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QUEM APOSTA NO PT PARA PREFEITURAS EM 2016?

Partido que criou a “onda vermelha” em 2002 virou uma sombra e deve encolher ainda mais

Não é implicância

Mas olha só. De acordo com moradores da Estrada da Penal, desde 2011 que está programado asfaltamento do trecho até o quilômetro 40, que é a entrada dos portos privados que estão operando na região do Cujubim. O DER, mesmo sabendo que dois portos entrariam em operação, simplesmente ignorou isso e agora a população está revoltada, e com toda a razão, pelo descaso. O tráfego de carretas aumentou absurdamente em função da colheita da soja e a poeira vem causando doenças respiratórias nas crianças e colocando a vida de todos que circulam na área em risco, já que a visibilidade é quase zero.

Pois é

Ao mesmo tempo o DER sequer fez um projeto de rodovia para aquela estrada, que é uma vicinal, tem um traçado perigoso, cheio de curvas e ladeiras. Se for mantida a rota atual, vai colocar em risco a vida de muita gente. Uma total falta de planejamento e irresponsabilidade que até assusta. O pior é que pelo que conhecemos das obras do DER, por uma questão de “economia”, eles vão terminar jogando uma capa asfáltica sobre a base atual que não vai aguentar 3 meses. Aí teremos buracos….e poeira.

Esse tipo de mentalidade

Que é inconcebível nos dias atuais. Se tivessem planejado e feito em sincronia com as obras dos portos, não teríamos nenhum problema. O trânsito estaria fluindo tranquilamente, e apesar do aumento no tráfego, a população não seria tão afetada. Esse é apenas mais um exemplo da total falta de planejamento e organização por parte de um governo que nomeia um bombeiro para ser diretor de um departamento de estradas. Mas seu antecessor também não sabia nada de estradas, é engenheiro elétrico. Deixa o Bira assumir Confúcio, coloque quem entende de alguma coisa, chega de amadorismo nesse governo.

Falando em asfalto

O governo andou alardeando desde a campanha eleitoral do ano passado que “está fazendo 150 quilômetros de asfalto em Porto Velho”. Balela. Não fez 5. E pior, não fez asfalto, recapeou algumas ruas com uma capa, e só alguns trechos, grande parte foi feita pela própria prefeitura. A coisa ficou tão feia que tiraram o comercial do ar.

Moradores revoltados (e com toda razão) pela falta de planejamento do governo

Em Jaru

A prefeita Sônia Cordeiro (PT) foi afastada pela Câmara Municipal e o vice, Inaldo Pedro Alves (PP) assumiu e rapidamente criou um factóide digno da cartilha do senador Ivo Cassol (PP). Alegando ter tirado dinheiro “do próprio bolso” para pagar combustíveis para ambulâncias e um micro-ônibus para “que os pacientes que venham precisar ser transferidos para outros municípios como Porto Velho e Ji-Paraná não fiquem sem o transporte por falta de combustível”. De fato, à primeira olhada parece ser um ato de desprendimento, mas não é. É populismo. Será que o prefeito também vai tirar “do próprio bolso” para pagar por conserto de veículos quebrados? Vai encher tanques de ambulâncias com seu próprio dinheiro até quando?

São essas ações

Que a população precisa olhar com desconfiança. No Brasil político não faz por solidariedade ou por bondade. E lembre-se, no final, quem paga a conta é você. Sempre.

Vice-prefeito Inaldo (à esq) também é da turma do chapéu e fez escola com Carlos Magno (na foto) e senador Ivo Cassol

Enquanto isso

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado Federal aprovou na quarta-feira (26) o Projeto de Lei (PLS) 56/2012, prevê que engenheiros e arquitetos devem ser responsabilizados por problemas em obras licitadas pelo poder público. O PLS também determina que os responsáveis pelos projetos técnicos de engenharia e arquitetura possam ser proibidos de prestar serviços, direta ou indiretamente, à Administração Pública por até dois anos em caso de erros e omissões. Só a título de curiosidade, no dia 2 de fevereiro deste ano, aquimesmo na coluna, eu suscitei esse debate, inclusive sugerindo a divulgação de nomes dos engenheiros e arquitetos responsáveis pelas obras públicas em Rondônia.

Isso porque

Já vi, por diversas vezes, projetos mal feitos, coisas bizarras mesmo, como falta de portas, janelas, portões, falhas grotescas para as quais não existem justificativas. Evidente que temos exceções, mas passou da hora do Brasil responsabilizar não apenas os gestores e as empresas, e sim todos os envolvidos em processos que lidam com recursos públicos. É um grande passo, não sei se será aprovado.

Vão apurar

O deputado estadual Jesuíno Boabaid apresentou requerimento exigindo explicações sobre a compra da área de 40 hectares que valia R$ 60 mil e foi comprada por R$ 4,1 milhões pelo governo do Estado à título de “ajudar os desabrigados” das enchentes do Madeira. Até hoje tem gente desabrigada. Mas o dinheiro pago como indenização já deve até ter sido gasto. Coisas de Rondônia….

Termômetro

Na bolsa de apostas que circula nos corredores, é dado como certo que o PT não faz nenhuma prefeitura em Rondônia em 2016. Eu, particularmente não gosto de apostas, mas acho que quem for nessa aí, vai ganhar. E pensar que o PT chegou a ser a grande esperança do povo brasileiro, emocionando multidões com propaganda sobre dias melhores, virou sinônimo de atraso e desesperança. Pior que nós estamos pagando essa fatura.

Um dia todo mundo acreditou....

Para 2016

O cenário começa a ser definido, mas é muito cedo para apontar favoritos. Mariana Carvalho, a jovem deputado federal de Rondônia, está alçando voos cada vez mais altos e apesar do apelo, dificilmente vem disputar a prefeitura. Se mantiver sua timeline, fica no Congresso e quando tiver idade disputa o Senado. No seu caso, encarar uma prefeitura complicada como a de Porto Velho é um retrocesso. Por enquanto, anunciado mesmo, só Pimentel e Mauro Nazif. Garçon tem balançado, mas fez as contas e não conseguiu fecha-las. Falta estofo e conteúdo ao deputado que nos últimos tempos andava cabisbaixo por causa de sua ação no Tribunal Regional Eleitoral. Agora, que o advogado Nelson Canedo conseguiu salvar sua pele, deve reaparecer.

Portanto

O fator “2016” ainda está longe de ser resolvido. De certo mesmo, pelo jeito, só o fato do PT não conseguir nenhuma prefeitura. Como diria Júlio César, “alea jacta est”.

Não tinha bomba

O que teve foi falta de efetivo necessário para entrar no presídio Urso Panda e fazer uma revista. Então alguém lembrou que em caso de explosivos poderia chamar o exército. Montaram uma operação e entraram no presídio atrás de bombas….saíram com dois celulares, carregadores de telefone e fones de ouvido. E só.

Falando em exército

Continua o silêncio sobre quais os procedimentos foram adotados para evitar que algum sentinela atrapalhado dispare novamente contra algum civil lá pelas bandas do 5º BEC. E aproveitando o ensejo, passou da hora do quartel da 17ª Brigada sair do centro da cidade arrumar um local bem longe. Com o incidente registrado no sábado já deu para perceber que não dá para confiar nessa turma com um fuzil na mão. Lembre-se, a próxima vítima pode ser você…

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: Cientistas encontram 9 fatores de risco do Alzheimer

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), encontraram os nove principais fatores de risco do mal de Alzheimer, doença degenerativa incurável que atinge, em sua maioria, pessoas com mais de 65 anos e que leva à demência e à perda das funções cognitivas. Publicado na revista norte-americana “Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry”, o estudo revelou que os fatores de risco da enfermidade são: obesidade, depressão, pressão muito alta ou baixa, diabete tipo 2 (em asiáticos), fragilidade, hábito de fumar (exceto em civilizações ocidentais), baixo nível de educação, artérias carótidas estreitas e altos níveis do aminoácido homocisteína no sangue. Segundo a pesquisa, cerca de dois terços dos casos de Alzheimer registrados no mundo são causados por estes aspectos, que podem diminuir graças a contribuições de hormônios (como estrogênio), anti-inflamatórios, ácido fólico, vitaminas (C e E) e café. Os cientistas chegaram a essas conclusões após examinarem 323 estudos anteriores sobre o assunto e reduzirem os 93 possíveis fatores encontrados neles para apenas nove. No entanto, os pesquisadores alertam que a pesquisa é apenas do tipo observacional, ou seja, dietas, remédios e estilos de vida mais saudáveis podem contribuir para diminuir o número de novos casos da doença, mas não com 100% de certeza.

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Gomes Oliveira

1 Comment

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  • SINCERAMENTE, VOTAR EM QUALQUER CANDIDATO DESS PT, É GOSTAR DE BAGUNAÇA. PESSOAL, VAMOS ESQUECER ESSE SÍNICO LULA, E TODA ESSA RAÇA DO PT, QUE AÍ ESTÁ COM UMA PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO. OU SERÁ QUE VOCÊ JA ESQUECEU A CORRUPÇÃO NA PETRORBÁS? O POVO QUER JUSTIÇA E MUDANÇA SÉRIA NESSE PAÍS, NÃO UM REMENDO NOVO EM FUNDO VELHO. ESSE PT VEIO PARA AFUNDAR O BRASIL, FORA DILMA, FORA TODA TURMA DO PT.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. 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