Teia Digital

Produção de Soja deve crescer na safra 2022/2023 – Por Silvio Persivo

O conselho é dele, mas endosso. “Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, e a vida é muito para ser insignificante” (Charles Chaplin). 

DEPUTADO PRETENDE ESTIMULAR A ECONOMIA CRIATIVA 

Nossos parabéns ao deputado estadual Williames Pimentel, que, por meio de 

uma audiência pública, propõe a criação de um projeto de lei que institui a Política Estadual de Economia Criativa. É uma proposta muito importante porque falta ao nosso Estado, como foi dito na ocasião uma maior atenção  a uma atividade derivada da criatividade e que é capaz de gerar muito empregos e renda melhorando o bem-estar da população. Acrescente-se que temos não somente eventos, instituições e pessoas com capacidade para criar uma forte base que ainda tem como subproduto o reforço da identidade social de nossa população. É preciso ver também que a Economia Criativa envolve diversos segmentos fundamentais como a cultura, a tecnologia, a mídia e o consumo, daí ser um mar de oportunidades para o crescimento do produto interno. Para se ter uma ideia de sua importância o PIB brasileiro do setor passou de 2,61% em 2017 para 2,91% em 2020, mesmo com a pandemia, gerando um valor de R$ 217,4 bilhões. O valor é similar, por exemplo,  à produção do setor de construção civil e superior à produção do setor de extrativo mineral. Um grande exemplo de sua capacidade de potencializar a economia é o projeto “Porto Digital”, em Recife, que transformou significativamente a parte velha da cidade e gerou uma grande mudança na economia pernambucana. 

SEBRAE/RO ELEGEU NOVOS DIRIGENTES 

Na última quinta-feira (01), o Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Rondônia elegeu seus novos dirigentes para o próximo quadriênio. Foram eleitos Darci Cerutti, representando a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Rondônia (FCDL/RO) como presidente do CDE,  com vice presidente Marco Kobayashi, representando a federação das Associações Comerciais de Rondônia (Facer). A Diretoria Executiva, para  o período 2023 e 2026, é composta pelo diretor superintendente Clébio Billiany de Mattos, Alessandro Crispim  Macedo como Diretor Técnico e Eduardo Fumyari Telles Valente, como Diretor Administrativo Financeiro.

MAIORIA DOS TRABALHADORES DE RONDÔNIA POSSUEM ENTRE 30 E 49 ANOS

A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2021, do IBGE, mostra que o trabalhador rondoniense teve o rendimento médio real do trabalho principal  de R$ 1.998,00 por mês. No ranking das Unidades Federativas (UFs), Distrito Federal registrou o maior rendimento médio (R$ 4.084,00) e Piauí o menor (R$ 1.409,00). A média brasileira foi de R$ 2.406,00. Observa-se que, em Rondônia, 62% dos trabalhadores foram homens e 38% mulheres. No país, os índices foram de 58,5% e 41,5% respectivamente. Os homens rondonienses receberam em média R$ 2.154,00 por mês, enquanto que as mulheres, R$ 1.732,00. Constatou-se, em Rondônia, que 32,4% dos trabalhadores tinham entre 14 e 29 anos; 48,2%  entre 30 e 49 anos; 12,3% entre 50 e 59 anos e 7% tinham 60 anos ou mais. Em 2021, o maior rendimento médio foi do grupo etário entre 50 e 59 anos (R$ 2.437,00) e o menor foi do grupo mais jovem, com idades entre 14 e 29 anos (R$ 1.479,00). Em relação ao nível de instrução, 28% dos ocupados rondonienses não tinham instrução ou só ensino fundamental incompleto; 15,9% tinham fundamental completo ou médio incompleto; 40,2%  médio completo ou superior incompleto e 15,8% superior completo. A SIS mostra que o rendimento-hora médio do trabalho principal aumenta conforme aumenta o nível de instrução, sendo de R$ 9,20 para os que tinha até ensino fundamental incompleto e de R$ 22,60 para os com ensino superior. Há também diferença no valor do rendimento por formalidade no trabalho. Em 2021, 56,2% dos trabalhadores rondonienses contribuíram com a previdência social, ou seja, foram formais, que possuem rendimento maior.  Em média, os formais tiveram rendimento mensal no trabalho principal de R$ 2.317,00, enquanto que os informais R$ 1.535,00. Por gênero, a formalidade rendeu R$ 893,00 a mais entre os homens (rendimentos de R$ 2.544,00 para os formais e R$ 1.651,00 para os informais) e de R$ 683,00 entre as mulheres (rendimentos de R$ 1.977,00 para as formais e R$ 1.294,00 para as informais).

PRODUÇÃO DE SOJA DEVE CRESCER NA SAFRA 2022/2023

O 2º levantamento da Datagro Grãos para a safra brasileira 2022/23 de soja confirma as projeções feitas na intenção de plantio, divulgada em julho. Em relação à área, estima-se 43,79 milhões de hectares, um crescimento de 762 mil ha em comparação com a previsão divulgada quatro meses atrás e 1,98 mi de ha a mais na comparação com 2021/22, quando cultivaram 41,80 mi de ha. É o 16º ano consecutivo de elevação da área de soja no país. E este crescimento se processa em todo país, mas de forma mais forte na Região Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A produção potencial é de 153,32 milhões de toneladas, que é 20,8% superior à safra colhida em 2022, de 126,90 mi de t. 

METADE DAS NOVAS EMPRESAS ABERTAS O SÃO POR “EMPREENDEDORISMO FORÇADO”

O Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas divulgou que, como seria de se esperar, entre 2020 e 202.1 quase metade dos negócios abertos no Brasil foram por falta de opção. Ou seja, cerca de 3 milhões de brasileiros não conseguiram empregos formais e decidiram empreender como única alternativa para gerar renda, ou seja, o “empreendedorismo forçado”, segundo o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que envolve mais de 50 países.  É um desafio maior para esses empreendedores, pois, em geral, não possuem recursos e precisam aprender rápido a gerir seus negócios, sob pena de engordar as estatísticas que mostram que quase 50% dos negócios abertos no Brasil fecham em até três anos.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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