Noticias

PT DAVA “SUPORTE” A ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NA PETROBRAS

DELATOR MÁRIO GÓES ENTREGA O PT E VAI CUMPRIR PRISÃO DOMICILIAR

GÓES AFIRMOU QUE USAVA SUAS EMPRESAS PARA RECEBER VALORES DE PEDRO BARUSCO

O novo delator da Operação Lava-Jato, o lobista Mário Góes, declarou à força-tarefa da Operação Lava Jato que o PT dava ‘algum suporte’ ao esquema de corrupção na Petrobras. Apontado como operador de propinas da Diretoria de Serviços da Petrobras, ele afirmou que usava suas empresas Riomarine e Phad Corporation para receber valores do ex-gerente de Engenharia da estatal Pedro Barusco.

“Nessa época (por volta de 2003 ou 2004), Pedro Barusco propôs ao declarante que utilizasse a sua empresa a Riomarine, que era bastante conhecida e respeitada no mercado, para que ele pudesse receber suas comissões junto aos negócios em que ele tinha alguma relação”, transcreveu a Polícia Federal.

Preso preventivamente em Curitiba, frente a frente com o juiz federal Sérgio Moro, em duas ocasiões, Mário Góes chorou. Em depoimento à PF, já no âmbito do acordo de colaboração premiada, Mário Góes afirmou à Polícia Federal que Pedro Barusco lhe disse que já teria ‘outros esquemas da mesma natureza com outras empresas’.

Ele contou que ‘se mostrou inicialmente preocupado com a proposta, embora já sentisse que havia alguma atuação de Barusco nesse sentido há algum tempo’.

Mário Góes declarou que o ex-gerente de Engenharia da Petrobras ‘gostava mais de jantares, cabendo a Barusco de fato atuar na gestão das atividades da Diretoria de Serviços, resolvendo as coisas’.

Segundo o delator, Barusco o tranquilizou dizendo que haveria outras pessoas envolvidas no esquema e que o ‘Partido dos Trabalhadores estaria dando algum tipo de suporte a essa atividade’.

Mário Góes está preso desde fevereiro de 2015. Ele explicou à força-tarefa da Lava-Jato que ‘desde o início a divisão dessa comissão era feita da seguinte forma, o valor era dividido por seis ou por sete’.

Ele não soube dizer ‘ao certo porque às vezes era de uma forma ou de outra’, mas incluiu o nome do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque como um dos beneficiários do dinheiro.

“Quando a divisão era por seis, Barusco dizia que duas partes seriam para Renato Duque, duas para o próprio Barusco, uma para o declarante”, registrou a Polícia Federal.

A sexta parte era dividida no porcentual de 60% para Barusco e 40% para o próprio Góes, ele disse. Nas vezes em que a divisão era por sete, Mário Góes não soube para quem iria a sétima parte. “Quanto ao valor destinado ao partido (PT), Barusco dizia que era ‘uma outra parte’, sendo que o declarante nunca participou e preferia não saber de tal assunto.”

O PT tem reiterado que todos os valores que o partido arrecada têm origem lícita, são contabilizados e declarados à Justiça eleitoral.(AE)

Fonte: Diário do Poder

Tags

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]