Esporte

Ribamar Araújo nomeou funcionário de sua fazenda no gabinete da ALE

Deputado também nomeou esposa na Ouvidoria da Casa e filhos da Chefe de Gabinete

A turma abusa

Lazinho da Fetagro, deputado eleito pelos chamados “movimentos sociais” ligados ao campo já torrou quase R$ 12 mil em churrascaria apenas nos primeiros seis meses de 2016, o que dá uma média de R$ 2 mil por mês. O deputado já comeu uns três bois nessa brincadeira. Interessante também que ele já pagou R$ 40 mil a um escritório de advocacia (R$ 10 mil mês) com verba indenizatória, o que é proibido. Para tratar de questões legislativas existe a Procuradoria da Casa. Na listagem de gastos não consta a motivação desse pagamento.

Graves acusações

E com as campanhas eleitorais, começam a aparecer os “rolos” de alguns candidatos, entre elesRibamar Araújo (PR) que teria nomeado em seu gabinete um peão de sua fazenda, além da própria esposa na Ouvidoria da Casa (ela teria saído agora em função do período eleitoral, mas nomeou o filho). Mas, pela denúncia que circula, ainda tem mais, a chefe de gabinete do deputado nomeou a filha e o filho, todos recebendo salários em torno de R$ 8 mil.

As nomeações

Constam todas em Diário Oficial e é um problema para Ribamar Araújo, que sempre passou à margem de denúncias dessa natureza. O deputado é candidato à prefeito e vai ter que dar muitas explicações sobre isso. O mais grave, além do nepotismo, é o caso do funcionário de sua fazenda, que recebe pela Casa para cuidar de boi no pasto. Como diria o ex-presidente da Assembleia Hermínio Coelho, “esse povo não se exempla”.

A esposa de Ribamar

Foi candidata em Candeias do Jamary e ocupa cargos na estrutura da Assembleia desde 2012. Ribamar é deputado desde 2007, quando assumiu após ter sido eleito no ano anterior.

Na mira

Um ex-secretário municipal da gestão Roberto Sobrinho está sendo investigado por algumas lambanças feitas com recursos das compensações das usinas. Para quem não sabe ou não lembra, foi uma verdadeira festa naquela época. A palhaçada foi tão grande que a prefeitura chegou a lançar um programa de arborização da cidade, plantou mudas em locais que seriam destruídos em seguida, como o Trevo do Roque (para construção dos viadutos) e na Avenida Lauro Sodré (uma das áreas mais arborizadas da cidade desde sempre). No Espaço Alternativo a prefeitura também plantou mudas, que foram arrancadas pelo ex-diretor do DER Lúcio Mosquini para as obras do Espaço Alternativo.

Ainda em 2010

Eu tratei do assunto do pagamento de R$ 500 mil para a ONG Raiz Nativa, que ficou responsável pelas mudas. Em 2015 voltamos à falar sobre o assunto também na coluna, e agora, passados pouco mais de 6 anos, os responsáveis pela gracinha entram na mira dos organismos de investigação. O secretário da época foi indicado pelo PMDB, depois que deixou a prefeitura deixou o Estado e, segundo informações ainda não confirmadas, ficou rico com uma empresa de prestação de serviços. Quando tiver mais detalhes, voltamos ao assunto.

No sábado

O ex-secretário de Saúde do Estado e candidato à prefeito Williames Pimentel lança oficialmente sua candidatura à prefeito de Porto Velho. O evento acontece às 8 horas no espaço Ello Eventos e vai contar com a presença do governador Confúcio Moura.

Falando em Confúcio

Ele fez um desabafo em seu blog à respeito do movimento grevista promovido pelo sindicato dos servidores da Saúde. E o governador tem razão em um ponto, o momento não é para greve. Falta bom senso as lideranças sindicais de Rondônia, acostumadas com o “jeito petista” de agir, colocando a faca no pescoço em um ato puramente oportunista. O Brasil atravessa uma grave crise e Rondônia, apesar dos pesares vem conseguindo pagar os salários. Se o governo ceder para a Saúde, vai ter que ceder para segurança, educação e todas as categorias que querem melhorias salariais. A matemática é bem simples, e a pergunta a ser feita é básica, é melhor receber pouco, mas dentro do mês ou muito com atrasos?

Inabilidade

Os proprietários do Porto Velho Shopping estão levando o empreendimento ao fracasso pela intransigência e por não entenderem o momento. Dezenas de lojas estão fechadas e grande parte dos lojistas estão querendo sair. O preço do metro quadrado está alto demais e o volume de vendas, baixo. As Americanas, loja âncora abriu uma filial na Carlos Gomes, o que tirou parte do movimento do shopping. Outros seguiram o mesmo caminho. Se a direção não começar a entender o momento atual, vai fechar de vez.

Um dos problemas

Foi que eles chegaram na cidade em uma época de “vacas gordas”. Essa “ressaca pós-usinas” deve ser manter por muito tempo, já que a cidade não tem nenhum investimento à curto e médio prazo, que gere pelo menos a metade do dinheiro que circulou na época. Não vai acontecer milagre. Ou o shopping se adapta ou as operações vão se tornar inviáveis. Já deve estar operando no vermelho há tempos, porque o que não faltam são títulos protestados em cartórios.

Clínica Mais Saúde informa – Estalar os dedos faz bem às articulações

Gosta de estalar os dedos mas sempre ouviu que isso faz mal? Pois pode manter o hábito. Um estudo realizado por especialistas do Centro Médico UC Davis, nos Estados Unidos, mostrou que, na verdade, o hábito considerado irritante por muitas pessoas, pode aumentar a amplitude do movimento na região. Para surpresa dos pesquisadores, que acreditavam que a prática prejudicava as articulações, os resultados mostraram que estalar os dedos não traz nenhum problema. Pelo contrário. O exame mostrou que logo após os dedos terem sido estalados, houve aumento da amplitude do movimento na região, em comparação com aqueles que não estalaram. Mas o que faz com que suas articulações estalem? Na busca por essa resposta, os pesquisadores viram algo surpreendente: no momento em que os dedos foram estalados, houve um “flash” repentino na articulação. Os autores acreditam que isso ocorra porque, quando a articulação é estalada, separa-se duas superfícies, reduzindo a pressão na região. Essa “descompressão” permite que o gás dissolvido no líquido das articulações seja liberado. Neste caso, o flash brilhante seria a bolha de gás se formando.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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