Teia Digital

Reajustes de preços podem frear a economia – Por Sílvio Persivo

E como faz! “Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença” (Benjamin Franklin).

NORTE BRASIL VAI CONSTRUIR E EQUIPAR MUSEU ARQUEOLÓGICO DA UNIR

Na tarde da quinta-feira, 19, no gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), numa reunião com representantes da construtora Fuhrmann & Cia e da Norte Brasil Transmissora de Energia S/A, esta última empresa assumiu a responsabilidade, como compromitente, de construir um prédio do lado do almoxarifado, no valor de R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e equipá-lo para ser o museu arqueológico da Universidade. Pelo termo de compromisso firmado, a UNIR, ficará responsável pela guarda do acervo retirado da área delimitada da faixa de passagem da linha de transmissão de energia da concessão da Norte Brasil. O prazo fixado para a conclusão da obra é de 120 dias. Por parte da UNIR, representada pelo reitor, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott, também presentes à reunião: o professor Adilson Siqueira, chefe de gabinete da Reitoria; as professoras Juliana Rossato Santi e Silvana Zuse e a técnica de laboratório Glenda Maria Bastos Félix, do Departamento de Arqueologia; a contadora Verônica Rocha Dias, diretora administrativa do campus de Porto Velho; a administradora Maênia Araújo Mendes Vaz de Souto, da Pró-Reitoria de Administração; a arquiteta Vanessa Mariscal Rodrigues Alves, da Diretoria de Engenharia e Arquitetura; e os administradores Josué Albano Luz, diretor, e Isis Bruna Gomes Pacheco, assistente, da Diretoria de Administração e Serviços Gerais. Alexandre Júlio Ferreira, gestor da Norte Brasil Transmissora de Energia, também apresentou ao reitor e aos demais presentes à reunião os dirigentes da Fuhrmann & Cia, empresa responsável pela execução da obra: Gunter Fuhrmann Filho e Antonio José Fuhrmann.

 

RONDÔNIA FASHION EXPERIENCE JÁ É UM SUCESSO

Mais de 150 empresas participam do primeiro Rondônia Fashion Experience, realizado em parceria pelo Sistema Fiero, Sindivest-RO e Sebrae, com o objetivo de trazer estratégias e ferramentas de trabalho inovadoras para o segmento do vestuário rondoniense. As atividades começaram na quinta-feira, 19, com duas oficinas. A primeira, com o tema “A consultoria de imagem e a sua importância para o mercado de varejo”, ministrada por Rachel Jordan e a segunda, com Karen Rochlin, abordou “Estratégias e ferramentas: Inovação para uma boa gestão”, ambas na sala de aula da Uniron shopping. Talk show, rodada de negócios, palestra master “Moda Cultura e Identidade de Marcas” com Ronaldo Fraga, no auditório da Uniron (Campus do Porto Velho Shopping), também na quinta integram o evento. A programação continua hoje, 20, com mais oficinas durante todo o dia. O ponto alto é o desfile da coleção industrial rondoniense, às 20 horas, no espaço Calama, do shopping (em frente a Livraria Leitura). Para a presidente do Sindivest-RO, Cida Mourão, a iniciativa constitui oportunidade única para os empresários do setor.

 

GOVERNO PROPÕE GRAVAÇÃO DAS LICITAÇÕES

O governo de Rondônia enviou para a Assembleia Legislativa na terça-feira (17) uma proposta de Projeto de Lei que dispõe sobre a transparência nas sessões públicas realizadas na abertura de licitações realizadas pelo poder público estadual nas modalidades concorrência, tomada de preços, convite e pregão presencial. Pela proposta de lei, as aberturas de licitação serão gravadas em áudio e vídeo, e ficarão disponíveis no portal da Transparência Rondônia,  por até dois anos para pesquisa e consulta pela sociedade. A lei entrará em vigor após 90 dias de sua aprovação, tempo em que a Superintendência Estadual de Licitações (Supel) e a Controladoria Geral do Estado irão se adequar para operacionalizar as atividades de registro das sessões. “Queremos, com este projeto, ampliar a transparência dos atos públicos do Estado de Rondônia. A proposta estava encaminhada pelo governador Confúcio Moura, quando assumimos a gestão do Estado, e de imediato aprovei seu envio após análise das áreas competentes. Acredito que nossos parlamentares mais uma vez irão dar sua contribuição para que Rondônia avance ainda mais nos indicadores de transparência,” afirma o governador Daniel Pereira. O projeto de lei encaminhado mediante Mensagem nº 73, do governador Daniel Pereira, reforça o princípio de publicidade nos atos da administração pública, atendendo norma constitucional (artigo 22), e com ele busca-se a permanência do Estado de Rondônia no ranking do Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), “como referência e nota máxima em transparência e combate à corrupção.”

 

REAJUSTES DE PREÇOS PODEM FREAR A ECONOMIA

No Amazonas lideranças empresariais e especialistas econômicos alertam sobre os impactos dos reajustes em produtos e serviços, a exemplos dos remédios, contratos de aluguel, cesta básica, gás de cozinha e o preço da gasolina, que podem frear a produtividade e a estabilização econômica.  O alerta revela que os aumentos refletem na inflação e potencializados longe dos grandes centro de consumo, como é o caso de Manaus. O economista da Fecomércio-AM (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas), José Fernando da Silva, afirma que, hoje, o reajuste dos combustíveis é o que mais pesa no bolso do contribuinte e pode causar maior impacto na evolução econômica por causa do seu  efeito em toda a cadeia produtiva. Para se ter uma ideia, o preço do litro da gasolina em Manaus pode subir para R$ 4,52, se os postos de combustíveis repassarem integralmente ao consumidor o novo aumento nas refinarias no início desta semana. José Fernando destaca que, por está longe dos grandes centros de consumo e abastecimento, a capital amazonense acaba sentindo duplamente os reajustes. “Temos aqui questão da dificuldade logística, Manaus desembolsa um frete alto para receber produtos que não são produzidos na região, o que acaba sendo repassado para o consumidor final”. Para ele, em alguns casos, o valor do frete é mais caro que o próprio produto. “

 

PRÉVIO DA INFLAÇÃO É A MENOR PARA ABRIL DESDE 2006

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou uma variação de 0,21% em abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a inflação do dia 15 de um mês ao dia 15 do mês seguinte e funciona como uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA. A variação registrada é a menor para um mês de abril desde 2006 e o acumulado entre janeiro e abril, 1,08%, é o menor desde o início do Plano Real em 1994. O resultado de abril ficou 0,11 ponto percentual acima da taxa de março, acumulando 2,8% em 12 meses. O grupo comunicação foi o único que apresentou queda na variação de preços, com -0,15%. As maiores variações foram registradas em saúde e cuidados pessoais (0,69%) e vestuário (0,43%).

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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