Teia Digital

Produtividade do Brasil piorou nos últimos 5 anos – por Silvio Persivo

O problema é conseguir enxergar além do prazer. “Não mordas um prazer antes de ver se não há algum anzol escondido nele” (Thomas Jefferson).

SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Na terça-feira (30) tiveram início as atividades da semana do Meio Ambiente – SEMEIA em Porto Velho, que trabalha no ano de 2017 com o tema Biodiversidade de Rondônia. O evento é organizado pela CIEARO (Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do estado de Rondônia), a qual a Sedam preside. A comissão desempenha há 30 anos, a função de articuladora e aglutinadora de diversas instituições governamentais que desenvolvem ações relacionadas à educação ambiental e ao meio ambiente. Em Porto Velho o evento está sob coordenação da Prefeitura Municipal de Porto Velho, Governo do Estado de Rondônia e do Governo Federal. O objetivo do evento é desenvolver um conjunto de ações que culmina na execução de uma agenda integrada voltada para a sensibilização, mobilização e processos educativos a fim de gerar mudanças nas relações da sociedade com o meio ambiente e a natureza. Além de propor contribuições em alterações de hábitos e modelos culturais, visando difundir uma consciência ecológica capaz de permitir o equilíbrio entre pessoas e o meio ambiente. As atividades da agenda da SEMEIA são destinadas a toda a população que deseja trabalhar sua consciência ambiental e aprimorar os seus conhecimentos. Segue abaixo a programação do evento na cidade de Porto Velho, que segue até o dia 10. Em Porto Velho, palestras e debates estão concentrados no auditório do Senac. O Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO) está participando das atividades, com a presença da procuradora da República Gisele Bleggi. A programação pode se encontra no endereço http://www.sedam.ro.gov.br/index.php/institucional/noticias/4470-semeia-semana-do-meio-ambiente-2017.html.

 PALESTRA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO NO TURISMO

No próximo dia 13 de junho, no auditório do Senac Esplanada, em Porto Velho, às 19 horas, o Conselho Empresarial do Turismo e Hospitalidade do Estado de Rondônia (Conetur), Fecomércio-RO, e Confederação Nacional do Comércio (CNC) realizam a palestra Terceirização e outros temas jurídicos que impactam o Turismo. Segundo o presidente do Conetur, Raniery Coelho, a palestra é voltada para o desenvolvimento empresarial do turismo no Estado e aborda temas como a Terceirização, a Reforma Trabalhista, a Lei da Gorgeta e a Lei dos Direitos Autorais. “Não basta apenas ter vontade de fazer, sem saber fazer. O empresário precisa estar atento às mudanças e novidades do setor turístico. Já temos a matéria prima que são nossas belezas naturais. Precisamos agora ter mais conhecimento para utilizá-los”. A palestra será feita pelo advogado Ricardo Rielo, vice-presidente da Comissão de Turismo da OAB/RJ, gerente jurídico da Federação Nacional  de Hotéis, Restaurantes Bares e Similares e especialista em Direito Empresarial. Mais informações pelos endereços http://fecomercio-ro.websiteseguro.com e www.crcro.org.br. As inscrições são gratuitas.

BALANÇO DA RONDÔNIA RURAL SHOW

A sexta edição da Rondônia Rural Show, segundo os organizadores, teve  resultados positivos para os negócios, expositores e visitação pública. O evento do agronegócio, que foi realizado em quatro dias em Ji-Paraná,  superou os R$ 669 milhões em negócios, mas, segundo  o coordenador-geral do evento José Paulo Gonçalves “Este valor poderá aumentar nos próximos meses caso se concretizem as propostas de financiamentos que estão sendo analisadas pelas instituições financeiras”.   A visitação pública esteve próxima de 80 mil pessoas e oito países enviaram missões para conhecer o evento e prospectar negócios.

PRÊMIO CELSO FURTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O Ministério da Integração Nacional iniciou a divulgação do Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional – 4ª Edição: Homenagem a Milton Santos, que é uma iniciativa do Ministério, por meio de sus Secretaria de Desenvolvimento Regional. Com objetivo de promover a reflexão sobre os aspectos teóricos e práticos do desenvolvimento regional no Brasil à luz da Política Nacional de Desenvolvimento Regional- PNDR. Os vencedores receberão prêmios de até R$ 15 mil reais, além de diplomas de reconhecimento de mérito na categoria em que concorrerem. O regulamento está no site www.mi.gov.br/premio e as inscrições podem ser feitas entre 1 de junho e 31 de julho de 2017.

O DESAFIO BANCÁRIO DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

O cliente que enfrenta as dificuldades que os caixas eletrônicos representam-seja por panes, falta de dinheiro ou problemas de reconhecimento de senhas ou até mesmo da impressão digital-não sabem o quanto a maioria dos grandes bancos investem em tecnologia do setor bancário, que, segundo a  Febraban, em 2016, alcançou  o valor de R$ 18,6 bilhões. Os aportes, na sua maioria, para a digitalização dos processos e para aprimorar o atendimento aos clientes. Para se ter uma ideia dos desafios do setor, em 2016 foram realizadas 65 bilhões de transações, das quais 34% delas por meio do mobile banking – um crescimento de 96% frente ao ano anterior. Além disto, hoje, cerca de 55 milhões de brasileiros maiores de 18 anos ainda não tem conta em banco e busca de serviços digitais. E só atualizando sua infraestrutura, tornando os processos mais simples e migrando para sistemas para a nuvem os bancos terão como conquistar este público e suportar o aumento das transações online.  Um desafio gigantesco. E, na verdade, em tecnologia bancária o Brasil é um dos países mais avançados do mundo.

 PRODUTIVIDADE DO BRASIL PIOROU NOS ÚLTIMOS 5 ANOS

O Brasil ficou na 94ª colocação no Índice de Variáveis do Crescimento Sustentável que mede a produtividade potencial de 181 países para exemplificar onde os governos devem focar esforços e investimentos de modo a melhorar as perspectivas de crescimento econômico. Para avaliar o potencial de produtividade, foram levados em conta 21 fatores como educação, tecnologia e força das instituições que têm poder para influenciar o crescimento econômico e a riqueza futura das nações. Segundo o relatório, o primeiro lugar ficou com a Suíça e o último com a Guiné-Bissau. Segundo o sócio da KPMG do Grupo de Estratégia Global, Augusto Sales, “O Brasil ficou atrás de países como Vietnã e Kuwait. Os números refletem que o progresso no Brasil estagnou nos últimos cinco anos, ambos com estabilidade macroeconômica mais fraca. Além disso, o quadro institucional brasileiro deteriorou-se no mesmo período”. O Chile, entre os países latino-americanos, teve o melhor desempenho, graças a instituições fortes e altas pontuações para o capital humano, que se assemelha aos países desenvolvidos da Europa.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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