mais um dos indicadores de destaque da campanha Fale Bem de Rondônia, que convida todos os rondonienses a compartilharem suas histórias positivas sobre o estado e contribuírem para fortalecer sua imagem nacionalmente.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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