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Rio Tietê transborda e trecho da Marginal é interditado após temporal em SP

Os carros não transitaram a partir da Ponte das Bandeiras. Volume de chuva das últimas 12 horas equivale à média do mês de abril.

A forte chuva que atingiu São Paulo na madrugada e manhã desta sexta-feira (7) fez com que o Rio Tietê transbordasse e interditasse um trecho da Marginal. Segundo informações do Bom Dia São Paulo, entre a tarde desta quinta-feira e a madrugada desta sexta-feira (7) choveu o esperado para o mês de abril inteiro. Foram 84 mm neste período e a média do mês é de 73 mm.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) informou que o transbordamento ocorreu em três pontos da Marginal: Ponte do Piqueri, Barragem Móvel Montante e na Barragem Móvel Jusante. A pista da Marginal ficou completamente bloqueada na altura dos pontos de transbordamento e carros não puderam transitar desde a Ponte das Bandeiras. Por volta das 8h30, a Marginal Tietê estava sem bloqueios.

O Rio Tietê não transbordava desde 11 de março de 2016, quando as águas ultrapassaram a margem próximo à Ponte Presidente Dutra.

Homem se abriga em cima de carro após ficar preso em alagamento na Rua Vieira Ravasco, no Glicério, região central de São Paulo (SP), na madrugada desta sexta-feira (7). Volume de chuva em 12 horas equivaleu ao que costuma chover em todo mês de abril (Foto: Nivaldo Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A água atingiu a carroceria de caminhões e motoristas tiveram que subir no teto do veículo. A água do rio e o lixo invadiram uma escola, um clube e ruas de Aricanduva ficaram completamente alagadas. O bairro do Bom Retiro também ficou alagado. Por baixo da Ponte da Casa Verde apenas caminhões transitaram.

O prefeito João Doria falou sobre o transtorno causado pelas chuvas em entrevista concedida à Rádio Capital na manhã desta sexta-feira (7). Ele elogiou o trabalho da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e destacou a chuva acima da média para justificar os transtornos causados à cidade.

“Choveu em 24h o que choveria em 30 dias. Choveu 30 vezes mais do que a normalidade para um período desse”. Segundo o tucano, abril normalmente não é um mês de chuvas, mas o volume de água que caiu nas últimas horas foi maior do que o registrado nos dias mais chuvosos deste ano. “Evidente que isso afetou muito a vida da cidade”, completou.

Motoristas evitam arriscar a travessia diante de alagamento na Marginal Tietê, na altura da ponte das Bandeiras sentido Rodovia Castelo Branco, em São Paulo, após uma forte chuva causar diversos pontos de alagamento pela cidade (Foto: Newton Meneses/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Motoristas evitam arriscar a travessia diante de alagamento na Marginal Tietê, na altura da ponte das Bandeiras sentido Rodovia Castelo Branco, em São Paulo, após uma forte chuva causar diversos pontos de alagamento pela cidade (Foto: Newton Meneses/Futura Press/Estadão Conteúdo)

De acordo com Doria, a cidade começou a “voltar à normalidade” nesta manhã – e graças ao trabalho dos profissionais da CET. Ele disse que muitos estão trabalhando há mais de 24 horas. “Uma parte considerável nem voltou para casa. Continuou trabalhando madrugada adentro para minimizar os problemas”, afirmou.

Às 7h, a cidade registrou 109 km de lentidão. O recorde de lentidão da manhã do ano foi de 201 km.

O presidente da CET, João Octaviano Machado Neto, afirmou que orientou as pessoas para evitar as marginais. “Pedimos que as concessionárias responsáveis pelas rodovias colocassem em seus painéis mensagens para que os motoristas evitassem as marginais”, disse.

“Colocamos nosso efetivo com prioridade na região do Aricanduva e agora está concentrada na Marginal Tietê. Objetivo é fazer com que tenha desvios e auxilar na retirada dos carros que estão submersos”, disse. De acordo com Machado Neto, o rodízio de veículos não vai ser suspenso porque o problema se concentrou nas marginais.

Multas de rodízio

Alagamentos na Marginal Pinheiros na manhã desta sexta-feira (7) (Foto: GloboNews/Reprodução)

Alagamentos na Marginal Pinheiros na manhã desta sexta-feira (7) (Foto: GloboNews/Reprodução)

O secretário municipal de Transportes, Sérgio Avelleda, disse em entrevista à GloboNews, que a Prefeitura não deverá aplicar multas de rodízio aos motoristas que ficaram presos em áreas de alagamentos dentro do centro expandido de São Paulo e tiverem sido flagrados pelos radares eletrônicos por causa da forte chuva da noite desta quinta-feira (6) e na manhã desta sexta-feira (7).

O rodízio em São Paulo é das 7h às 10h e das 17h às 20h. A multa aplicada para quem infringir o rodízio é de R$ 130,16.

De acordo com o CGE, desde às 21h59 desta quinta até por volta das 8h, a cidade registrou 13 pontos de alagamentos intransitáveis.

As Zonas Leste, Norte, oeste, Sul, Sudeste e região central e Marginal Pinheiros ficaram em estado de atenção para alagamentos das 22h57 desta quinta até as 4h07 desta sexta-feira (7).

Clube fica debaixo d'água após temporal em São Paulo na madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Clube fica debaixo d’água após temporal em São Paulo na madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Clube fica alagado após fortes chuvas atingirem São Paulo na madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Clube fica alagado após fortes chuvas atingirem São Paulo na madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Carro fica abandonado na pista local da Marginal Tietê  (Foto: Reprodução/TV Globo)

Carro fica abandonado na pista local da Marginal Tietê (Foto: Reprodução/TV Globo)

Toda a cidade de São Paulo chegou a registrar estado de atenção para alagamentos durante a madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Toda a cidade de São Paulo chegou a registrar estado de atenção para alagamentos durante a madrugada desta sexta-feira (7) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Alagamento na Marginal Tietê, em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Alagamento na Marginal Tietê, em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Segundo o CGE, imagens de radar meteorológico indicam que as áreas de instabilidade que atuavam na capital paulista e Região Metropolitana de São Paulo perderam força. Foram registradas apenas pontos isolados de garoa ou chuva fraca. Essas condições persistem até o início da manhã. Os aeroportos de Cumbica e Congonhas operam por instrumento, mas normalmente.

Os alagamentos na Marginal Tietê refletiram na Rodovia dos Bandeirantes. O tráfego ficou parado na chegada à capital. A fila se estendeu por 4 km.

Pontos de alagamentos registrados das 22h às 8h:

  • Rua Francisco Rodrigues Nunes, próximo à Rua Miguel Nelson Bechara;
  • Avenida General Edgar Faco, próximo à Ponte do Piqueri;
  • Marginal Tietê sentido Ayrton Senna, próximo à Ponte Jornalista Walter Abrahão;
  • Avenida das Nações Unidas, Sentido Castello, próximo à Pontee Eng Roberto Rossi Zuccolo;
  • Túnel Dirce Camargo, altura do número 1;
  • Rua Itagimirim, próximo à Rua Padre Viegas De Menezes;
  • Avenida, próximo à Praça Alberto Lion;
  • Matginal Tietê, Sentido Ayrton Senna, próximo à Ponte Presidente Jânio Quadros;
  • Avenida Professor Luiz Inácio de Anhaia Melo, próximo à Rua Ibitirama
  • Avenida Professor Luiz Inácio de Anhaia Melo, Sentido Vila Prudente, próximo à Avenida Francisco Falconi
  • Aveinida Professor Luiz Inácio de Anhaia Melo, próximo à Rua Dianópolis
  • Avenida Paes de Barros, próximo à Av Prof Luiz Inácio de Anhaia Melo;
  • Avenida Teresa Cristina, próximo à Av do Estado

Estradas

A concessionária Autoban orientou motoristas que viajam pela Bandeirantes a acessar a Anhanguera na região de Jundiaí ou entrar no Rodoanel, e seguir para a Anhanguera.

A situação também ficou complicada na Rodovia Castello Branco, sentido capital, por conta dos alagamentos na Marginal Tietê. O tráfego ficou parado na pista expressa e foram 5 km de engarrafamento no trecho final, antes do Cebolão.

Próximos dias

De acordo com informações do CGE, os ventos úmidos que passam a soprar do oceano ainda devem deixar o tempo instável, com muita nebulosidade, chuvas e declínio das temperaturas.

No sábado (08) o tempo melhora e o sol pode aparecer entre nuvens, mas os ventos úmidos que sopram do oceano ainda podem causar chuvas fracas e chuviscos, principalmente durante a madrugada e no final do dia. As temperaturas devem variar entre mínimas de 18°C e máximas que podem superar os 27°C.

Fonte: G1

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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