Teia Digital

Queda de veto do ISS beneficia a grande maioria dos municípios – por Silvio Persivo

O Brasil é um exemplo. “As piores dificuldades de um homem começam quando ele é capaz de fazer o que quer” (Thomas Huxley).

A POLÍTICA GERA INCERTEZA NA ECONOMIA

O governador Confúcio Moura tem toda a razão em considerar positivas as expectativas do Estado, a partir do fato de ter conseguido manter as contas controladas, mas, exagera quando afirma que “Rondônia não tomou conhecimento da crise”, apesar de mostrar que “enquanto o PIB-Produto Interno Bruto nacional retraiu 3,5% em 2016, nosso estado cresceu mais de 3%. Isso significa um crescimento acima de 6%, comparado à retração do PIB nacional”. É evidente que, como governador, tem que vender otimismo e procurar injetar entusiasmo no setor empresarial, mas, ele, mais do que ninguém, sabe que Rondônia depende da recuperação do País. Também sabe que os repasses e os investimentos federais diminuíram, pois, não fosse isto a situação estadual seria muito melhor. E, mesmo com o ótimo desempenho da agricultura, somente passando este período de turbulências políticas é que se poderá pensar em ter um período de desenvolvimento sustentado. Infelizmente, a incerteza política gera incerteza econômica e pesa muito no crescimento do produto interno. E Rondônia sofre os reflexos dos problemas do país.

 ESTUDANTES DE JORNALISMO DA UNIR GANHAM PRÊMIO EM CONGRESSO

Os estudantes do curso de Jornalismo Wesley Tavares e Maria Victória, da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), do Campus de Vilhena, foram premiados no XVI Congresso de Ciências da Comunicação na região Norte (Intercom Norte 2017), que aconteceu de 24 a 26 de maio em Manaus. O trabalho realizado pelos alunos para a disciplina de Laboratório de Jornalismo Impresso concorreu na categoria de charge. Com o tema “2016 em charge: o ano que não terminou”, fez uma retrospectiva dos assuntos mais relevantes do ano de 2016. Agora, os alunos deverão representar a região Norte no congresso nacional nos dias 4 a 9 de setembro em Curitiba, no Estado do Paraná.

 MOVIMENTO RONDÔNIA PELA EDUCAÇÃO FAZ UM ANO

O Movimento Rondônia pela Educação completa um ano de lançamento celebrando a adesão e mobilização de mais cem instituições e entidades rondonienses pela melhoria dos indicadores da educação. Lançado em 23 de maio do ano passado durante solenidade no Teatro Guaporé, o Movimento Rondônia pela Educação tem como meta zerar o analfabetismo entre os trabalhadores da indústria e contribuir para melhoria dos indicadores da educação em Rondônia. Ontem, quinta-feira, 01, durante a 4ª reunião do Conselho de Governança do Movimento, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, lançou o programa Porto Velho Alfabetizado, cujo objetivo é identificar onde estão os maiores índices de analfabetos por região da cidade e, a partir deste levantamento, incrementar ações visando abordar essas pessoas com a proposta de alfabetizá-las.

O JEITO GAZIN DE FAZER NEGÓCIOS

O Grupo Gazin comemorou o fato de que na pesquisa da Consultoria CVA Solutions, aparece como a varejista preferida dos consumidores, ficando à frente das marcas mais conhecidas entre os brasileiros, como Lojas Americanas, Casa Bahia e Magazine Luiza. Na hora da compra, os consumidores apontaram preferência por redes regionais, como Gazin, que ficou em primeiro lugar. O presidente do Grupo Gazin, Osmar Della Valentina, afirmou que o resultado está fundamentados no “servir bem”, o que a empresa faz a 51 anos, o que “Vem reafirmar a nossa cultura corporativa intitulada ‘Jeito Gazin’ com foco na valorização e desenvolvimento de pessoas como principal elemento de sucesso dos negócios.  O sócio-diretor da CVA, Sandro Cimatti, explicou que “as marcas locais tendem a se especializar nos costumes e nas preferências do consumidor e, com isso, conseguem adequar o atendimento e o mix de produtos ao público dos lugares que atuam.  Essa proximidade faz com que os clientes prefiram suas lojas, em comparação às lojas de marcas nacionais.” A fonte da notícia é de Marcela Martinez da Communica Brasil.

QUEDA DE VETO DO ISS BENEFICIA A GRANDE MAIORIA DOS MUNICÍPIOS

Na sessão terça-feira (30), o Congresso Nacional derrubou o veto parcial à Lei 157/2016-Complementar, que reformulou o chamado Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Com a derrubada do Veto 52/2016, a cobrança do ISS passa a ser feita no município do domicílio dos clientes de cartões de crédito e débito, leasing e de planos de saúde e não mais no município do estabelecimento que presta esses serviços. Muitos senadores e deputados defenderam a derrubada do veto, por entender que os estados e municípios serão beneficiados com mais recursos. De acordo com o senador Acir Gurgacz, Rondônia deve receber cerca de mais de R$ 27 milhões/ano de repasses do ISS. Esta alteração da tributação para o domicílio do cliente era uma antiga reivindicação de prefeitos.

PRORROGADAS INSCRIÇÕES DA 4ª EDIÇÃO DO PRÊMIO PETROBRAS DE JORNALISMO

Foram prorrogadas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Petrobras de Jornalismo. Os profissionais do país têm até o dia 29 de junho para inscrever suas reportagens e concorrer em 13 categorias, que entregarão prêmios entre R$ 10 mil e R$ 40 mil. Uma das novidades deste ano é o lançamento da categoria especial de Inovação, que premiará o trabalho que se destacar pelo ineditismo do formato, da abordagem, do meio ou da linguagem. Outra novidade é o prêmio de Telejornalismo, exclusivo para as emissoras de televisão. Como nas edições anteriores, o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo será concedido à melhor reportagem entre todas as inscritas. Podem concorrer os trabalhos veiculados entre 10 de julho de 2015 e 10 de janeiro de 2017 e as inscrições devem ser feitas pelo site www.premiopetrobras.com.br.  Os vencedores de cada categoria serão conhecidos na cerimônia de entrega dos troféus, no segundo semestre de 2017, no Rio de Janeiro.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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